12/09/2012

Velha canção ídiche em nova roupagem.

BOA VIAGEM! APROVEITE....VALE A PENA.

O Universo em você...


O Universo está sempre apostando em você, concedendo-lhe mais uma nova oportunidade de vida, mais uma chance para amar e ser amado. Este é o propósito maior da existência na Terra. O exercício permanente do amor que eleva a nossa consciência e nos aproxima da Divindade que existe em nós e nos permite viver a bem-aventurança em todos os instantes da vida. Tudo que você precisa fazer é ser verdadeiro com você e com seus semelhantes. E sempre agradeça pelo simples fato de estar vivo,  agradeça, agradeça e agradeça...

Japoneses e seu sistema carcerário.

 

A filosofia que dirige o sistema carcerário japonês é diferente da que rege todos os outros presídios ocidentais,que tentam reeducar o preso para que ele se reintegre a Sociedade.
O objetivo, no Japão, é levar o condenado ao arrependimento. Como errou, não é mais uma pessoa honrada e precisa pagar por isso.
Além de dar o devido castigo em nome das vítimas, o período de permanência na prisão serve como um momento de reflexão no qual se induz o preso ao arrependimento.
A opressão no presídio japonês se dá justamente pelo excesso de regras, que vão desde a forma de andar aos minutos contados do banho e a maneira de dobrar 
as roupas.

Há regulamentos de como se vestir no verão ou no inverno, formas de dobrar o uniforme, modos de sentar, banhos cronometrados nos minutos que são dois para se lavar, um para se enxaguar. Um complexo sistema de cardápios que divide a comida pelos dias da semana.

Há até mesmo formas diferentes de andar baseado em cada situação, assim como linhas no chão para que todos sigam em fila indiana. Outro fato interessante é a psicologia dos detentos, com uma muito comum sensação de culpa de estar sendo "um fardo à sociedade".
Umas das regras que é praticamente inexistente aqui no Brasil é a disciplina.
O medo que os japoneses tem da prisão começa justamente por ser rígido e em segundo lugar a vergonha por estar preso, coisas totalmente diferentes visto nas prisões brasileiras.

O dia a dia na prisão:

- O dia do preso japonês começa às 6h50min.
- Às 8h ele já está na oficina trabalhando na confecção de móveis,bolsas ou brinquedos.
- Só para por 40 minutos para o almoço e trabalha novamente até as 16h40min.
- Durante todo este período nenhum tipo de conversa é permitido, nem durante as refeições.
- O preso volta à cela e fica ali até 17h25min, quando sai para o jantar.
- Às 8h tem que retornar ao quarto, de onde só sairá no dia seguinte.

A cada três advertências,o presidiário era obrigado a ficar na solitária,uma sala escura onde a pessoa permanece sentada, com as pernas cruzadas durante 12 horas.
Há outro tipo de solitária, para aqueles mais agressivos ou que se revoltavam.Nessa sala, a pessoa é amarrada e tem de comer igual a um cachorro.
Nenhum tipo de alimento pode ser levado pelas visitas, realizadas uma vez por mês durante 20 minutos, sem contato físico.
Banheiro, só na hora do intervalo.
O preso deve pedir permissão para tudo: falar, sentar, deitar. Para isso, deve ficar em posição de sentido, com o braço direito e os dedos esticados, tirar o boné com a mão esquerda e dizer hanashimassu – na tradução, "queria falar". Quem descumpre as regras é punido com temporadas na solitária.


 

NA PRISÃO
Kazuichi Hanawa

Na prisão é um relato autobiográfico em quadrinhos de Kazuichi Hanawa sobre o tempo em que esteve preso. Em 1994, o autor foi detido por porte ilegal de armas enquanto testava nas montanhas suas novas armas. Hanawa sempre foi fascinado por elas. Graças à esta excentricidade, ele foi condenado há 3 anos de prisão.

De dentro do cárcere, Hanawa começou a escrever uma série para revista Ax. No início, descreveu o local onde ficavam os acusados enquanto são julgados. A partir da terceira edição, passou a descrever a penitenciária.

Eram histórias surpreendentes, que narravam uma série de acontecimentos absolutamente corriqueiros e cotidianos. Episódios sobre o café-da-manhã, sobre os livros da penitenciária, sobre o desejo de fumar. Tudo descrito em desenhos cheios de detalhes. Um registro raríssimo da vida atrás das grades no Japão. 

