05/09/16

A Mentira Que Vivemos (The Lie We Live - Portuguese Subtitles)

Thinking Out Loud - Lindo!!!



Pensando em voz alta



Quando suas pernas não funcionarem como antes
E eu não conseguir te deixar nas nuvens
Sua boca se lembrará do gosto do meu amor?
Seus olhos vão sorrir de suas bochechas?
E, querida, te amarei até termos 70 anos
E, baby, meu coração se apaixona do mesmo jeito com 23
Penso em como as pessoas se apaixonam misteriosamente
Talvez só o toque de uma mão
Oh, eu, me apaixono por você todos os dias
E só quero dizer que estou apaixonado
Então, querida, agora
Me leve em seus braços amorosos
Beije-me sob a luz de milhares de estrelas
Ponha sua mão em meu coração acelerado
E estou pensando em voz alta
Que talvez tenhamos encontrado o amor bem onde estamos
Quando perder minha cabeça e minha memória falhar
E as multidões não se lembrarem do meu nome
Quando minha mãos não tocarem violão do mesmo jeito
Sei que continuará me amando da mesma maneira
Porque, querida, sua alma nunca envelhece
É sempre jovem
Baby, seu sorriso estará sempre na minha mente e memória
Ooh
Penso em como as pessoas se apaixonam misteriosamente
Talvez seja tudo parte de um plano
Oh, vou continuar cometendo os mesmo erros
Esperando que você entenda
Que, baby, agora, ooh
Me leve em seus braços amorosos
Beije-me sob a luz de milhares de estrelas
Ponha sua mão em meu coração acelerado
E estou pensando em voz alta
Que talvez tenhamos encontrado o amor bem onde estamos
Oh, oh
Então, baby, agora
Me leve em seus braços amorosos
Beije-me sob a luz de milhares de estrelas
Ponha sua mão em meu coração acelerado
E estou pensando em voz alta
Que talvez tenhamos encontrado o amor bem onde estamos
E encontramos o amor bem onde estamos
Oh, baby, encontramos o amor bem onde estamos

01/09/16

Fim do Jogo...

Resultado de imagem para fim dos tempos

O impeachment representa oficialmente o fim de uma experiência de 13 anos da esquerda no governo. Em 1964, após o golpe do militar, ela denunciou a ditadura, mas mergulhou num processo de autocrítica, destacando o populismo como um dos seus grandes erros. Infelizmente, para uma parte importante dela, o caminho escolhido foi a luta armada com todas as suas consequências. Esse processo foi alvo de intensa autocrítica que nos levaria, se a análise fosse completa, a uma marcha pelas instituições.
O chamado socialismo do século XXI, que teve suas consequências mais graves na Venezuela, lançou na América do Sul um modelo que não era a marcha pelas instituições, e sim a captura das instituições. Primeiro o Executivo, depois o Legislativo, o Judiciário e, finalmente, a imprensa.
Nesse modelo, a democracia é só uma tática não o objetivo estratégico. O populismo, no fundo, partilha dessa escolha. A diferença da experiência democrática de agora é a ausência de autocrítica. A narrativa do PT é que ele foi afastado do poder por suas qualidades e o bem que fez ao país.
Compartilhei das críticas no pós-64 e das críticas à luta armada que decorreu da análise equivocada do fracasso do populismo. Por que agora a autocrítica é tão difícil?
Quando deixei o PT e o governo, em 2003, disse que estava deixando pelo conjunto da obra. Vejo essa expressão retornar nos debates sobre o impeachment. Em 2003, não tinha ocorrido o mensalão e o que se passou até o processo que arruinou a Petrobras.
Todos esses fatos não produziriam ainda um impeachment pela lentidão das investigações e julgamento. Os decretos suplementares, o uso ilegal do Banco do Brasil revelam a ilusão de que o dinheiro cai do céu e podemos gastá-lo à vontade. O populismo orçamentário. De novo, o populismo derruba a esquerda.
Quando vejo jovens gritando “golpe” e outros slogans da esquerda, sinto ternura pelo passado, mas também inquietação. É possível que acreditem que o mal triunfou. A eles está sendo negada uma saudável crítica. No seu lugar, a visão monolítica. Num tempo de reconstrução política e econômica, revolução digital e aquecimento planetário, que papel terá uma esquerda se insistir no papel de vítima?
Fernando Gabeira

