01/09/2012

Os hábitos que mais irritam no elevador.


No mundo moderno, andar de elevador é um mal necessário. E, no ambiente corporativo, seja em empresas ou prédios de escritórios, é um hábito que faz parte do dia a dia da maioria dos profissionais. Por mais curto que seja o tempo passado nele, esses momentos podem ser constrangedores e até motivo de estresse para alguns. De acordo com pesquisa recente da Careerbuilder, são muitos os trabalhadores que colecionam momentos de irritação e histórias inusitadas vividas durante este breve período do dia.

Segundo o levantamento, que ouviu 3.800 trabalhadores, o hábito que mais irrita dentro dos elevadores é falar ao celular — 35% dos entrevistados consideram falta de educação. Outros 33% condenam quem deixa de segurar a porta para alguém que está correndo para pegar o elevador. Ao mesmo tempo, mostra a pesquisa, 16% admitem fechar a porta de propósito quando veem alguém se aproximar.

O pouco espaço dos elevadores é fonte de irritação e de ansiedade: enquanto 16% temem ficar presos no elevador por conta de alguma avaria, 32% demonstraram não gostar quando alguém fica perto demais do outro mesmo quando há espaço de sobra no elevador. O mesmo percentual de pessoas se incomoda quando alguém se aperta para entrar num elevador lotado. Outros motivos que incomodam os usuários de elevadores em seus locais de trabalho são:

— Não abrir espaço para dar passagem e permitir que outras pessoas saiam do elevador no andar desejado ( 27%);

— Segurar a porta do elevador por um período prolongado enquanto espera que alguém alcance o elevador (26%);

— Furar a fila para entrar no elevador quando outras pessoas estão esperando há mais tempo (23%);

— Tomar o elevador para subir apenas um ou dois andares ao invés de usar as escadas (20%)

— Apertando o botão errado, fazendo que o elevador pare em outros andares desnecessariamente (17%);

— Ficar de costas para a porta do elevador, encarando as outras pessoas que estão na cabine (7%).

A pesquisa listou ainda algumas situações inusitadas observadas pelos profissionais no elevador de seu local de trabalho, algumas delas bastante constrangedoras. Confira abaixo:

— Abaixar as calças de um colega de trabalho

— Trocar a fralda de um bebê

— Usar o fio dental

— Cortar as unhas

— Fingir estar participando de uma queda de braço

— Mostrar uma irritação cutânea (coceira) a alguém e pedir um diagnóstico

— Dançar até chegar no andar desejado

— Fazer a mudança de todo o conteúdo do escritório, incluindo a mesa, no elevador que não é de carga.

 

Manifesto de cientistas confirma que animais são seres conscientes.


A suspeita que a grande maioria dos donos de animais de estimação sempre teve acaba de ganhar um reforço de respeito. Um grupo de cientistas de renome mundial publicou um manifesto atestando que os animais possuem um grau elevado de consicência. E a afirmação vai muito além de cachorros e gatos fofinhos.

Com um nome digno daqueles tratados que entram para os livros de História, a Declaração de Cambrigde sobre Consciência talvez seja o primeiro grande passo que a Humanidade dá em direção à uma relação mais humana (e menos estúpida) entre homens e bichos. Os animais citados no texto são pássaros, polvos (único não vertebrado da lista) e todos os mamíferos existentes. De acordo com os cientistas, "a ausência de um neocórtex não impede que os animais experimentem estados de afeto". Do ponto de vista evolutivo, o neocórtex é a parte mais recente do nosso cérebro – esse detalhe anatômico é o culpado por cientistas se negarem por tanto tempo a admitir a consciência em animais não-humanos.

Ser consciente tem várias interpretações e outras tantas implicações. Se reconhecer diante de um espelho é uma delas. Atingir a fase REM durante o sono também é um pressuposto de consciência: é nesse período que nossos sonhos ficam mais vívidos e fáceis de lembrar. Essas duas prerrogativas já foram observadas em diversos animais.