Refletindo...

Os homens distinguem-se pelo que fazem, as mulheres pelo que levam os homens a fazer.


Simples Assim...

Todo mundo é capaz de dominar uma dor, exceto quem a sente.



William Shakespeare


Cão dorme ao lado do túmulo do dono há seis anos.



Um cão de Córdoba (Argentina) mostra que o amor pode mesmo ser eterno. Fiel,  Capitán dorme ao lado do túmulo do dono, Miguel, há seis anos

Miguel morreu em 24 de março de 2006. Capitán saiu de casa e, depois de alguns dias, nunca mais foi visto. 

Até que a viúva e o filho de Miguel foram ao cemitério e encontraram Capitán ao lado do túmulo

"Ele se aproximou de nós latindo, como se estivesse chorando", contou Verónica, a viúva, à rádio LV7. 

No domingo seguinte, após nova visita, o cão retornou para casa com a viúva e o filho. Pouco tempo depois, entretanto, desapareceu novamente. 

E lá se foi para o cemitério... 

Ninguém entende como Capitán achou o túmulo de Miguel, já que no dia do enterro o cão ficara em casa. 

"Eu acredito na fidelidade do cão. Mas agora vejo com muito mais afeto", comentou Verónica.

Filme sobre Maomé desencadeia onda de protestos no Oriente Médio e resulta na morte de embaixador dos EUA na Líbia.

O grupo de extremistas muçulmanos Talibã fez um apelo nesta quarta-feira para que os fieis afegãos preparem-se para atacar os americanos e pediu que a população “se vingue” dos Estados Unidos por terem permitido a produção de um filme que insulta a imagem do profeta Maomé. Mesmo com a segurança reforçada em representações diplomáticas americanas, foram registrados protestos diante de consulados e embaixadas na Tunísia e em territórios palestinos.
O mundo islâmico pede que os líderes religiosos informem detalhadamente os atos desumanos dos americanos e se preparem para uma longa batalha”, disse o Talibã em comunicado.

Tentando evitar protestos violentos como os registrados na terça-feira no Egito e na Líbia, o governo afegão tirou o site YouTube para impedir que os afegãos assistam ao filme em que o profeta Maomé é ridicularizado, informou o Ministério das Comunicações. A produção desencadeou os protestos na cidade líbia de Benghazi que resultou no assassinato do embaixador americano Christopher Stevens e mais três diplomatas.
- Fomos orientados a fechar o YouTube para o público afegão até que o vídeo seja retirado - disse o diretor-geral de Tecnologia da Informação no ministério, Aimal Marjan.
O trailer de 14 minutos é um resumo do filme “A inocência dos muçulmanos”, produzido pelo diretor polêmico diretor Sam Bacile, que certa vez chegou a dizer que “o Islã é um câncer”. A película critica a vida de Maomé e trata o profeta como uma farsa. Na produção, o personagem do líder religioso aparece em cenas de sexo e incitando a guerra e a violência.
O vídeo foi postado na página há dois meses, mas veio à mídia quando o pastor conservador americano Terry Jones comentou o assunto e descreveu o filme como “uma produção americana, não criada para atacar os muçulmanos, mas para mostrar a ideologia destrutiva do Islã”.
Jones já havia criado polêmicas relacionadas aos muçulmanos. Certa vez, ele queimou uma cópia do Alcorão, livro sagrado para o Islã, gerando uma onda de violência que terminou com 11 mortos no Afeganistão.
Governo egípcio condena filme, mas pede calma à população
O primeiro-ministro egípcio, Hisham Qandil, condenou nesta quarta-feira o polêmico filme sobre a vida de Maomé, produzido nos EUA. No entanto, devido aos recentes tumultos que causaram a morte do embaixador americano na Líbia, ele reforçou um pedido de calma à população, defendendo que “o povo do Egito expresse sua indignação, mas com moderação”.
Mais cedo, a aliança política governista do Egito, a Irmandade Muçulmana, também pediu que os fieis tenham tranquilidade em suas manifestações. O grupo convocou protestos para a próxima sexta-feira, mas que sejam “manifestações pacíficas para denunciar os insultos contra a religião e o profeta”.
Na terça-feira, milhares de pessoas protestaram na frente da embaixada americana no Cairo contra o filme. Cerca de 20 jovens muçulmanos conseguiram pular os muros da Embaixada dos EUA e arrancar e rasgar a bandeira americana.