16/09/2012

Grandes Revelações...


REVELADOS SEGREDOS EXPLOSIVOS DE VALÉRIO, QUE TEME SER ASSASSINADO: 1) Mensalão movimentou R$ 350 milhões; 2) Lula, com Dirceu de braço direito, era o chefe; 3) presidente recebia pessoalmente doadores clandestinos; 4) publicitário se encontrou no Palácio com Dirceu e Lula várias vezes; 5) Delúbio, o tesoureiro, dormia com frequência no Alvorada

Vocês já viram a capa da revista VEJA. A reportagem traz informações estarrecedoras. O publicitário Marcos Valério sabe que vai para a cadeia — e não será por pouco tempo. E está, obviamente, infeliz e revoltado. Acha que será o principal punido de uma cadeia criminosa que tinha, segundo ele, na chefia, ninguém menos do que Luiz Inácio Lula da Silva, então presidente da República — aquele mesmo que, ao encerrar o segundo mandato, assegurou que iria investigar quem havia inventado essa história de mensalão, "uma mentira"… Reportagem de capa de Policarpo Júnior, na VEJA desta semana, revela, agora, um Marcos Valério amargo e, como se vê, propenso a falar o que sabe — o que tem feito com alguns amigos. Só que ele está com medo de morrer. Tem certeza de que será assassinado se falar tudo o que sabe. Acho, no entanto, que ele deveria fazê-lo. Os que podem estar interessados na sua morte temem justamente o que ele não contou — e a melhor maneira de preservar o segredo é eliminando-o. Que peça proteção formal ao Estado e preste um serviço aos brasileiros.

Na sessão de quinta-feira do Supremo, num dia em que não temeu em nenhum momento o ridículo, o ministro Dias Toffoli — que vinha tendo uma boa atuação até o julgamento do mensalão (ele decida o que fazer de sua biografia!) — ensaiou uma distinção politicamente pornográfica entre "o valerioduto" (cuja existência ele admitiu, tanto que condenou o empresário) e o "mensalão como chama a imprensa"… Ficou claro que o ministro acha que são coisas distintas, como se o empresário tivesse delinquido, sei lá, apenas por interesse pessoal. A verdade, assegura Valério, é bem outra. Abaixo, seguem trechos da reportagem de VEJA. Reputo como o texto jornalístico mais explosivo publicado no Brasil desde a entrevista de Pedro Collor às Páginas Amarelas da VEJA. Abaixo, uma síntese das nove páginas.

"O CAIXA DO PT FOI DE R$ 350 MILHÕES"
A acusação do Ministério Público Federal sustenta que o mensalão foi abastecido com 55 milhões de reais tomados por empréstimo por Marcos Valério junto aos bancos Rural e BMG, que se somaram a 74 milhões desviados da Visanet, fundo abastecido com dinheiro público e controlado pelo Banco do Brasil. Segundo Marcos Valério, esse valor é subestimado. Ele conta que o caixa real do mensalão era o triplo do descoberto pela polícia e denunciado pelo MP. (…) "Da SM P&B vão achar só os 55 milhões, mas o caixa era muito maior. O caixa do PT foi de 350 milhões de reais, com dinheiro de outras empresas que nada tinham a ver com a SMP&B nem com a DNA".
       
LULA ERA O CHEFE DO ESQUEMA, COM JOSÉ DIRCEU
Lula teria se empenhado pessoalmente na coleta de dinheiro para a engrenagem clandestina, cujos contribuintes tinham algum interesse no governo federal. Tudo corria por fora, sem registros formais, sem deixar nenhum rastro. Muitos empresários, relata Marcos Valério, se reuniam com o presidente, combinavam a contribuição e em seguida despejavam dinheiro no cofre secreto petista. O controle dessa contabilidade cabia ao então tesoureiro do partido, Delúbio Soares, que é réu no processo do mensalão e começa a ser julgado nos próximos dias pelos crimes de formação de quadrilha e corrupção ativa. O papel de Delúbio era, além de ajudar na administração da captação, definir o nome dos políticos que deveriam receber os pagamentos determinados pela cúpula do PT, com o aval do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado no processo como o chefe da quadrilha do mensalão: "Dirceu era o braço direito do Lula, um braço que comandava".

