08/11/2012

Como é a Natureza do Ser humano...


Ao primeiro presente que você lhe dá — ele se ajoelha; 
Ao segundo — beija-lhe a mão; 
Ao terceiro — ele se inclina; 
Ao quarto — contenta-se com um sinal de cabeça; 
Ao quinto — torna-se familiar; 
Ao sexto — ele o insulta; 
E ao sétimo — ele o põe na justiça porque você não lhe deu o suficiente.  

Comentário: 
A primeira recusa a uma pessoa desprovida de consciência ou consideração, ele destruirá os resultados de milhares de boas ações que você antes lhe prestou!


Essa alegria de viver é minha, eu cultivo sorrisos e abraços...

"Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional." 

(Agatha Christie)



Minuto de Sabedoria.

Se você não sabe perdoar sem esquecer, é sinal de que não compreendeu ainda a verdade e o caminho a seguir. Perdoe e siga seu caminho.
Quando o caluniador abrir os olhos, você estará tão distante dele, que não poderá mais ouvir a voz do caluniador cheia de veneno.


NÃO ACORDE O CÂNCER QUE DORME EM VOCÊ

Faça isso!!! Vale muito a pena!

Gente Tóxica...

Em determinadas situações há pessoas de personalidade difícil, que potencializam as fragilidades de quem está a sua volta, semeando frustrações e desestruturando sonhos alheios. Atitudes que, em resumo, envenenam. O terapeuta familiar argentino Bernardo Stamateas identificou essas pessoas, cunhou o termo "gente tóxica",  tendem a envenenar a vida, plantar dúvidas e colocar uma pulga atrás da orelha de qualquer um.
Nem todos concordam com a catalogação feito por Stamateas, que identificou 13 personalidades tóxicas em seu livro.

A seguir, alguns exemplos clássicos:  

O invejoso  

A inveja nasce da ideia de que nunca se terá o que o outro possui ou nunca se passará pelo que o outro está passando. Sentimento destrutivo que só acaba quando o outro perde. Golpes, calúnia, maus-tratos, violações e até mortes são provocados pela inveja. Que o diga alguns personagens de fábulas como Cinderela, sobrevivente do veneno das irmãs esquisitas, invejosas e malvadas. Invejosos ocupam mal o seu tempo e sempre se colocam no lugar de vítimas. 
Stamateas afirma: "A pessoa que inveja passa o tempo opinando e julgando tudo o que o outro tem, em vez de se orientar para alcançar seus próprios sonhos, convertendo-se em algoz em vez de ser protagonista de sua própria vida".  

O desqualificador  

O objetivo desse grande representante da categoria gente tóxica é fazer com que os demais se sintam "um nada". Seu prazer é fazer com que o outro viva inseguro e desconfiado, dependente de palavras que o direcionem. Quando a autoestima cai, palavras negativas e falsos princípios ganham força, desestruturando os sonhos e a verdadeira personalidade. Ponto para o desqualificador! Um conselho para conviver com o desqualificador é não cair no jogo dele. Não comprar a briga. Em contrapartida, sorrir, ser sereno e mudar de assunto. Fácil? Não. Mas Stamateas supõe que a partir do momento que decidimos nos libertar de todas as más palavras e insinuações errôneas, ficamos livres de todos os que nos ofendem.  

O Fofoqueiro  

O boca a boca foi durante muito tempo a forma mais eficiente de se transmitir uma informação. Entretanto, é preciso conhecer a procedência do que está sendo dito. Os rumores só existem porque há quem acredite neles. Bernardo Stamateas define que fofoqueiro é tanto aquele que vende como aquele que compra a mercadoria da discórdia. A dica de ouro para sobreviver aos fofoqueiros é: "Não pare para dar explicações ou tentar entender o rumor".  

O Chefe autoritário  

Quando o medo de perder o emprego e a necessidade de ter um salário (seja do jeito que for) se deparam com um chefe que gosta de tirar vantagem de sua posição – para que a sua vontade seja cumprida e ponto final – é hora de ligar o alerta vermelho. Um verdadeiro líder mostra autoridade, tendo funcionários que o seguem por respeito. Muito diferente do "Se você não fizer tal coisa, você irá andar na prancha."