29/08/16

Em cartaz

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Há uma exposição muito interessante em cartaz no Rio de Janeiro, no Paço Imperial, até este fim de semana. Chama-se A Emergência do Contemporâneo: Vanguarda no Japão – 1950-1970. Ela trata do período pós-guerra em que as várias artes emergiram naquele país com um incrível potencial de enfrentamento e provocação.
É interessante como a história do século passado pode ser contada, por um lado, como uma história de guerras e conflitos pelo poder e, por outro, como uma escalada do espírito humano no rumo da aceitação da liberdade extremada. 
As artes japonesas no século passado, enraizadas nas gravuras eróticas desde o século 17, floresceram desde a década de 1930 num estilo que converge muito confortavelmente com a cultura pop ocidental – não é à toa o fenômeno da invasão dos mangás e animes. É peculiar que, ao mesmo tempo em que o Japão se militarizava e preparava para a guerra, a cultura de massa dos ero guro nansensu (erótico grotesco nonsense) já florescesse, num processo que não só não foi tolhido pela derrota na guerra, como foi reforçado.

E é aí que chegamos ao assunto Olimpíadas. As Olimpíadas de 1964, em Tóquio, eram encaradas pelo governo japonês como um passo essencial no posicionamento internacional do país – com toda a dose de higienização que isso traz (um assunto que nos é muito familiar). Acontece que, em 1964, o rápido desenvolvimento econômico e urbano, combinado com uma ruptura de valores no pós-guerra, havia transformado Tóquio em uma cidade coberta de lixo. Ruas e rios eram usadas livremente como lixeira.
E o governo decide então fazer uma campanha de disciplina, em que 2 milhões de cidadãos são envolvidos em atividades de varrição e limpeza. Um dos grupos de intervenção à época, o Hi-Red Center, ironizou a campanha em uma performance em que limpava calçadas com escovinhas, com máscaras cirúrgicas. As próximas Olimpíadas, de 2020, serão novamente em Tóquio.
É curioso que, por uma dessas sortes irônicas, o enfoque mais inquieto de Erber tenha virado exposição “olímpica”. No Paço Imperial, ela acaba dialogando muito mais com uma outra mostra fotográfica, do Instituto Moreira Salles, que trata da demolição do Morro do Castelo e a gentrificação da zona central da cidade na década de 1920, do que com outra iniciativa Brasil-Japão, a morna, institucional, bem-intencionada e pueril mostra binacional Turn – Tokyo 2020.
Se bem que, com a disposição para a bizarria típica dos japoneses, o cosplay do primeiro ministro japonês Shinzo Abe, vestido de Super Mario no encerramento da Rio 2016, joga de novo a coisa para o território do imponderável.

22/08/16

Dia do Folclore Brasileiro.

O Congresso Nacional Brasileiro, oficializou em 1965 que todo dia 22 de agosto seria destinado à comemoração do folclore brasileiro. Foi criado assim o Dia do Folclore Nacional. Foi uma forma de valorizar as histórias e personagens do folclore brasileiro.
Desta forma, a cultura popular ganhou mais importância no mundo cultural brasileiro e mais uma forma de ser preservada. O dia 22 de agosto é importante também, pois possibilita a passagem da cultura folclórica nacional de geração para geração.
Comemoração
O Dia 22 de agosto é marcado por várias comemorações em todo território nacional. Nas escolas e centrou culturais são realizadas atividades diversas cujo objetivo principal é passar a diante a riqueza cultural de nosso folclore. Os jovens fazem pesquisas, trabalhos e apresentações, destacando os contos folclóricos e seus principais personagens. É o momento de contarmos e ouvirmos as histórias do Saci-Pererê, Mula-sem-cabeça, Curupira, Boto, Boitatá, etc.
Nesta data, também são valorizadas e praticadas as danças, brincadeiras e festas folclóricas.

15/08/16

Brasileira da SOCOS em Italiana .

Cenas Lamentáveis!!!



E agora???

