– Saúde, vovô!
Cultive o hábito de Rainier Beer
Traz o brilho da saúde e dá um novo suspiro à vida…
Nenhum medicamento pode ser igualar a ele como tônico."
Este é quando bebe.
Este é quando não bebe."
O levantamento foi feito com 2 mil pessoas e revelou, ainda, que o tipo de tecido dos lençóis de cama também são estimulantes. Quem usa lençol de seda, por exemplo, tem mais sexo com o parceiro do que os casais que usam qualquer outro tipo de roupa de cama. O número chega a 4,25 relações sexuais.
Veja o ranking:
AS CORES DO SEXO
1. Roxo - 3,49 por semana
2. Vermelho - 3,18 por semana
3. Azul celeste - 3,14 por semana
4. Pink - 3,02 por semana
5. Preto - 2,99 por semana
6. Azul marinho - 2,76 por semana
7. Amarelo - 2,43 por semana
8. Laranja - 2,36 por semana
9. Marrom - 2,10 por semana
10. Branco - 2,02 por semana
11. Bege - 1.97 por semana
12. Verde - 1,89 por semana
13. Cinza - 1,80 por semana
OS TECIDOS DO SEXO
1. Seda - 4,35 por semana
2. Algodão - 2,72 por semana
3. Nylon - 2,35 por semana
4. Poliéster - 2,33 por semana
5. Duvet - 1,80 por semana
O Palácio do Eliseu (em francês Palais de l'Élysée) situado no número 55 da Rua Faubourg-Saint-Honoré em Paris, no oitavo arrondissement, é a residência oficial do presidente da República Francesa, onde está localizado o seu gabinete e onde se reúne o Conselho de Ministros.
Os visitantes estrangeiros importantes não ficam hospedados no palácio presidencial, mas sim no vizinho Hôtel de Marigny. O Eliseu possui grandes jardins, nos quais o presidente recebe anualmente, numa festa organizada no Dia da Bastilha.
Shanghai 1990-2011Lago Azul, EquadorTormenta de neve. ChicagoFronteira San Diego (EEUU) - Tijuana (México)Colhendo floresParque Nacional Rago, NoruegaIncrível ponte aquático na AlemanhaCaverna de gelo em Skaftafell, IslândiaFestival de luzes em Chiang Mai , TailândiaCampos de lavanda em Provence, FrançaA árvore que tenta escapar70 raios em uma foto, Ilha IkariaIlusão ótica em ParísA Joaninha e seu guarda-chuvaAqui termina a Terra, Falésia Nullarbor,AustráliaRelâmpagos no Grand Canyon / ColoradoPiscina natural, TexasQuem disse que o outono é triste?Caminho através das árvores, MariemontBélgicaVulcão na ilha Aogo-shima / JapãoNuvem cobrindo a ilha Nita Dinum,Arquipélago Faroe

Fazer exame de mamografia como prevenção ao câncer de mama pode acabar aumentando os riscos para o tumor em algumas mulheres. Segundo pesquisa publicada no periódico médico BMJ, a exposição à radiação pode elevar em até cinco vezes as chances da doença em mulheres jovens com uma mutação nos genes BRCA1 e BRCA2 — responsáveis por controlar a supressão dos cânceres de mama e de ovário.
A exposição à radiação é um fator de risco já estabelecido para o câncer de mama na população em geral. Estudos prévios já haviam estabelecido que mulheres com mutação nos genes BRCA1/2 podem ter uma maior sensibilidade à radiação. Isso porque esses genes estão diretamente envolvidos no processo de reparo de quebras no DNA. Essa quebra pode ocorrer como uma consequência da exposição à radiação. De acordo com o estudo, os benefícios preventivos de uma exposição à radiação em jovens portadoras da mutação pode, portanto, não ser maiores que os riscos.
Pesquisa — O Instituto do Câncer da Holanda analisou, entre 2006 e 2009, 1.993 mulheres que tinham mutações nos genes BRCA1/2 e que moravam na Holanda, França e Grã-Bretanha. Todas tinham 18 anos ou mais e foram questionadas sobre a exposição: se haviam feito raio-X ou mamografia, as idades da primeira e da última exposições, número de exposições antes dos 20 anos, entre os 20 e os 29 anos e dos 30 aos 39 anos.
Descobriu-se, então, que 43% (848) das mulheres foram diagnosticadas com câncer de mama, sendo que 48% (926) relataram nunca ter feito um raio-x e 33% (637) uma mamografia. A idade média da primeira mamografia foi de 29 anos. Um histórico de qualquer exposição a exames de radiação no peito entre os 20 e 29 anos aumentou os riscos para o câncer em 43%, e qualquer exposição antes dos 20 anos aumentou os riscos em 62%. Nenhuma associação com o câncer foi encontrada para exposições entre os 30 e 39 anos.