VALÉRIO SE ENCONTROU COM LULA NO PALÁCIO DO PLANALTO VÁRIAS VEZES
A narrativa de Valério coloca Lula não apenas como sabedor do que se passava, mas no comando da operação. Valério não esconde que se encontrou com Lula diversas vezes no Palácio do Planalto. Ele faz outra revelação: "Do Zé ao Lula era só descer a escada. Isso se faz sem marcar. Ele dizia vamos lá embaixo, vamos". O Zé é o ex-ministro José Dirceu, cujo gabinete ficava no 4º andar do Palácio do Planalto, um andar acima do gabinete presidencial. Marcos Valério reafirma que Dirceu não pode nem deve ser absolvido pelo Supremo Tribunal, mas faz uma sombria ressalva. "Não podem condenar apenas os mequetrefes. Só não sobrou para o Lula porque       eu, o Delúbio e o Zé não falamos", disse, na semana passada, em Belo Horizonte. Indagado, o ex-presidente não respondeu.
       
PAULO OKAMOTTO, ESCALADO PARA SILENCIAR VALÉRIO, TERIA AGREDIDO FISICAMENTE A MULHER DO PUBLICITÁRIO
"Eu não falo com todo mundo no PT. O meu contato com o PT era o Paulo Okamotto", disse Valério em uma conversa reservada dias atrás. É o próprio Valério quem explica a missão de Okamotto: "O papel dele era tentar me acalmar". O empresário conta que conheceu o Japonês, como o petista é chamado, no ápice do escândalo. Valério diz que, na véspera de seu primeiro depoimento à CPI que investigava o mensalão, Okamotto o procurou. "A conversa foi na casa de uma funcionária minha. Era para       dizer o que eu não devia falar na CPI", relembra. O pedido era óbvio. Okamotto queria evitar que Valério implicasse Lula no escândalo. Deu certo durante muito tempo. Em troca do silêncio de Valério, o PT, por intermédio de Okamotto, prometia dinheiro e proteção. A relação se tornaria duradoura, mas nunca foi pacífica. Em momentos de dificuldade, Okamotto era sempre procurado. Quando Valério foi preso pela primeira vez, sua mulher viajou a São Paulo com a filha para falar com Okamotto. Renilda Santiago queria que o assessor de Lula desse um jeito de tirar seu marido da cadeia. Disse que ele estava preso injustamente e que o PT precisava resolver a situação. A reação de Okamotto causa revolta em Valério até hoje. "Ele deu um safanão na minha esposa. Ela foi correndo para o banheiro, chorando."

O PT PROMETEU A VALÉRIO QUE RETARDARIA AO MÁXIMO O JULGAMENTO NO STF
O empresário jura que nunca recebeu nada do PT. Já a promessa de proteção, segundo Valério, girava em torno de um esforço que o partido faria para retardar o julgamento do mensalão no Supremo e, em último caso, tentar amenizar a sua pena. "Prometeram não exatamente absolver, mas diziam: 'Vamos segurar, vamos isso, vamos aquilo'… Amenizar", conta. Por muito tempo, Marcos Valério acreditou que daria certo. Procurado, Okamotto não se pronunciou.

"O DELÚBIO DORMIA NO PALÁCIO DA ALVORADA"
Nos tempos em que gozava da intimidade do poder em Brasília, Marcos Valério diz guardar muitas lembranças. Algumas revelam a desenvoltura com que personagens centrais do mensalão transitavam no coração do governo Lula antes da eclosão do maior escândalo de corrupção da história política do país. Valério lembra das vezes em que Delúbio Soares, seu interlocutor frequente até a descoberta do esquema, participava de animados encontros à noite no Palácio da Alvorada, que não raro servia de pernoite para o ex-tesoureiro petista. "O Delúbio dormia no Alvorada. Ele e a mulher dele iam jogar baralho com Lula à noite. Alguma vez isso ficou registrado lá dentro? Quando você quer encontrar (alguém), você encontra, e sem registro." O operador do mensalão deixa transparecer que ele próprio foi a uma dessas reuniões noturnas no Alvorada. Sobre sua aproximação com o PT, Valério conta que, diferentemente do que os petistas dizem há sete anos, ele conheceu Delúbio durante a campanha de 2002. Quem apresentou a ele o petista foi Cristiano Paz, seu ex-sócio, que intermediava uma doação à campanha de Lula.
       
