Parte 2
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Parte 3

O historiador americano Michael Paulkovich defende a teoria segundo a qual Jesus Cristo não existiu e que, na verdade, trata-se de uma lenda urbana – ou do deserto. Segundo ele, 126 escritores da época e de séculos seguintes à suposta crucificação de Jesus nunca mencionaram seu nome e sua história. As informações são do Daily Mail.
Paulkovich estudou autores entre o primeiro e o terceiro século. Para ele, a falta de conhecimento ou menção indica que o Cristo não tenha realmente existido e pode ter sido inventado por rabinos que queriam ter algum líder para seguir.
Em seu livro recentemente publicado (No Meek Messiah), o pesquisador afirma ser bastante estranho que Jesus não seja conhecido por tantos escritores da época – e destaca que detalhes da vida do Messias nunca tenham sido revelados, nem por aqueles que seriam seus discípulos. "Paulo não sabe nem onde, nem quando Jesus viveu e considera a crucificação como uma metáfora", defendeu.
Segundo seus estudos, apenas um livro continha a menção de Jesus, o chamado "As Guerras Judaicas", escrito pelo historiador romano Flávio Josefo, em 95 depois de Cristo, mas a citação pode ter sido acrescentada pela editora em uma reedição.
Além disso, o historiador afirma que no livro de Marcos, na Bíblia, a história da ressurreição de Cristo teria sido editada. "Falsificadores acrescentaram depois o conto da ressurreição fantasiosa", diz ele.


"Se você observar as imagens abaixo sentado na distância normal do monitor, o Sr. Raiva está à esquerda e a Sra. Calma está à direita. Agora, levante-se do seu lugar e mova-se para trás uns três metros e verá que eles trocam de lugar!!! Este desenho foi criado por Phillippe G. Schyns e Aude Oliva da Universidade de Glasgow. Isto prova que nós talvez não estejamos vendo "o que realmente existe num determinado lugar, o tempo todo." |


