COMO A VIDA MUDA COM A MORTE DOS PAIS…


Depois da morte dos pais, a vida muda muito. Enfrentar a orfandade, inclusive para pessoas adultas, é uma experiência surpreendente. No fundo de todas as pessoas sempre continua vivendo aquela criança que pode correr para a mãe ou o pai para se sentir protegido. Mas quando eles vão embora, essa opção desaparece para sempre.
Você irá deixar de vê-los, não por uma semana, nem por um mês, e sim pelo resto da vida. Os pais foram as pessoas que nos trouxeram ao mundo e com quem você compartilhou o mais intimo e frágil. Já não estarão presentes aqueles seres pelos quais, em grande parte, chegamos a ser o que somos.
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Nunca estamos plenamente preparados para enfrentar a morte, ainda mais quando se trata da morte dos pais. É uma grande adversidade que dificilmente pode ser superada totalmente. Normalmente, o máximo que se consegue é assumi-la e conviver com ela. Para superá-la, pelo menos em teoria, deveríamos entendê-la, mas a morte, no sentido estrito, é totalmente incompreensível. É um dos grandes mistérios da existência: talvez o maior.
Obviamente, a forma como assimilamos as perdas tem muito a ver com a forma como aconteceram. Uma morte das chamadas por “causas naturais” é dolorosa, mas um acidente ou um assassinato é muito mais. Se a morte tiver sido precedida por uma longa doença, a situação é muito diferente de quando acontece de forma súbita.
Também influencia o tempo entre a morte de um de outro: se houve pouco tempo, o luto será mais complexo. Se ao contrário, o lapso for mais extenso, certamente a pessoa estará um pouco melhor para aceitá-lo.
Não apenas é o corpo que se vai, e sim todo um universo. Um mundo feito de palavras, de carícias, de gestos. Inclusive, de repetidos conselhos que às vezes irritavam um pouco e de “manias” que nos faziam sorrir ou esfregar a cabeça porque os reconhecemos nelas. Agora começam a se fazer sentir ausentes de uma forma difícil de lidar.
A morte não avisa. Pode ser presumida, mas nunca anuncia exatamente quando irá chegar. Tudo se sintetiza em um instante e esse instante é categórico e determinante: irreversível. Tantas experiências vividas ao lado deles, boas e ruins, se estremecem de repente e ficam somente em lembranças. O ciclo se cumpriu e é hora de dizer adeus.
Em geral, pensamos que esse dia nunca chegará, até que chega e se faz real. Ficamos em estado de choque e vemos apenas, um corpo rígido e quieto, que não fala e não se move. Que está ali, sem estar ali…
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Porque com a morte começam a ser compreendidos muitos aspectos da vida das pessoas falecidas. Aparece uma compreensão mais profunda. Talvez o fato de não ter as pessoas queridas presentes suscita em nós o entendimento sobre o porquê de muitas atitudes até então incompreensíveis, contraditórias ou mesmo repulsivas.
Por isso, a morte pode trazer consigo um sentimento de culpa frente a aquele que morreu. É preciso lutar contra esse sentimento, já que não acrescenta nada e afunda em mais tristeza, sem poder remediar nada. Para que se culpar se você não cometeu nenhum erro? Somos seres humanos e acompanhando essa despedida, precisa existir um perdão: do que se vai para com aquele que fica ou do que fica para com aquele que se vai.
Quando os pais morrem, independentemente da idade, as pessoas costumam experimentar um sentimento de abandono. É uma morte diferente das outras. Por sua vez, algumas pessoas se negam a dar a importância que o fato merece, como mecanismo de defesa, em forma de uma negação encoberta. Mas esses lutos não resolvidos retornam em forma de doença, de fadiga, de irritabilidade ou sintomas de depressão.
Os pais são o primeiro amor. Não importa quantos conflitos ou diferenças tenham existido com eles: são seres únicos e insubstituíveis no mundo emocional. Mesmo sendo autônomos e independentes, mesmo que o nosso relacionamento com eles tenha sido tortuoso. Quando já não estão, passa a existir uma sensação de “nunca mais” para uma forma de proteção e de apoio que, de uma forma ou de outra, sempre esteve ali.

07/08/16

Curioso...