EMPRÉSTIMOS DO RURAL FORAM FEITOS COM AVAL DE LULA E DIRCEU
"O banco ia emprestar dinheiro para uma agência quebrada?" Os ministros do STF já consideraram fraudulentos os empréstimos concedidos pelo Banco Rural às agências de publicidade que abasteceram o mensalão. Para       Valério, a decisão do Rural de liberar o dinheiro  com garantias fajutas e José Genoino e Delúbio Soares como fiadores não foi um favor a ele, mas ao governo Lula. "Você acha que chegou lá o Marcos Valério com duas agências quebradas e pediu: 'Me empresta aí 30 milhões de reais pra eu dar pro PT'? O que um dono de banco ia responder?" Valério se lembra sempre de José Augusto Dumont, então presidente do Rural. "O Zé Augusto, que não era bobo, falou assim: 'Pra você eu não empresto'. Eu respondi: 'Vai lá e conversa com o Delúbio'. "A partir daí a solução foi encaminhada. Os empréstimos, diz Valério, não existiriam sem o aval de Lula e Dirceu. "Se você é um banqueiro, você nega um pedido do presidente da República?"
             Reinaldo Azevedo


VEM AÍ!!! - ELEIÇÕES 2012.


O fato foi lembrado na coluna do Merval Pereira, em O Globo. 
A foto é de maio de 2000, durante a votação do Salário Mínimo. Naquela época, o aumento dado por Fernando Henrique Cardoso foi de 
19,2%.Eles acharam pouco. Fizeram troça...  
Dilma ofereceu 6,9%. Eles acharam muito  
Os personagens dispensam apresentações. 
Eles chegaram lá!.. Eles estão lá!.. 

Infelizmente sabemos que a política no Brasil é um jogo de cartas marcadas. Onde cada decisão não passa de jogadas muito bem calculadas e armadas. De nada adianta essas votações e reuniões que só fazem beneficiar os grandes empresários e os líderes políticos. Uma coisa é certa não estão preocupados com o povo; como diria Chico Anysio, o povo é apenas um detalhe...Eles só querem se promover diante da opinião pública.

 

Estudo de US$ 100 milhões pode descobrir a cura para o Alzheimer.

Na Colômbia vivem os portadores de uma rara mutação genética que os condena a manifestar a doença aos 45 anos. Eles são alvo de um novo estudo que poderá descobrir um tratamento contra o mal para o Alzheimer.


Ontem, ela ficou acordada até as 4 da manhã. Por isso está dormindo", diz. É quase meio-dia em Yarumal, centro-oeste da Colômbia. A cidade de 40 mil habitantes tem centenas de pessoas com o mesmo problema de Alba, mas não é um reduto de idosos nem um centro de tratamento. Yarumal fica na região mundial com o maior número de portadores de uma raríssima mutação genética. Todos os que têm essa mutação irão desenvolver Alzheimer. E pior: o mal se manifestará, destruindo memória e outras capacidades mentais dessas pessoas, muito cedo, quando estiverem com cerca de 45 anos (a doença costuma atacar a partir dos 65). Pesquisadores estimam que 5 mil parentes de Alba (próximos e distantes) possam ter a mutação. Mas o trágico destino impresso no DNA desses familiares virou também uma das maiores esperanças de se descobrir uma prevenção ou cura para a doença desde que, em maio, os Estados Unidos anunciaram que farão um teste clínico de US$ 100 milhões na região. 

Esgotado após a noite sem dormir, César conta que há anos a esposa está assim. "Nenhum médico a atende. O plantonista que a examinou esses dias receitou um xarope para os ataques, mas não para aliviá-la. Disse que não tem remédio." As drogas disponíveis hoje conseguem, no máximo, barrar o avanço do Alzheimer que, passo a passo, compromete o cérebro. Mas ninguém sabe como evitar ou reverter o quadro. O Crenezumab, remédio que começará a ser testado nos colombianos com a mutação a partir de 2013, pode trazer respostas para essa questão. O teste com o fármaco será financiado pelo governo americano, pelo Instituto Banner Alzheimer e pela farmacêutica Genentech, que produz o medicamento. 

