O jeans sem lavagem ganhou novas versões. Com status nas passarelas do verão 2013 internacional.




O jeans sem lavagem ganhou novas versões. Com status nas passarelas do verão 2013 internacional.





Uma britânica de 12 anos descobriu recentemente que tem um quociente de inteligência de 162, bem acima da média de 100 e maior do que os de Albert Einstein e Stephen Hawking. Por isso, Olivia Manning foi aceita na Mensa, sociedade internacional que reúne pessoas com altos quocientes de inteligência. O resultado a coloca entre o 1% das pessoas mais inteligentes do mundo. As informações são do Daily Mail.
Entrando para o mundo dos gênios, a menina tem agora status de celebridade na escola onde estuda, a North Liverpool Academy em Everton. "Muitas pessoas estão vindo até mim para pedir ajuda com a lição de casa. Eu simplesmente gosto de desafios e de fazer minha mente funcionar", conta Olivia. Ela admite ter um talento especial para absorver e lembrar de novas informações, mas confessa ter ficado "sem palavras" quando descobriu sua pontuação. A britânica conta, ainda, que aprendeu as falas de Macbeth para uma peça em 24 horas.
Olivia terá muito a fazer daqui para frente. "Nós temos dado trabalho extra para ela fazer e vamos querer saber por que ela não está tirando A em tudo", brincou Stacey Meighen, professora e organizadora do clube Mensa na escola, do qual Olivia faz parte.
"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada". Ayn Rand ![]() Judia, fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920. |

O R$ 1,134 milhão apreendidos pela Justiça Eleitoral na última terça-feira em Parauapebas (PA) seriam entregues a Alex Pamplona Ohana, ex-secretário de Saúde do município e apontado como coordenador da campanha do candidato José das Dores Couto, conhecido como "Coutinho do PT". A informação faz parte do depoimento dado por Adnado Correia Braga ao delegado da Polícia Federal de Marabá, Antonio José Silva Carvalho, que investiga a suspeita de uso do dinheiro para compra de votos em Parauapebas. Braga foi encarregado de levar o dinheiro de Belém até Parauapebas e deu à PF detalhes sobre a operação.
- O depoimento de Adnaldo nos dá todos os indícios de que o dinheiro seria usado na campanha eleitoral na cidade. Outro indício era a presença de Alex no local. Ele saiu do aeroporto tão logo chegou o juiz eleitoral Líbio Moura, acompanhado por policiais, e chegou a cumprimentá-lo - afirmou o delegado, acrescentando que, além do juiz, os vigilantes do aeroporto também confirmaram a presença de Alex no aeroporto.
Adnaldo Correia Braga é primo de Kerniston Braga, funcionário da Prefeitura de Parauapebas, que é administrada por Darci José Lermer (PT). Como está no segundo mandato e não pode ser reeleito, Coutinho, ex-secretário de Obras do município, recebe seu apoio. A vice na chapa é Isabel Mesquita, do PMDB, ex- secretária Nacional de Políticas de Turismo.
Em depoimento à PF, Adnaldo afirmou que seu primo Kerniston viajou a Belém no domingo e pediu que a ele que o acompanhasse na segunda-feira a uma agência do Banpará, onde pegaria uma grande soma de dinheiro. Preocupado com um possível assalto, Kerniston teria pedido a ele que fizesse a escolta, seguindo seu carro no trajeto. No banco, Kerniston teria recebido R$ 400 mil sacados em dinheiro vivo pelo dono da Etec Empresa Técnica, que descontou um cheque da empresa. No mesmo dia, contou Adnaldo, Kerniston fez a ele um segundo pedido: que se encarregasse de levar o dinheiro no avião da empresa White Tratores, pilotado por Lucas Silva Chaparro.
Em depoimento ao delegado Carvalho, Adnaldo afirmou ter sido surpreendido na terça-feira pelo primo. Na hora de embarcar, no lugar de receber apenas uma mochila de dinheiro, com os R$ 400 mil sacados no dia anterior, Kerniston lhe entregou mais duas mochilas recheadas com notas de R$ 100, R$ 50 e R$ 20. A mulher de Adnaldo foi junto porque nunca havia viajado de avião.
- Antes de o avião pousar em Parauapebas, Kerniston mandou uma mensagem para o celular de Adnaldo, orientando para que o avião pousasse em Marabá, não no município, mas o primo não viu - disse o delegado, que acredita que a mensagem possa ter sido enviada após informações sobre a ação da Justiça Eleitoral, que havia sido avisada de que chegaria dinheiro vivo no aeroporto para ser usado na compra de votos no município e convocou as polícias Militar e Civil para a operação.
Para Carvalho, o fato de o juiz Líbio Moura não ter esperado que o dinheiro fosse entregue ao destinatário, qualquer que fosse ele, complica as investigações.
- Tenho indícios e o depoimento, mas se o dinheiro tivesse sido apreendido já com o destinatário seria mais fácil estabelecer o crime eleitoral. O fato de o dinheiro estar sendo transportado não é, por si só, um crime - explicou.
Em depoimento informal, um irmão de Paulo Guilherme Cavallero Macedo, dono da Etec, afirmou à Polícia Federal que os R$ 400 mil em espécie foi sacado a pedido de João Vicente Ferreira do Vale, dono da White Tratores, conhecido como Branco.
- O Branco alegou que, se o dinheiro fosse depositado na conta, seria bloqueado por meio de penhora eletrônica, e que precisava pagar funcionários. Perguntei a ele se a Etec costumava pagar fornecedores em dinheiro, e a resposta foi que esta teria sido a primeira vez. O dono da Etec disse que não tinha aliados políticos em Parauapebas, mas sabia que Branco tinha "vários rolos" - disse o delegado, que ouvirá o dono da Etec, o irmão dele e o proprietário da White Tratores na próxima terça-feira.
O advogado da campanha do PT em Parauapebas, Wellington Valente, afirmou que o fato de Alex Pamplona Ohana estar no aeroporto não o vincula ao dinheiro apreendido ou a qualquer irregularidade.
Carvalho explicou que caso exista crime, será de formação de quadrilha ou lavagem de dinheiro, uma vez que a corrupção eleitoral não chegou a ser concretizada, pois o juiz eleitoral apreendeu a quantia antes que ela mudasse de mãos.
As duas empresas envolvidas na operação têm contratos com a Prefeitura de Parauapebas. A White Tratores, que assumiu ser dona do dinheiro, possui pelo menos dois, no valor de R$ 2,6 milhões, por serviços de locação de caminhões e picapes. A Etec é dona de um contrato bem maior, no valor de R$ 36.228.352,08, destinado a obras de terraplenagem, drenagem e pavimentação asfáltica na zona urbana e rural do município, assinado em setembro de 2011 e com término previsto para setembro deste ano. Em maio passado, foi assinado um aditivo de R$ 8.930.011,05.
Segundo informações do Tribunal Superior Eleitoral, a Etec doou R$ 300 mil à campanha de Darci José Lermer em 2008. O proprietário da White Tratores doou R$ 3 mil para a campanha do vereador Raimundo de Vasconcelos Silva, então candidato pelo PT.
O juiz Líbio Moura não quis confirmar o encontro com Alex Pamplona Ohana no aeroporto.
- Entendo que a investigação é sigilosa. Não se pode julgar ninguém antecipadamente, às vésperas da eleição - afirmou Moura.