A declaração é assinada por profissionais como: cientistas cognitivos, neurofarmacologistas, neurofisiologistas e neuroanatomistas e neurocientistas computacionais, todos participantes da Francis Crick Memorial Conference on Consciousness in Human and Non-Human Animals, evento sobre consciência humana e não-humana realizado na Universidade de Cambridge, em julho desse ano. Agora que percebemos que não estamos tão acima dos outros animais da Terra como a arrogância humana sempre nos fez crer, o próximo passo é entender como é, de fato, a experiência desses animais.

 

Aluno é esfaqueado em escola onde estudou o ex-governador José Serra.




Um estudante de 13 anos foi esfaqueado durante uma briga dentro da Escola Estadual Antônio Firmino de Proença, na Mooca, zona leste de São Paulo, na quinta-feira (30).

O aluno foi atingido no braço esquerdo na altura do ombro por outro colega, também de 13 anos, armado com uma faca, de acordo com a SSP (Secretaria de Segurança Pública).

A briga aconteceu por volta das 9h em um corredor do prédio da escola, que ficou conhecida por ter sido frequentada pelo ex-governador José Serra nos anos de 1950.

A vítima foi socorrida por uma equipe do Corpo de Bombeiros e encaminhada ao pronto-socorro Hospital Vergueiro, na zona sul de São Paulo. O aluno foi medicado e liberado no mesmo dia.

O suspeito fugiu pelos fundos da escola e não foi localizado. A mãe do estudante compareceu ao 8º DP (Brás/Belém), onde foi registrada a ocorrência de ato infracional e lesão corporal. A faca utilizada na briga não foi encontrada. O delegado titular do distrito policial pediu exames de corpo de delito ao IML (Instituto Médico Legal).

A Secretaria da Educação  informou que lamenta a agressão envolvendo os dois alunos e que o caso será encaminhado ao Conselho Tutelar e à Vara da Infância e da Juventude.

O conselho escolar também fará uma reunião para decidir quais as medidas de advertência serão adotadas em relação ao agressor. A secretaria não soube dizer se o aluno continua frequentando a escola. "Os pais dos estudantes serão chamados à unidade para uma reunião a fim de enfatizar a necessidade do respeito mútuo e da resolução pacífica de conflitos, além da importância da parceria entre família e escola para evitar ocorrências dessa natureza", informou a secretaria.

A escola conta com um professor-mediador que integra o Sistema de Proteção Escolar. O profissional trabalha com atividades pedagógicas e de mediação de potenciais conflitos no ambiente escolar, de acordo com a secretaria.

OCORRÊNCIAS

No dia 14 de setembro de 2009, as aulas da Escola Estadual Antônio Firmino de Proença foram suspensas depois que dois alunos --um de 14 e outro de 16 anos-- foram apreendidos por terem pulado o muro e se trancado no banheiro da escola por volta das 9h30.

Os alunos reagiram à apreensão dos colegas e começaram um tumulto, que acabou em depredação. A confusão resultou em 25 cadeiras e 27 mesas quebradas, além de dois cavaletes, dois bancos e quatro lixeiras destruídas.

De acordo com a Secretaria da Educação, os dois alunos estudavam na unidade, porém, nenhum deles no turno da manhã. "Os dois estavam proibidos de entrar na unidade fora de seus períodos escolares (um era do turno da tarde e outro estava matriculado à noite). Apesar da proibição expressa, comunicada às suas famílias, os dois estavam na escola pela manhã", afirmou a secretaria de Educação na época, por meio de nota.

Na ocasião, alunos relataram que os dois adolescentes teriam sido agredidos pela PM --o que a corporação e a Secretaria de Segurança negam. Eles foram levados ao 8º DP (Brás/Belém) e liberados após a chegada dos responsáveis legais.

O ex-governador José Serra, que frequentou a Escola Estadual Antônio Firmino de Proença entre os anos de 1955 e 1959, disse que confusões como as registradas em 2009 "não eram comuns". "No meu tempo não tinha isso. Não me lembro de ter acontecido", afirmou Serra em 2009.


Após roubo, vítima é queimada em carro.