Cerca de 10% dos casos de Alzheimer é causado por um erro no DNA. Pacientes como Alba são importantes "porque há a certeza, mesmo antes dos sintomas, de que o mal se desenvolverá", diz Richard Scheller, vice-presidente de pesquisas da Genentech. Para entender o teste, é preciso saber que uma das características do Alzheimer é um aumento da concentração no corpo de um fragmento de proteína chamado beta-amiloide. "Em alta concentração, essa substância começa a formar pequenas estruturas, que são tóxicas", diz Sérgio Ferreira, chefe do laboratório de Doenças Neurodegenerativas da UFRJ. As estruturas também acabam por formar placas no cérebro das pessoas afetadas. 

Uma das hipóteses mais aceitas pelos cientistas é que esses aglomerados e placas seriam os principais responsáveis pelos sintomas do Alzheimer. A droga que será dada aos colombianos tentará impedir as formações de beta-amiloide. "Se, na idade que deveriam desenvolver o mal, os voluntários não tiverem as perdas cognitivas esperadas, isso pode ser o primeiro passo para uma forma eficaz de prevenção e tratamento", diz Gary Small, psiquiatra da Universidade da Califórnia. Small publicou em fevereiro uma pesquisa mostrando como, através de um scanner cerebral, é possível detectar essas mudanças no cérebro anos antes dos sintomas aparecerem. "Essa técnica poderá ajudar no estudo", diz. 


Alba Betancur começou a perder a memória aos 46 anos 

e desde então depende do marido, César Arroyave.


Séculos de mutação 

César e Alba nasceram, se conheceram e se apaixonaram em Canoas, zona rural da cidade de Angostura. Pesquisadores colombianos, liderados pelo neurologista Francisco Lopera, foram até lá para rastrear a origem da mutação no país. Acredita-se que, em meados do século 18, Javier San Pedro Gomez e María Luisa Chavarriaga Mejía chegaram à área montanhosa de difícil acesso. Tudo indica que a mulher era portadora do gene e que 3 de seus filhos teriam disseminado a condição. Famílias numerosas, isoladas dos centros urbanos e com casamentos endogâmicos favoreceram a concentração genética. Os cientistas colombianos investigam os casos desde 1982. Lopera, que hoje comanda uma equipe de 50 especialistas na Universidade de Antioquia, construiu uma imensa árvore genealógica das pessoas que sofriam do mal (chamado pelos locais na época de "la bobera") e confirmou se tratar de uma forma de Alzheimer. "Esse é provavelmente o maior grupo familiar com uma doença neurológica isolado geneticamente do mundo", diz Lopera, referindo-se ao clã de 5 mil pessoas, das quais 662 já foram confirmadas como portadoras da anomalia. 

Com a ajuda de pesquisadores americanos, o neurologista colombiano identificou qual era a mutação responsável pelo Alzheimer precoce em 1995. "A partir disso começamos a procurar empresas farmacêuticas e instituições que pudessem financiar testes clínicos. Mas a comunidade científica não estava preparada e, além disso, ainda era uma época de confusão na Colômbia", afirma Kenneth Kosik, da Universidade de Santa Bárbara, um dos líderes dos testes clínicos e parceiro dos colombianos nos estudos há 20 anos. A confusão à qual Kosik se refere é o fato de que a região onde se concentra os portadores da mutação incluiu Medellín que, até 1993, abrigava o cartel produtor de cocaína mais conhecido do mundo. As farmacêuticas não estavam dispostas a arcar com o risco. 

Crise familiar 

No último ano, dois parentes de Alba Betancur com Alzheimer precoce morreram por causas associadas à doença. Pelo menos um irmão e 3 tios também foram vítimas, somando mais casos à dolorosa árvore genealógica. "Se você sabe que um irmão tem a mutação, você automaticamente tem 50% de chance de também tê-la e desenvolver a doença", diz o neurocientista Kosik. Isso fica claro ao ver que, onde há alguém com a enfermidade, multiplicam-se histórias de núcleos familiares destroçados pelo mal. 

SE BEBER, NÃO DIRIJA!!!



Coronel Príncipe é pego pela Lei Seca

O coronel da PM Fernando Príncipe Martins foi pego pela Lei Seca depois de se recusar a soprar o bafômetro numa blitz  na Barra da Tijuca, na madrugada de hoje. A operação foi na Praça do Ó.

