20/10/2012

Príncipe de Luxemburgo se casa com condessa belga em cerimonia religiosa.

O príncipe Guilherme de Luxemburgo se casou neste sábado (20) com a condessa belga Stéphanie de Lannoy na Catedral de Nossa Senhora de Luxemburgo, na capital do país, diante dos olhares de numerosos convidados das casas reais do mundo todo.












A cerimônia religiosa foi oficiada nos idiomas do Grande Ducado (francês, alemão e luxemburguês), além de inglês e flamengo.
A noiva, Stépahnie, de 28 anos, que já havia se casado com Guilherme nesta sexta-feira (19) no civil, chegou à catedral luxemburguesa acompanhada de seu irmão mais velho e herdeiro ao título de Conde de Lannoy.
A princesa de Luxemburgo usava um vestido confeccionado pelo estilista dos famosos Elie Saab, em tom champanhe e saia volumosa, com bordados em fio de ouro e um longo véu.
Segundo informou o Grande Ducado, para elaborar o vestido foram necessárias 3,2 mil horas de trabalho para os bordados e 700 horas de costura.
Guilherme, de 30 anos, que vestia o uniforme de gala do Exército do Grande Ducado, esperou paciente a chegada de Stéphanie pelo tapete vermelho.
A cerimônia começou com uma oração silenciosa pela recentemente falecida mãe da noiva, a condessa Alix della Faille de Leverghem.
A música que abriu a cerimônia, que durou mais de duas horas, foi "Grosser Gott" de compositor Ignaz Franz.
Durante o casamento foram lidos, entre outros textos, a carta de São Paulo aos Coríntios e o evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus.
A catedral de Nossa Senhora de Luxemburgo, de estilo gótico, mas com pórtico renascentista, foi decorada para a ocasião com motivos florais pelos jardineiros de Cumular-Berg.
Entre os convidados, estavam os príncipes das Astúrias, em representação da família real espanhola.


Imóvel na orla está à venda e deve dar lugar a prédio.




Já tramita no Conselho Municipal de Proteção do Patrimônio Cultural um processo de consulta sobre a demolição da famosa casa de pedra da Avenida Atlântica, em Copacabana. Segundo o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, embora a construção não seja tombada, o caso precisa passar pelo conselho porque é o que determina a lei para todos os imóveis da cidade erguidos antes de 1938. Espremida entre prédios de Copacabana, a casa, a última da Atlântica, deve dar lugar a um prédio comercial e está sendo negociada por R$ 23 milhões, conforme informou na sexta-feira o jornalista Ancelmo Gois em sua coluna no GLOBO.

Um vigia responsável pela segurança do imóvel disse que a residência já teria sido comprada. Há duas semanas, segundo vizinhos, foi feita a retirada dos móveis. A casa tem dois andares e ocupa uma área de 850 metros quadrados, próximo à esquina com a Rua Santa Clara. De estilo eclético, pertencia a Zilda Azambuja Canavarro Pereira, que morreu em maio, aos 101 anos.

A Secretaria municipal de Urbanismo, segundo o secretário Sérgio Dias, ainda não recebeu qualquer pedido de demolição ou consulta para a construção de um novo prédio no local. Parentes de Zilda não foram encontrados para comentar o assunto.


AI QUE DELICIAAAA!!!!!