"Não tem dinheiro? Então, vamos acabar com a sua vida!" A frase foi ouvida pelo vendedor Marcelo Bustamante Gonçalves, de 26 anos, vítima de um sequestro relâmpago, momentos antes de criminosos incendiarem um carro com ele dentro. Com queimaduras em 10% do corpo, o rapaz sobreviveu.

O Pálio de Bustamante foi abordado na noite de quinta-feira por dois homens em uma moto, quando ele estava parado em um semáforo da Avenida Carlos Caldeira Filho, no Capão Redondo, zona sul de São Paulo. Os dois bandidos entraram no veículo e um terceiro homem assumiu a moto.

Na hora da abordagem, o vendedor estava com uma colega de trabalho, Daiana da Silva, de 22 anos. "Ele havia cortado o cabelo e estava indo para o shopping", disse a irmã do vendedor, a funcionária pública Cíntia Bustamante, de 31 anos. Os dois foram encapuzados e colocados no banco de trás.

Durante quatro horas, os bandidos percorreram lojas de conveniência e outros estabelecimentos na tentativa de sacar dinheiro das vítimas, sem sucesso. O pai de Bustamante, um aposentado de 57 anos que pediu para não ser identificado, afirmou que o rapaz ainda não havia recebido o salário e não tinha dinheiro na conta.

Os bandidos fizeram de tudo para aterrorizar as vítimas. Ameaçavam os dois de morte e falavam que iriam estuprar a vendedora. A dupla resolveu liberar a mulher e seguir com o rapaz para a Rua Ana Aslan, no Jardim das Rosas, ainda na região do Capão Redondo.

Os bandidos bateram em Bustamante e fizeram uma ameaça: se ele ousasse sair do carro, seria morto. "Então, colocaram fogo no carro. O fogo começou a pegar nele e ele se desesperou", disse o pai. De acordo com o aposentado, o rapaz teria saído correndo para o mais longe que pôde. "Ele achava que ia morrer e resolveu tentar fugir", disse o aposentado.

Quando o rapaz saiu do carro, os bandidos haviam fugido. Levaram apenas o aparelho de som do veículo. A vítima foi levada para um hospital da Intermédica, em Santa Cecília, na região central. Sofreu queimaduras de primeiro e segundo graus nas pernas, nos braços e no rosto.

Investigação

O delegado titular do 47.º Distrito Policial (Capão Redondo), André Luiz Antiqueira, disse que ainda não havia suspeitos para o crime até a tarde desta sexta-feira. "Os policiais estão tentando levantar quais são as lojas em que eles tentaram fazer compras para conseguir imagens dos bandidos", disse o delegado. Segundo ele, outra aposta é tentar localizar pessoas que tenham visto os bandidos perto do local onde colocaram fogo no carro. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Amor próprio.


        Fiz um pacto de felicidade comigo. Exigirei menos de mim e não me sentirei mal se não corresponder às expectativas de quem me rodeia. Só farei o possível e, se o impossível aparecer, darei tempo suficiente à vida para que aconteça. Chorarei quando necessário e me arriscarei mais. Mostrarei que também sou frágil e direi a mim mesma que não preciso ter todas as respostas. Pensando bem... Mais do que um pacto de felicidade, é um pacto de transparência e caridade pelo ser humano que sou. Aprenderei a me perdoar mais, a esperar menos e a lutar sempre. Não quero ser muito, não quero ser mais...Quero apenas me deixar ser.


Cidades paulistas de médio porte se tornam polos de atração de investimentos.




Acima, foto de Ribeirão Preto e sua Prefeita.