Detalhe interessante para um oficial da PM: ele não usava cinto de segurança e ainda ficou questionando os PMs sobre a legalidade da operação. O coronel dirigia um Porsche zero quilômetro, segundo registraram os agentes da blitz. Teve a carteira de habilitação apreendida, recebeu multa e foi obrigado a passar o volante do "brinquedo" para outra pessoa.

Para quem não ligou o nome à pessoa: o coronel Fernando Príncipe foi substituído no comando do Bope em 2006 após denúncias de excessos envolvendo policiais daquela unidade de elite e, mais tarde, na chefia do 9º BPM (Rocha Miranda), depois que o menino Wesley, de 11 anos, foi morto dentro de um Ciep num confronto entre PMs e traficantes.

 

Bolo na casquinha.


 Ingredientes

100g de manteiga
1 xícara de açúcar granulado
2 ovos
1 xícara de leite
2 colheres (sopa) de essência de baunilha
1 e 1/2 xícara de farinha de trigo
2 colheres (chá) de fermento em pó
24 casquinhas de sorvete tipo biju

Recheio de Brigadeiro
1 lata de leite condensado
1 caixa de creme de leite
6 colheres (sopa) de chocolate em pó

Cobertura
300ml de creme de leite fresco
3 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro
Granulado, cerejas, calda de chocolate

Modo de preparo
Pré-aqueça o forno a 180°C. Forre uma forma retangular grande com papel alumínio. Faça furos com uma faca e encaixe cada casquinha de sorvete nesses furos. Reserve. Na batedeira, bata o açúcar com a manteiga até formar um creme claro e fofo. Acrescente um ovo por vez, batendo bem depois de cada adição. Adicione a baunilha e bata novamente. Alternadamente, junte o leite e a farinha e bata só até misturar. Não bata demais a massa, apenas o suficiente para incorporar os ingredientes. Junte o fermente e misture com uma espátula. Preencha a casquinha de sorvete com a massa até quase a borda. Leve ao forno por aproximadamente 30-40 minutos ou até que inserindo um palito no centro do bolo saia limpo. Deixe esfriar completamente sobre uma grade.

Recheio
Enquanto o bolo assa, prepare o recheio. Em uma panelinha, misture o leite condensado, creme de leite e cacau. Leve ao fogo baixo sempre mexendo até formar um brigadeiro cremoso. Deixe esfriar completamente.

Montagem
5. Corte a superfície de cada bolinho e recheie com o brigadeiro frio. Bata o creme de leite com o açúcar em ponto de chantilly (veja AQUI como), coloque em um saco de confeiteiro e faça uma cobertura farta sobre o bolinho. Decore com granulado, cereja (usamos thimbleberry), calda de chocolate ou o que preferir.

 

Um ótimo domingo para você.

 
Quando sentir vontade de sorrir, olhe para uma criança e veja que sorriso lindo que ela tem.
Quando sentir vontade de chorar olhe para um deficiente e veja que sorriso belo que ele tem apesar da deficiência.
Quando se sentir triste, olhe para trás, e veja quantas coisas boas você construiu.
Quando se sentir só, pense em Deus, e você não estará mais só.
Quando alguém te magoar, não retribua, apenas deseje que ele seja feliz.
Muitas vezes, deixamos de olhar para as coisas mais simples da vida, que nos dão prazer, para nos apegar a coisas fúteis sem nenhum valor.

A revolução de Piaget.

 

As crianças escolhem "solidariedade" como tema da lição, montam um circo com material reciclado e a professora coordena. Parece uma festa, mas não é. É uma sala de aula inspirada pelas teorias de Jean Piaget, o criador do aprendizado prazeroso e gradual. As idéias do mestre, cujos cem anos de nascimento se comemoram este mês, mudaram nossa vida.

 

A pedagogia nunca mais foi a mesma depois que Piaget submeteu o ensino à necessidade do aluno e não o aluno ao ensino. A inversão, tão simples quanto arrojada, rompeu com a escola tradicional, que considerava que o conhecimento vinha de fora para dentro. "Era como se a transmissão do saber fosse feita", conta a pedagoga Lena Bartman, diretora pedagógica da Escola Ibeji, em São Paulo, "tomando-se a criança como uma placa de cera onde se podia imprimir informações acumuladas" .

