Alguns alimentos são capazes de refrear ou estimular o vírus. Chocolate, milho, coco, massas, amendoim, nozes, aveia, cevada e couve de bruxelas possuem em sua composição Arginina. Trata-se de um aminoácido que atua em vários mecanismos do organismo, como divisões de células e remoção de amônia do corpo, mas seu consumo em excesso afeta o vírus.
Já os alimentos ricos em Lisina como queijos, ovos, peixes e lacticínios em geral estimulam a "morte", ou "hibernação" do vírus, criando uma espécie de capa protetora em torno dele. Por meio da Lisina, o corpo passa a produzir enzimas, hormônios e anticorpos, que passarão a combater a doença.
Vale ressaltar que entre a Lisina e a Arginina que será determinado se o vírus será produzido pelo corpo. A quantidade destes componentes nas células afetadas com o vírus, poderá desencadear ou não a doença, logo, é aconselhável comer alimentos ricos em Lisina e diminuir o consumo de alimentos que possuem Arginina.
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