Uma contestação do Ministério Público Federal de São Paulo a respeito do benefício concedido ao piloto Pietro Fittipaldi pode influenciar os rumos da aplicação futura da Lei de Incentivo ao Esporte. O procurador da República José Roberto Pimenta Oliveira pediu ao Ministério do Esporte a revisão do projeto aprovado, com financiamento total superior a R$ 1 milhão, com argumento de que o dinheiro captado na isenção fiscal do governo não reverterá ganhos sociais ao país.
A recomendação do MP foi enviada ao Ministério do Esporte no último dia 21 de setembro, e a pasta tem dez dias para se manifestar a respeito. O procurador Pimenta Oliveira diz que, se a revisão for rejeitada, pode ingressar em uma ação popular já em curso contra a União e o Instituto Emerson Fittipaldi, responsável pela captação da verba através da Lei de Incentivo.
O projeto intitulado "Programa de Formação do Piloto Pietro Fittipaldi na Nascar" passou pela revisão do Ministério do Esporte e cumpriu todas as exigências burocráticas para ser contemplado pela renúncia fiscal do governo. Não existe, portanto, nenhuma irregularidade a respeito do trâmite. Na verdade o debate sobre sua validade é puramente conceitual, reside especificamente no que pode ser interpretado como legado para o país.
O procurador do MP argumenta que o dinheiro que deixa de entrar nos cofres do governo financia um projeto particular, bancando uma carreira internacional, sem benefício social local.
"O projeto não se aplica ao interesse publico, não tem justificativa social, não justifica a medida. É impressionante que isso tenha tido sequência no Ministério do Esporte, algo sem o caráter social, apenas com o interesse individual e do Instituto Emerson Fittipaldi na formação de um piloto", afirmou o procurador do MP.
Atualmente corre na Justiça uma ação ajuizada pelo cidadão Marcelo Vieira Camargo, com pedido de liminar, a fim de que sejam bloqueados os recursos já captados por meio da Lei de Incentivo ao projeto Pietro Fittipaldi.
"Pedimos vistas [para ver o processo]. Ainda estamos decidindo se vamos apenas atuar na ação ou ingressar junto ao autor da ação popular. Qualquer cidadão que entende identificar um ato lesivo ao patrimônio público pode ingressar na Justiça", diz Pimenta Oliveira.
O Instituto Fittipaldi conseguiu captar R$ 1.001.203 através da Lei de Incentivo para ajudar a carreira internacional de Pietro. O adolescente corre em divisões inferiores da Nascar, a mais popular liga de automobilismo dos EUA. Em 2011, aos 15 anos, conquistou o título da categoria "Limited Late Model".
Do total captado, R$ 945.200 foi angariado em 2011, com direito a um aporte de meio milhão de uma multinacional do ramo alimentício. A quantia complementar foi conseguida neste ano [ao todo sete empresas contribuíram em troca de isenção fiscal]. Em março passado, antes da recomendação de revisão, o MP já havia encaminhado ao Ministro um ofício questionando a legalidade da aprovação do projeto.
"Toda medida que se toma tem o objetivo de aperfeiçoar a prática do Ministério do Esporte, com um critério mais objetivo na aplicação da lei. Que ela favoreça situações de inclusão social. Este projeto poderia ter sido captado com patrimônio privado", rebate o procurador Pimenta Oliveira.
Procurado o Ministério do Esporte informou que não recebeu até o momento a recomendação do Ministério Público. Por sua vez, o Instituto Fittipaldi não se manifestou sobre o caso até o fechamento desta reportagem.