Inspiradas nos conceitos piagetianos, surgiram as chamadas escolas construtivistas, aquelas que partem da noção de que a criança forma seu intelecto aos poucos, em interação com o mundo, como o biólogo demonstrou. Para os construtivistas o importante é formar indivíduos independentes que busquem o conhecimento do seu próprio modo. "A autonomia deve ser cultivada pela existência toda", afirma Bartman. "Enquanto as informações decoradas podem ser esquecidas, a inquietação intelectual e o prazer pelo saber, quando incorporados, fazem parte do indivíduo", compara a pedagoga.

O século de Piaget foi o da reinvenção da pedagogia. Por isso, os cem anos do seu nascimento vão ser comemorados em grande estilo. Em setembro, os Arquivos Jean Piaget, da Universidade de Genebra, na Suíça, abrirão uma exposição da sua obra, simultaneamente em várias cidades do mundo, inclusive o Rio de Janeiro. Haverá também um congresso internacional denominado "O Pensamento em Evolução", em Genebra. No mundo inteiro, os piagetianos vão discutir as descobertas do mestre. "As idéias de Piaget continuam ativas", disse à SUPER, Silvia Parrat-Dayan, psicóloga responsável pela organização dos eventos. "Elas são uma rteferência obrigatória tanto para os que dão continuidade a elas quanto para os que querem superá-las".

 

A descoberta do aprendizado por etapas

Piaget era um curioso insaciável. Quando menino, na cidade suíça de Neuchâtel, onde nasceu, estudava moluscos. E, com 10 anos, publicou seu primeiro artigo com observações sobre um pardal albino, nada menos. Esse geninho precoce deixou, ao longo de 84 anos de vida, 300 publicações. E recebeu seis títulos de doutor em universidades inglesas, americanas e francesas. Era um homem simples e metódico: acordava às 4 horas da manhã, adorava andar de bicicleta e não abria mão de três meses de férias nos Alpes.

Como biólogo, Piaget descobriu o processo de construção do conhecimento pela criança, desde as formas mais simples de compreeensão até a fase dedutiva e lógica, quando o raciocício começa a elaborar hipóteses complicadas. Mostrou que o ser humano evolui a partir da interação com o mundo. Esse "interacionismo" – para usar uma expressão cara a Piaget – parece óbvio hoje em dia, mas na primeira metade do século foi um ovo de Colombo.

Em 1921, observando experiências no Instituto Jean-Jacques Rousseau, Genebra, o cientista descobriu que o aprendizado era um processo gradual no qual a criança vai se capacitando a níveis cada vez mais complexos do conhecimento, seguindo uma seqüência lógica. Para desvendá-la, elaborou uma teoria do desenvolvimento intelectual por fases, cujo ponto de partida é a posição egocêntrica, ou seja, aquela em que a criança não distingue a existência de um mundo externo separado de si própria.

Na linguagem, o "egocentrismo" corresponde ao período em que a criança não vê necessidade de explicar aquilo que diz por ter certeza de estar sendo entendida. Ou quando atribui seus próprios desejos e características a coisas externas, achando, por exemplo, que "a nuvem está chorando" quando chove ou que um cão late por "saudade da mamãe".

A partir do egocentrismo, o biólogo percebeu que a inteligência forma-se por meio de adaptações. Por assimilação, a criança vai integrando elementos novos a esquemas já existentes. Quando o esquema torna-se insuficiente para responder à novidade, é modificado. Assim, para aprender a chupar um canudinho processa uma "acomodação" no conhecimento que possuía antes, o de chupar a mamadeira. Desse jeito, interagindo com o mundo externo, vai reduzindo gradualmente o egocentrismo. "Piaget

 

A liberdade de poder ser racional

Em 1929, Piaget assumiu o cargo de diretor assistente da Universidade de Genebra e começou a redigir a sua "epistemologia genética" – uma teoria biológica sobre a construção do conhecimento humano. A primeira fase da inteligência chamou de sensório-motor porque, nela, o conhecimento é marcado pelo contato físico e sua fonte é o objeto: para se ter a noção de um lápis, é preciso tocá-lo, levá-lo à boca e (num estágio bem mais avançado) rabiscar com ele.