O manipulador  

Primeiro ele seduz, depois ele reconhece o valor do "alvo". O final poderia ser feliz, mas, em alguns casos, essa personalidade tóxica aparece e lentamente passa a desqualificar e destruir quem está por perto. A atitude inicial para se ver livre do manipulador é se conhecer. Distinguir o que a sua consciência manda você fazer e o que o outro quer que você faça. O segundo passo é se agarrar às suas própria convicções e se distanciar.  

O neurótico  

Segundo Stamateas, por trás de uma personalidade neurótica há um perfeccionista, um egoísta, um extremista e, sobretudo, um excelente jogador. O neurótico é o exemplo clássico de um fazedor de loucos, pois sua complexidade por vezes nos confunde. O autor os descreve como eternos buscadores de ajuda, que derramam lágrimas, se desesperam, clamam por auxílio, mas, no fim, permanecem na mesma. Insatisfação é a palavra que ronda esse perfil. "Os neuróticos são pessoas que hoje estão bem e amanhã estão mal, que mudam de humor permanentemente, de maneira tal que, quando você se contagia com esse mau humor, eles ficarão bem, estarão melhor e serão capazes de perguntar: 'Por que você está com essa cara? O que aconteceu'"?  

O queixoso  

"Eu vou, eu vou, reclamar agora eu vou." A música original era outra, mas muito provavelmente o anão rabugento cantava isso mentalmente. Quando chove, o queixoso fala: como eu queria que fizesse sol. Quando faz calor, ele lamenta: não aguento mais esse calor infernal. Não importa o que aconteça, com quem ou onde ele esteja, sempre haverá algo de errado ou que poderia ser diferente. Pessoas assim acreditam que a lamentação fará com que o problema desapareça ou que alguém irá se compadecer de seus problemas e socorrê-lo. 
O autor percebe que os queixosos não contaminam apenas quem está ao redor, mas a si mesmos: 
''Não se queixe, reverta o lamento, pense que, quando você se queixa, está se boicotando.''  

Como neutralizar uma pessoa tóxica essas dicas não devem ser encaradas como um antídoto universal, mas como medidas que podem ser adaptadas a cada situação. 

- Defina seus sonhos e propósitos e tenha certeza de onde quer chegar.  

- Coloque limites nos seus relacionamentos.  

- Não entre no jogo do "fazedor de loucos".  

- Não reaja com ira.  

- Mude de assunto.  

- Entenda que ninguém muda por ninguém.  

- Não carregue consigo cargas que não lhe pertencem.


Mulher é agredida em posto de gasolina no Riachuelo, Zona Norte do Rio

Desejos...Desejos...

Diz-me teu tipo sanguíneo e te direi quem és", dita a obsessão japonesa.





Você é A, B, O ou AB? Na maior parte do mundo, perguntar sobre o tipo sanguíneo de uma pessoa é relevante em um contexto médico, quando se discute a possibilidade de uma transfusão de sangue. Não no Japão.

Na sociedade japonesa, existe a crença de que a personalidade de uma pessoa está vinculada ao seu tipo de sangue - e isso pode ter implicações profundas sobre sua vida amorosa e profissional.

Reza a lenda que pessoas do grupo sanguíneo A são sensíveis, perfeccionistas e trabalham bem em equipe, mas são ansiosas demais. As do grupo O são curiosas e generosas, porém, teimosas. Indivíduos com tipo de sangue AB são artísticos, misteriosos e imprevisíveis. Os do grupo B são alegres, porém, excêntricas, individualistas e egoístas.

Cerca de 40% da população japonesa pertence ao grupo A, 30% ao grupo O, 20% ao grupo B e 10% ao grupo AB.

Quatro livros descrevendo as características associadas aos diferentes grupos sanguíneos tornaram-se best-sellers no Japão, totalizando mais de 5 milhões de cópias vendidas. E muitos outros títulos já foram publicados sobre o tema.

Programas matinais de TV, jornais e revistas dedicam espaços regulares, como nas previsões do horóscopo, aos vários tipos sanguíneos. Agências matrimoniais oferecem serviços baseados em grupos sanguíneos, quadrinhos e videogames com frequência mencionam o tipo de sangue dos personagens.

A obsessão japonesa com o assunto também resultou no surgimento de uma série de produtos, como refrigerantes, goma de mascar, sais de banho e até camisinhas direcionados a consumidores de acordo com seu tipo de sangue.

