21/09/2012

Acorde...

Cego é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria. Surdo é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão.


Simples Assim...

Nunca diga que não tem mais esperança, pois no momento que você se considera sem esperança está começando a morrer. A esperança é antes de tudo o alimento da vida e do amor.



Peregrina

Paulo Coelho...

Lista das 'praias mais perigosas do mundo' inclui Copacabana.

O site do "Huffington Post" fez uma lista das "praias mais perigosas do mundo". Entre os motivos estão ataques de tubarão, proximidade com vulcão, poluição... E crime. Este é o caso de Copacabana, incluída na lista juntamente com Boa Viagem (Recife). Confira:

Fraser Island, Austrália 
Os banhistas costumam ser atacados por cães selvagens.


Hanakapiai Beach, Havaí 
A placa dá as boas-vindas à praia. Mas cuidado: fique na areia!



Praia de Boa Viagem (Recife), Brasil 
O motivo é bem conhecido: ataques de tubarões.




Chowpatty Beach (Bombaim), Índia 
Esta praia é considerada uma das mais poluídas do mundo.



Northern Territory, Austrália 
Nos meses mais quentes, águas vivas "assassinas" tornam o banho impossível nestas águas.



Copacabana (Rio de Janeiro), Brasil 
Não se trata de tubarão. Não se trata de poluição. O problema, segundo o "Huffington Post", 
no cartão-postal carioca é o "crime".



Gansbaai, África do Sul 
Esta área é conhecida como a capital mundial do tubarão branco. Precisa dizer mais?



Volusia County (Flórida), EUA 
Esta região registra o maior número de ataques de tubarão contra humanos por metro 
quadrado do planeta.



Kilauea, Havaí 
O Kilauea é um dos vulcões mais ativos do mundo. As suas lavas chegam ao mar, 
que alcança temperatura altíssima.



Playa Zipolite, México 
Na língua indígena, Zipolite quer dizer "praia dos mortos". O nomne vem das 
terríveis correntes marinhas e das ondas gigantescas.

Second Beach, África do Sul 
O vilão novamente é o tubarão. Mesmo assim, a praia ainda recebe turistas - 
muitos deles acabam atacados.


Cape Tribulation (Queensland), Austrália 
Aqui o perigoso é o conjunto da obra: água viva, crocodilo, cobras venenosas...



Acapulco, México 
A violência provocada pelos cartéis de drogas aterroriza a famosa região turística.

No futuro, todos se parecerão com brasileiros, diz pesquisador.



Na história dos relacionamentos humanos, a regra sempre foi que populações locais ou vivendo próximos casassem entre si e gerassem descendentes. Isso propiciou populações com traços muito parecidos entre si, que foram identificadas como grupos étnicos específicos.
De acordo com Stephen Stearns, professor de ecologia e biologia evolucionária em Yale, antes da invenção da bicicleta, a distância média, na Inglaterra, entre o local de nascimento de um homem e uma mulher que formavam um casal era cerca de 1.6 km.
Durante a segunda metade do século 19, bicicletas aumentaram para 48 km a distância média entre os locais de nascimento de membros de um casal. Padrões semelhantes foram verificados em outros países europeus. Desde que surgiram outras formas de se locomover com certa rapidez por grandes distâncias, no entanto, os horizontes do amor só aumentaram.
Stearns diz que globalização, imigração, difusão cultural e as facilidades modernas para viajar gradualmente homogeneizaram a população humana. Como traços recessivos dependem de duas cópias do mesmo gene para serem expressos, tais traços aparecerão mais raramente e traços dominantes serão a norma.
Tudo isso, claro, são hipóteses. É difícil afirmar se a miscigenação irá continuar e em qual ritmo. Barreiras culturais, xenofobismo e baixa taxa de migração podem frear esse processo.
Além disso, não é simples predizer como uma mistura de genes afeta a aparência física, mas segundo o biólogo John McDonald, a tendência é que os traços das pessoas sejam mais parecidos. A cor da pele e do cabelo médios do americano deverá escurecer levemente, e haverá menos pessoas com os cabelos e peles muito brancas ou muito negras.
A mistura genética em ação nos Estados Unidos está também ocorrendo em outras partes do mundo. E uma população forjada a partir da mistura de africanos, nativos americanos e europeus aparece como um arquétipo para o futuro da humanidade. Segundo Stearns, em alguns séculos todos estarão se parecendo com brasileiros.