Na segunda fase, as atividades de representação, como o jogo, o desenho e a linguagem, põem a criança em contato com o conhecimento produzido pelos que a cercam. Nesse intercâmbio mais dinâmico com o ambiente surgem os primeiros ensaios de operações abstratas, por isso ela foi batizada de fase pré-operacional. Aí, o pensamento passa a ser elaborado com uma linguagem interior e um sistema de signos. A criança começa a reconstituir as ações por meio de imagens e de experiências mentais.

A última fase, a operacional-formal, surge quando a criança já é capaz de fazer uma operação ao contrário, ou seja retornar ao seu início. Para admitir que A é igual a B, tem que aceitar que B é igual a A. Essa ida e volta do pensamento exige uma seqüência lógica. Com ela, o garoto já pode relacionar as coisas de modo a prever as situações e criar hipóteses, o que, aliás, é a característica do método experimental na ciência. "A grande contribuição de Piaget", diz Lino de Macedo, diretor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, "está em promover o encontro do conhecimento sob a ótica da criança com a visão do adulto e com a ciência, o que até então ninguém tinha feito".

O pensador suíço mostrou que o ser humano tem a capacidade, determinada por sua própria biologia, de raciocinar por si próprio, livre e autonomamente. "A teoria de Piaget salvou o homem", diz o professor Yves de La Taille, do Instituto de Psicologia da USP. "Tornou-o capaz de superar a ideologia pela ciência, de livrar-se do lastro da tradição pela inteligência e de recusar a autoridade pela reciprocidade". Na verdade, o que Piaget descobriu foi a capacidade

 

Marcas de batom.


Numa escola pública no centro de Belo Horizonte, estava ocorrendo uma  situação inusitada: meninas de 15,16,17 anos que usavam batom, todos  os dias beijavam o espelho para remover o excesso de batom.
O diretor andava bastante aborrecido, porque o zelador tinha um  trabalho enorme para limpar o espelho ao final do dia. Mas, como sempre, na tarde seguinte, lá estavam as mesmas marcas de batom...
Um dia o diretor juntou o bando de meninas no banheiro e explicou pacientemente que era muito complicado limpar o espelho com todas aquelas marcas que elas faziam. Fez uma palestra de uma hora. No dia seguinte as marcas de batom no banheiro reapareceram...
No outro dia, o diretor juntou o bando de meninas e o zeladora no banheiro, e pediu ao zeladora para demonstrar a dificuldade do trabalho. A zeladora imediatamente pegou um pano, molhou no vaso sanitário e passou no espelho.
Nunca mais apareceram marcas no espelho!
Moral da história: Há professores e há educadores... Comunicar é sempre um desafio !
Às vezes, precisamos usar métodos diferentes para alcançar certos  resultados.
Por quê?
Porque a bondade que nunca repreende não é bondade: é passividade.
Porque a paciência que nunca se esgota não é paciência: é subserviência.
Porque a serenidade que nunca se desmancha não é serenidade: é indiferença.
Porque a tolerância que nunca replica não é tolerância: é imbecilidade. 
"O saber a gente aprende com os mestres e os livros. A sabedoria se aprende é com a vida ".
 


Palavras...


  

A palavra é um fio de sons carregado por nossos sentimentos.
       Em razão disso aquilo que sentimos é o redemoinho de vibrações que conduzirá a palavra ao lugar certo que propomos atingir.
       Quando falamos, cada qual de nós apresenta o próprio retrato espiritual passado a limpo.
       Conversando, dialogamos; dialogando aprendemos.
       Quem condena atira uma pedra que voltará sempre ao ponto de origem.
       As artes são canais de expressão derivados do verbo: a escultura é a palavra coagulada, a pintura é a palavra colorida, a dança é palavra em movimento, a música é a palavra em harmonia; mas a palavra, em si, é a própria vida.
       Quando reclamar algo, espere que as emoções se mostrem pacificadas; um grito de cólera, muitas vezes, tem a força de um punhal.
       Sempre que possa e quanto possa, abstenha-se de comentar o mal; a palavra cria a imagem e a imagem atrai a influência que lhe diz respeito.
       Você falou, começou a fazer.   

.André Luiz.