Especialistas enfatizam que essas crenças não têm base científica e vêm tentando, sem sucesso, combatê-las. Uma possível explicação para o fenômeno é o fato de que, em uma sociedade relativamente uniforme como a japonesa, crenças como essa são uma forma simples de dividir as pessoas em grupos facilmente reconhecíveis.

"Ser igual é considerado algo bom aqui na sociedade japonesa", diz a tradutora Chie Kobayashi. "Mas nós gostamos de encontrar pequenas diferenças que distinguem as pessoas".

Século 20

O sistema de grupos sanguíneos ABO foi descoberto pelo cientista australiano Karl Landsteiner em 1901. A pesquisa de Landsteiner, que lhe valeu um prêmio Nobel, abriu caminho para transfusões de sangue mais seguras.

No período entre a Primeira e a Segunda Guerra, o trabalho do australiano foi apropriado por nazistas em busca da supremacia racial e por adeptos da Eugenia, teoria que propunha o aperfeiçoamento da espécie humana por meio de seleção genética.

Na década de 1930, o governo militar japonês também incorporou as pesquisas de Landsteiner para treinar soldados. Segundo relatos, durante a Segunda Guerra, o Exército Imperial formava grupos de batalha de acordo com tipos sanguíneos.

O estudo de tipos sanguíneos no Japão tornou-se popular após a publicação, na década de 1970, de um livro do escritor Masahiko Nomi, que não tem formação médica. Mais recentemente, o filho de Masashiko, Toshitaka Nomi, publicou uma série de livros que contribuíram para disseminar ainda mais as várias teorias sobre o assunto.

Toshitaka também fundou um instituto: o Institute of Blood Type Humanics. Segundo ele, o objetivo da entidade não é julgar ou estereotipar as pessoas, mas aproveitar ao máximo os talentos de uma pessoa e melhorar os relacionamentos humanos.

Cotidiano

Essas crenças afetam a vida da população japonesa de maneiras surpreendentes. 

Segundo relatos, o time feminino de softball, ganhador de uma medalha de ouro nas Olimpíadas de Pequim, usou teorias sobre tipos sanguíneos para preparar treinamentos específicos, sob medida, para cada jogadora. Algumas escolas maternais dizem utilizar métodos de ensino baseados nos tipos sanguíneos das crianças. E até as grandes companhias dizem se basear no tipo sanguíneo do funcionário antes de alocar tarefas e responsabilidades.

Em 1990, o jornal Asahi Daily publicou um artigo dizendo que que a companhia de eletrônicos Mitsubishi havia anunciado a criação de uma equipe composta inteiramente de trabalhadores com tipo sanguíneo AB, devido à "sua habilidade de fazer planos".

A política japonesa não está imune a essas teorias. Um ex-primeiro-ministro fez questão de revelar que pertencia ao grupo sanguíneo A, enquanto seu adversário pertencia ao grupo B.

No ano passado, um ministro, Ryu Matsumoto, teve de renunciar depois de apenas uma semana no cargo. Ele foi flagrado por câmeras de TV maltratando verbalmente um grupo de autoridades. Em seu discurso de renúncia, Matsumoto atribuiu sua irritabilidade e comportamento impetuoso ao seu tipo de sangue - B.

Preconceito

Nem todos, no entanto, veem a obsessão japonesa por tipos sanguíneos como uma diversão inofensiva. Ela às vezes se manifesta em preconceito e discriminação, algo que está se tornando tão comum que os japoneses agora têm um termo para isso: bura-hara, ou "assédio por tipo sanguíneo".

Segundo relatos, a discriminação contra os tipos de sangue B e AB resulta em crianças sofrendo perseguições na escola, perda de oportunidades de emprego e no fim de relacionamentos felizes.

Apesar de várias advertências das autoridades, empregadores continuam a perguntar o tipo sanguíneo de candidatos nas entrevistas para empregos, disse Terumitsu Maekawa, que pesquisa religiões na Asia University, em Tóquio.

"Podemos indicar tendências gerais de um grupo, mas você não pode dizer que uma pessoa é boa ou má por causa do seu tipo sanguíneo", disse Maekawa, autor de vários livros sobre grupos sanguíneos. Assim como as teorias que deram origem à lenda, as conclusões do especialista também não podem ser comprovadas cientificamente.