A apendicite foi descrita pela primeira vez em 1755. Antes disso, morria-se da doença que era chamada de nó nas tripas.
Quem vai fazer expedições, astronautas e pilotos de avião, podem optar por retirar o apêndice para não ter problemas durante a viagem. A Nasa impõe essa condição aos seus astronautas.
Não há provas de que a alimentação possa causar apendicite. E caroços - de tomate, de goiaba, ou sementes, como gergelim, não entopem o apêndice.
No século passado ficou famoso o caso do astro do cinema mudo norte-americano, Rodolfo Valentino, símbolo sexual dos anos 1920. Ele demorou a operar o apêndice e morreu de peritonite, aos 31 anos.
O apêndice tem um tecido chamado linfóide, produtor de uma série de glóbulos brancos, chamados linfócitos, que o organismo usa em seu sistema de defesa. "É tão pequena essa produção, que se o órgão for retirado, não faz diferença", diz Sérgio Leandro Maciel Pomini, cardiologista especializado em atendimentos de urgência, de São Paulo. Na infância e na adolescência, essa produção de linfócitos é grande - e o tecido linfóide pode crescer, fazendo o apêndice aumentar de tamanho, obstruindo os vasos sangüíneos que irrigam o órgão, entupindo-o e dando início ao processo inflamatório. O órgão também pode entupir se acontecer de ele girar sobre si mesmo, cortando o fluxo sangüíneo e a limpeza do muco intestinal. É o que popularmente se conhece como 'nó nas tripas'.
 A apendicite também pode ser um processo agudo obstrutivo. Os pedacinhos de fezes - os fecalitos - impedem a limpeza fisiológica do muco que reveste as paredes do intestino, do apêndice inclusive. O fecalito e o muco entopem o apêndice, com diminuição da circulação sanguínea e favorecendo a proliferação excessiva de bactérias. Isso provoca a inflamação que faz o apêndice aumentar de tamanho.

Por que as orelhas e o nariz crescem com a idade?


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Por volta dos 18 anos (às vezes mais), a cartilagem vira osso, e a pessoa pára de crescer. Porém, nos adultos, há cartilagens em locais onde a flexibilidade é importante: como nariz e orelha. Nesses locais, as cartilagens não se ossificam, elas continuam crescendo, mas não se assustem com isso pois essas estruturas crescem muito pouco e só se tornará desproporcional ao corpo se vivermos pelo menos um 200 anos!
As orelhas crescem 1,2 centímetros, em média, a cada 50 anos. E uma lógica parecida vale para o nariz, formado de cartilagem, como as orelhas. O tecido fibroso cumpre o papel dos ossos, mas, ao contrário destes, não para de crescer após a puberdade.

Arroz integral, aveia, chia, quinoa, trigo, feijões e ervilhas. Todos saudáveis com muitos nutrientes. Certo ? Não é bem assim que acontece …