Símbolos clássicos do desenvolvimento de uma cidade, os shopping centers são o retrato acabado do fenômeno da descentralização do crescimento econômico no Brasil. Com três shoppings que, na última década, foram os principais pontos de encontro de seus 600 mil moradores, Ribeirão Preto (a 320 quilômetros de São Paulo) já estava distante do que os paulistanos gostavam de chamar de "caipira", apesar de ainda bastante ligada à cultura do agronegócio. Agora se prepara para a abertura de dois novos centros de compras e a ampliação de outro, totalizando investimentos de R$ 740 milhões. Não por acaso, a cidade puxa a lista dos municípios onde o consumo – e sua participação no Estado – mais cresce. Nos últimos cinco anos, o total gasto pelos consumidores de Ribeirão praticamente dobrou, segundo estudo da IPC Marketing. De acordo com o mesmo levantamento, em 2012 o interior de São Paulo vai ultrapassar, pela primeira vez na história, a região metropolitana da capital como o maior mercado consumidor do País."Há dez anos, via o interior como uma região promissora, que prometia muito, mas não tinha a infraestrutura e a pujança que tem hoje", diz o empresário paulistano Cláudio Guirão. "Agora olho como um investidor atento."

À frente do grupo carioca Global Equity Properties, Guirão vai investir R$ 300 milhões em um complexo multiuso em Ribeirão Preto, que terá seis torres residenciais, hotel, shopping e cinemas. A obra deve consumir R$ 650 milhões e gerar 2,4 mil empregos diretos. Focado em outra ponta, Marcos Romiti, responsável pela construção do Shopping Buriti na antiga fábrica da Antarctica, quer explorar a classe C com um aporte de R$ 300 milhões. "A capital é muito interessante, mas hoje as oportunidades estão aparecendo no interior, então é para lá que vamos", afirma. Entre 2009 e 2011, o Produto Interno Bruto (PIB) do município cresceu, em média, 8%. A título de comparação, o PIB brasileiro de 2010 foi de 7,5%. A prefeita Dárcy Vera diz que a chegada de novos empreendedores é impulsionada não só pelo potencial de expansão do consumo, mas pelas facilidades que o interior também oferece a indústrias, como uma carga tributária mais leve. "Como a cidade é menor, o acesso à prefeitura e às associações comerciais é bem mais amplo", afirma.

A transferência de unidades industriais das capitais para o interior é um processo que começou na década de 90, mas que ganhou em intensidade nos últimos anos. Sorocaba, a 95 quilômetros da capital paulista, recebeu há três semanas a nova fábrica de automóveis da japonesa Toyota, orçada em US$ 600 milhões. A menos de dez minutos da planta, as obras do Shopping Cidade Sorocaba avançam para a inauguração em maio de 2013. "Quando decidi construir o empreendimento na zona norte há cinco anos, me chamavam de louco, porque não tinha nada lá", diz Paulo Walter dos Santos, dono do projeto. "Nesse período, a prefeitura concluiu obras de infraestrutura e a região se valorizou muito." A aposta certeira custou R$ 260 milhões.

A chegada de novas indústrias também foi o que estimulou a Multiplan a colocar mais de R$ 300 milhões no Jundiaí Shopping, a 60 quilômetros da capital. No último ano, o município se beneficiou do recorde de investimentos estrangeiros no Brasil e recebeu fábricas como as da chinesa Foxconn, da americana Pilot Pen e da espanhola Exal. Em reportagem recém-publicada, o jornal britânico "Financial Times" destacou melhores serviços, índices menores de criminalidade e melhor mobilidade urbana como fatores atrativos para os investimentos. "Antigamente as pessoas precisavam ir para a capital para ter um bom emprego e consumir com qualidade", diz Guillermo Bloj, superintendente do shopping. "O fluxo se inverteu."

Alain Ryckeboer, diretor-geral da francesa Leroy Merlin, uma das maiores lojas de material de construção do mundo, vê como natural a virada rumo ao interior devido à escassez de terrenos na Grande São Paulo. "No interior, a oferta é grande e a terra mais barata", diz. A companhia, que estuda sua implementação em cidades com população acima de 400 mil habitantes, anunciou recentemente um investimento de R$ 60 milhões em São José do Rio Preto, a 450 quilômetros da capital. De 2007 para cá, o consumo dos moradores de Rio Preto cresceu 70%. "As capitais já estão muito sufocadas em seus serviços essenciais", diz o professor Edgard Merlo, da Faculdade de Economia e Administração da USP de Ribeirão Preto. "A ida ao interior traz benefícios mútuos: as empresas ganham espaço e consumidores a um custo menor e a população desfruta de um aumento do nível salarial."

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