| Um casal dormia profundamente, como inocentes bebês...
| |
| Um casal dormia profundamente, como inocentes bebês...
| |
Mansão procurada por Fenômeno tem garagem para 12 carros e quarto de 100m²
O Fantástico vai exibir neste domingo vai mostrar uma mansão em São Paulo que custa R$ 25 milhões. Quem está de olho nela é Ronaldo Fenômeno. Segundo a repórter Mariana Ferrão, que visitou o imóvel e assina a reportagem que vai ao ar neste domingo (21) no Show da Vida, a casa tem três andares e muitos cômodos.
"Tem elevador, living room, sala de jantar, cozinha, sala de ginástica, sauna, adega para mil garrafas de vinho, três suítes, sala da lareira e sala de lutas. O quarto principal tem mais de cem metros quadrados. É maior que muito apartamento", compara Mariana Ferrão.
O que mais me impressionou a repórter, no entanto, está no jardim da mansão. Mais precisamente nas árvores que ornamentam a área. "Cada jabuticabeira, trazida de Limeira, interior de São Paulo, custou R$ 6 mil", diz.
Na garagem, mais conforto: "Na garagem cabem 12 carros. Em São Paulo, um luxo para poucos", comenta Mariana Ferrão.
Veja a seguir algumas imagens da mansão procurada por Ronaldo Fenômeno:
Depois de cinco anos, os cientistas finalmente conseguiram produzir metamateriais - materiais compostos que não existem em estado natural - capazes de modificar o deslocamento da luz visível, ao fazê-la deslizar sobre um objeto de forma similar à da água sobre as rochas no fundo de um rio. Desta forma, fica invisível.
Os cientistas já tinham desenvolvido uma estrutura dimensional, mas a nova "capa" é tridimensional, explicou Nicholas Stenger, do Instituto de Tecnologia de Karlsruhe, na Alemanha, um dos três autores desde estudo. A primeira "capa de invisibilidade" criada era cilíndrica e o objeto que se queria tornar invisível tinha que ser colocado em seu interior.
Nesta nova pesquisa, um objeto foi posicionado sob uma estrutura microscópica semelhante a um tapete refletor, e o montículo criado ficou invisível, assim como o tapete. "Qualquer que seja o ângulo por onde se olhe, não se vê nada", explicou o cientista francês.
Ele explicou que a estrutura mede 100 mícrons - um milésimo de mm - de comprimento por 30 mícrons de largura e 13 de espessura, e escondia um objeto dez vezes menor. Este manto de invisibilidade é formado de cristais fotônicos, nanoestruturas que são dispostas de forma a modificar a propagação da luz.
Um novo estudo da Universidade de Chicago, publicado na revista British Medical Journal, apontou tendências sobre as estimativas de futuro da vida sexual dos jovens, para os adultos de meia idade e para os idosos.
A partir de informações recolhidas em entrevistas com mais de seis mil homens e mulheres, conclui-se que, após os 55 anos de idade, a média de expectativa de vida sexual ativa é de 15 anos para homens e 10 anos para as mulheres. Foram analisados dois grupos etários: um com idade de 25 a 74 anos; o outro, de 57 a 85 anos.
Alguns resultados foram alcançados: aos 75 anos, 17% das mulheres e 39% dos homens são ainda sexualmente ativos. Os homens mais velhos interessam-se três vezes mais por sexo do que as mulheres mais velhas (62% deles, contra 21% delas).
Um estudo anterior havia mostrado que entre os homens idosos casados, 68% tinham vida sexual ativa, enquanto 56% das mulheres casadas ainda faziam sexo. Entre as dificuldades femininas relatadas, as principais queixas de "problemas sexuais" foram: falta de interesse em fazer sexo (43%), dificuldade de lubrificação (39%), impossibilidade de atingir o orgasmo (34%), ausência de prazer (23%) e dor na penetração (17%).
Enquanto, as reclamações masculinas foram: dificuldade de obter ereção (37%) e de mantê-la (90%), falta de interesse por sexo (28%), ejaculação precoce (28%) e impossibilidade de atingir o orgasmo (20%). Em relação às questões de saúde, pessoas saudáveis têm quase o dobro de chance de se interessar por sexo do que aqueles com uma saúde mais precária. Entre os idosos sexualmente ativos e de boa saúde, a média de freqüência sexual foi de quase duas vezes por semana. Nas mulheres, uma das causas de diminuição da frequência sexual está relacionada à menopausa, quando ocorre a diminuição da mucosa vaginal e a redução da lubrificação.
Assim, a mulher pode sentir certo desconforto no início de uma penetração que, no entanto, pode ser diminuído com o aumento de carícias preliminares ou com o uso de lubrificantes, fazendo que a ação sexual seja agradável em todas as etapas e não cessando as atividades sexuais por conta do desconforto. Além disso, a ausência de atividade sexual regular pode atrofiar a musculatura vaginal impedindo contatos sexuais posteriores.