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Existe um ponto muito importante no consumo dos grãos, o modo de preparo antes de consumi-los. Porém poucos médicos e nutricionistas falam sobre isso.
Todo mundo já viu, nem que seja por um dia na casa da avó, uma tigela em cima da pia cheia de água com os grãos de feijão dentro. Talvez os nossos avós tivessem esse hábito, simplesmente para que, no dia seguinte, eles cozinhassem mais rápido.
Possivelmente nossos antepassados tinham um domínio muito maior sobre o que comiam, sobre o que fazia bem ou mal para os seus corpos. E sabiam, sim, que deixar de molho significava um processo de fermentação para neutralizar a ação dos antinutrientes. Podiam não saber o que eram nutrientes, mas sabiam o que fazia bem.
Os grãos, todos eles, possuem uma grande quantidade de ácido fítico, uma substância que se liga ao cálcio, ao ferro, ao magnésio, ao zinco e a vários outros nutrientes, bloqueando a absorção desses pelo corpo. Eles literalmente sequestram esses nutrientes da nossa comida e em algumas situações do nosso corpo, das nossas reservas. Por isso o nome antinutrientes.
Para neutralizá-los é necessário fazer esse processo de fermentação super simples, e que os nossos ancestrais já faziam com grande sabedoria, deixando de molhos. Essa fermentação solta bolhas, gases.
Assim sendo, a primeira providência que deve ser tomada no preparo de sementes para consumo é a de eliminar ou minimizar estas substâncias protetoras. Felizmente, o processo é simples e prático, e consiste em deixar as sementes de molho em água potável adicionada de vinagre de maçã ou suco de limão ou qualquer outro meio de cultura ácida de probióticos.
Esta simples solução ácida penetra no interior da semente e estimula a liberação das substâncias indesejadas, indicando para a semente que é tempo de despertar e eliminar suas defesas. A acidez da solução neutraliza os fitatos e o resultado é que com apenas algumas horas de demolhagem você obtém sementes muito mais adequadas para o processo digestivo.
Idealmente, aguardamos 24 horas para o máximo de eliminação das substâncias indesejadas, mas 12 horas já são suficientes para eliminar a maior concentração destas.
Escolha um recipiente de louça ou vidro, deposite as sementes, despeje o dobro da medida destas em quantidade de água e adicione uma parte de substância ácida, calculando aproximadamente uma colher de sopa de ácido para uma xícara de água. Ou seja, se você quiser deixar uma xícara de arroz integral de molho, utilize duas xícaras de água potável (mineral ou muito bem filtrada) e duas colheres de sopa do ácido escolhido (vinagre, suco de limão, kefir, entre outros).
Sempre descarte a água na qual as sementes ficaram de molho, pois nela estão contidas as substâncias que desejamos eliminar.
Posso apenas demolhar com água?
Sim, e já faz alguma diferença, embora estudos realizados (testando trigo, centeio e aveia) demonstrem que o processo de demolhagem com água neutraliza entre 46 e 77% do ácido fítico, enquanto que demolhar em solução ácida elimina entre 84 e 99% destas substâncias, além de eliminar também fungos e bactérias indesejáveis presentes no exterior das sementes. Desta forma, prefira sempre utilizar a solução ácida.
Existe um grão que, mesmo com esse processo de deixar de molho, não se consegue neutralizar os antinutrientes: a soja. Ela contém tanto ácido fítico que seriam necessários meses e não horas de molho para que seus antinutrientes sejam neutralizados. Ela contém mais fitato do que qualquer outro grão.
Uma dieta rica em grãos não fermentados leva a sérias deficiências de minerais e perdas ósseas. Deficiências nutricionais que podem levar a doenças como dores crônicas, dor de cabeça e fibromialgia.
O zinco e o magnésio são necessários para o bom funcionamento do cérebro e do sistema nervoso. O zinco, em particular, está envolvido na produção de colágeno, na fabricação de proteí­nas e no controle dos ní­veis de açúcar no sangue, além de ser um componente de várias enzimas e ser essencial para o nosso sistema de defesa. Os fitatos da soja prejudicam a absorção do zinco mais do que qualquer outra substância.

O que está liberado somente são o shoyu e missô. Eles sofrem uma processo de fermentação natural em seu preparo que neutralizam os antinutrientes. Mas fique de olho, no rótulo tem que estar escrito “fermentação natural”. E no shoyu não consuma nenhum que contenha glutamato monossódico.
Com as castanhas, o molho deve ser com um pouquinho de sal, e não em meio ácido. E o motivo é diferente. Elas (nozes, pecãs, avelãs, amêndoas, entre outras) possuem toxinas nas peles que sobrecarregam demais o aparelho digestivo. Muitas vezes, após ter comido nozes demais, você já pode ter sentido pesar o estômago ou dor de cabeça, não?
Além disso, deixar castanhas e sementes de molho neutraliza inibidores enzimáticos que potencializam esses nutrientes existentes, ou seja, uma castanha/grão/semente que ficou de molho tem mais nutrientes do que um que não foi deixado.
A dica então é cobrir com água e um pouquinho de sal e deixar de molho por pelo menos 8 horas. Escorrer e secar no forno em temperatura mínima. No máximo 60 graus.
Esse cuidado é necessário para não oxidar o óleo presente nas castanhas, que é o maior presente para a nossa saúde. As sementes e as castanhas, após escorrida a água, podem ser também aquecidas em frigideira com fogo bem baixo por 10 minutos e sempre mexendo para que não torrem demais.
“Faça do seu alimento o seu remédio” (Hipócrates)

04/08/16

Emocionante...

Aos 84 anos e numa cadeira de rodas, o Velho Lobo emocionou o público ao participar da cerimônia de condução da tocha olímpica. Tetracampeão pela seleção brasileira, Zagallo recebeu a tocha do amigo Carlos Alberto Parreira. Bastante debilitado, ele esteve internado durante 15 dias, porque o estômago parou de funcionar.
No Twitter, internautas comentaram a emoção ao ver a cena. Alguns deles usaram a já clássica frase do ex-trenador, “Vocês vão ter que me engolir”, para descrever o momento:



Bom dia...

"Se tens um coração de ferro, bom proveito.
O meu, fizeram-no de carne, e sangra todo dia"
José Saramago