Para cada 100 portadoras de mutações no gene BRCA1/2 com 30 anos, nove irão desenvolver câncer de mama aos 40 anos. O número de casos teria sido cinco vezes maior se todas tivessem feito mamografia antes dos 30 anos. Os autores dizem, no entanto, que essa estimativa "deve ser interpretada com precaução, porque poucas mulheres com câncer de mama que tiveram mamografia antes dos 30 anos participaram do estudo".
Os pesquisadores recomendam para aquelas mulheres com mutações nos genes BRCA1 e BRCA2 técnicas de imagens com radiação não ionizante, como a ressonância magnética.
Uma família paulista foi feita refém por bandidos durante mais de 12 horas, no trajeto entre Cruzeiro, no interior de São Paulo, e o quilômetro 220 da Rodovia Presidente Dutra, no Rio. De acordo com policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV), Celso Ernesto dos Santos, de 53 anos, sua mulher, Dalva Ribeiro Leite dos Santos, de 52, e o filho do casal, de 25, foram sequestrados pelos bandidos por volta das 15h desta quinta-feira. O filho foi levado para um cativeiro no município, onde mora a família. Os pais foram trazidos para o Rio amarrados dentro do porta-malas de um Palio.
Por volta de 3h, quando estava na Serra das Araras, o carro em que estavam capotou na via. Os bandidos fugiram a pé. O casal, muito machucado, conseguiu sair da mala e chamar policiais militares que passavam pela rodovia. Um dos criminosos foi preso próximo ao local e outros dois foram presos, nesta manhã, por policiais do 11º BPM (Piraí). Eles foram reconhecidos pelas vítimas.
Gabriel Gustavo Pereira, de 19 anos, também morador de Cruzeiro, foi encontrado ensanguentado no km 225 da Dutra. A Polícia Militar conduziu o casal e o acusado para a na 94ª DP (Piraí). Os outros dois bandidos envolvidos no sequestro foram encontrados com ferimentos na Ponte Coberta, em Paracambi. Eles foram levados para um hospital da região.
Segundo o major Oderlei Santos, do Batalhão da Polícia Rodoviária, o casal informou que o filho, de 25 anos, ainda era mantido refém em Cruzeiro. A polícia de São Paulo foi acionada e o jovem foi encontrado em cativeiro, amarrado e amordaçado. O sequestrador que mantinha o rapaz no local conseguiu fugir.
Segundo informações da polícia, o sequestro teria sido motivado por uma quantia que Celso teria recebido da aposentadoria. Um vizinho teria escutado a informação e arquitetado o sequestro. Ainda segundo a PM, os sequestradores seguiam para o Rio para efetuar saques e possivelmente executar os reféns.
Hábitos como ler, assistir à TV ou escovar os dentes fazem parte de nossa vida. Quase metade de nosso dia é composta deles – mais precisamente 40%, como mostra uma pesquisa da Universidade Duke, dos Estados Unidos. É como se voássemos no piloto automático por mais de nove horas do dia. Boa parte de nossas virtudes e defeitos está calcada em hábitos. Para nossa sorte, os hábitos são decisões conscientes, que podem ser mudados, por mais arraigados que estejam. Não é à toa que a filosofia, a psicologia, a neurolinguística e, mais recentemente, a neurociência estudam formas de adquirir ou de se livrar de hábitos. Não faltam estudos sobre hábitos alimentares, do sono, de boa forma e até de como mudar o humor ou a dinâmica de uma empresa.
Um novo livro promete revolucionar a forma de lidar com eles em todas essas áreas. Em The power of habit (O poder do hábito), com previsão de lançamento no Brasil em outubro, o jornalista americano Charles Duhigg, repórter do jornal The New York Times, afirma que existe um jeito simples e eficiente de mudar hábitos. No primeiro mês do lançamento, chegou à lista de mais vendidos do próprio Times e recebeu resenhas positivas de veículos de prestígio. Para escrevê-lo, Duhigg reuniu centenas de pesquisas de centros de excelência de países como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Alemanha e entrevistou mais de 300 pessoas, entre pesquisadores e executivos, de empresas como Google ou Microsoft. O objetivo era entender como os hábitos se formam e como podem ser mudados. Foi no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), um centro de referência no estudo de tecnologias avançadas, que Duhigg encontrou a tese que sustenta seu livro. A melhor forma de mudar um hábito, diz ele, é substituí-lo por outro. "As pesquisas com maior sucesso na mudança de hábitos usaram esse método", diz Duhigg. "Transformar um hábito não é necessariamente fácil ou rápido. Mas é possível. Agora entendemos como."