16/11/2014

Ministério fiscalizará teor de suco de fruta ou polpa em bebidas não alcoólicas.


As novas regras do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que tornam obrigatório informar os percentuais de ingredientes nos rótulos de bebidas não alcoólicas entram em vigor a partir de 12 de dezembro. Segundo o chefe da Divisão de Bebidas da pasta, Marlos Vicenzi, embora não haja um levantamento sobre quantas empresas se adequaram, a percepção a partir da fiscalização estadual, é que muitas já trazem os rótulos modificados. Vencido o prazo final, a obediência à norma passará a ser cobrada e quem não cumprir pode ser punido. O objetivo é tornar clara a quantidade de suco de fruta, suco vegetal ou polpa de fruta presentes nas bebidas.

"Essa exigência vai ser enquadrada na nossa rotina de fiscalização. Além disso, a gente está estudando a possibilidade de criar uma força-tarefa para fiscalizar os rótulos de bebidas. Quando a gente verifica irregularidade, lavra auto de infração. A depender da irregularidade, além de multa pode haver fechamento do estabelecimento, destruição do rótulo", informa Vicenzi.

Outra adequação a que os fabricantes de bebidas estarão obrigados é aumentar a quantidade mínima de suco nos néctares de uva e laranja. A partir de 31 de janeiro de 2015, o percentual de suco nas bebidas do tipo néctar passará de 30% para 40%.Em 31 de janeiro de 2016, a quantidade sobe para 50%. O Ministério da Agricultura informou que a medida atende a um pedido dos produtores de frutas. De acordo com Marlos Vicenzi, tanto as alterações no rótulo quanto as relativas ao percentual de suco foram discutidas com fabricantes de bebidas e fruticultores, com o acompanhamento de organizações de defesa do consumidor.

A nutricionista Ana Paula Bortoletto, do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), explica que a entidade não esteve entre as que participaram do debate, mas tem acompanhado a questão. De acordo com ela, a informação das quantidades de ingredientes nos rótulos é importante para que o consumidor faça uma compra esclarecida.

"Existem, no mercado, diversas bebidas não alcoólicas que levam frutas e cada uma tem regra diferente. Todas são bonitas, com frutas nas embalagens. Se o consumidor não souber [as quantidades de ingredientes], fica difícil comparar. Lembrando que essas bebidas, em geral, têm açúcar adicionado. Às vezes, é tanto [açucar] que pode ser comparado a um refrigerante. Não são bebidas que devem ser consumidas à vontade, principalmente pelas crianças", defende a nutricionista.

Ana Paula considera positivo o aumento do percentual de fruta nos néctares de uva e laranja. Mas critica o fato de a medida abranger só duas frutas. Ela pondera que o percentual poderia ser maior e considera longo o prazo de janeiro de 2016 para o patamar chegar a 50%. "O ideal [para a saúde] é que a maior parte [do néctar] fosse apenas suco, com o mínimo de água necessário, sem açúcar". Ela acrescentou que o consumo de bebidas com muito açúcar "contribui para o aumento de peso e da taxa de obesidade da população".

Alimentos perigosos para os gatos.

gato
Leite, osso, gordura animal, uva, azeitona, pão, café e comidas temperadas com alho e cebola podem causar de anemia a problemas renais nos bichanos.

Aos cinco anos, menino se torna especialista em computação.

Ayan Qureshi (Divulgação)
Um menino inglês se tornou o mais jovem especialista em computação de que se tem notícia.
Ayan Qureshi foi certificado como profissional pela empresa Microsoft, após passar em um teste de habilidades a que se submeteu aos cinco anos de idade.
O menino, que agora tem seis anos, criou sua própria rede de computadores em casa. Ele disse à BBC que achou o exame difícil, porém divertido, e espera se tornar um empreendedor na área.
Seu pai, Asim, que é consultor na área de TI (Tecnologia da Informação), disse que "o mais desafiador (ao prestar o exame) foi explicar a linguagem do teste a um menino de cinco anos".
"Mas ele pareceu entender e tem uma memória muito boa", afirmou.
Asim começou a ensinar computação ao filho quando este tinha três anos. Ele brincava com computadores antigos para entender conceitos como hard drive e placa-mãe.
"Qualquer coisa que eu falasse ele lembrava no dia seguinte. Então comecei a alimentá-lo com mais informação", explicou. "O uso excessivo de computadores nessa idade pode ter um efeito negativo, mas, no caso de Ayan, ele aproveitou uma oportunidade."

Laboratório

Ayan criou sua própria rede de computação
Ayan tem seu próprio laboratório de computação em sua casa, em Coventry (centro da Inglaterra), com uma rede de informática que ele mesmo construiu.
O menino passa cerca de duas horas por dia aprendendo sobre sistemas operacionais e como instalar programas.
Quando Ayan foi prestar o exame da Microsoft - geralmente prestado por quem quer se tornar técnico em TI -, os monitores da empresa acharam que ele era muito novo para ser um candidato. O pai assegurou-lhes que o menino ficaria bem.
A família Qureshi se mudou do Paquistão para a Inglaterra em 2009.
"Estou muito, muito orgulhosa", disse a mãe do menino, Mamoona. "Não quero que ele bata um recorde mundial a cada dia. Mas quero que ele dê o seu melhor no que quer que faça na vida."
Ayan contou que sonha em criar no Reino Unido uma região semelhante ao Vale do Silício americano, concentrando empresas de tecnologia, e em abrir uma empresa própria.

Somália inaugura primeiro caixa eletrônico do país.

Homem usa caixa eletrônico inaugurado na Somália / Crédito: AFP
A Somália ganhou seu primeiro caixa eletrônico nesta semana. A primeira máquina inaugurada no país foi instalada na capital, Mogadishu, e chegou a causar estranheza entre os moradores.
Segundo o correspondente da BBC Mohamed Moalimu, algumas pessoas ficaram confusas e não sabiam direito para que serviria o aparelho eletrônico instalado ou mesmo como utilizá-lo.
A máquina, instalada pelo banco somali Salaam em um hotel luxuoso, permite aos clientes sacar dinheiro diretamente em dólares americanos. A Somália tem um sistema bancário primitivo que faz com que muitos habitantes do país dependam de remessas de dinheiro enviadas de fora.
O desenvolvimento do sistema financeiro da Somália foi impedido por mais de duas décadas de conflito envolvendo milícias e clãs religiosos.
'Grande avanço'
Omar Hassan, que mora no Reino Unido, mas está visitando a Somália, disse que a instalação do caixa eletrônico foi um grande avanço para a Somália.
"Eu acabei ficando em Mogadishu mais do que eu tinha planejado anteriormente, então fiquei sem dinheiro. Eu não pude acreditar na sorte que tive quando ouvi sobre o novo caixa eletrônico", disse à BBC, enquanto estava na fila para sacar dinheiro.
A moeda da Somália, o xelim, vale muito pouco e muitos comerciantes do país – além dos estrangeiros – fazem negócios usando dólares americanos.
O caixa eletrônico instalado permite as pessoas a sacar dinheiro de suas contas bancárias internacionais usando, por exemplo, cartões Visa, MasterCard e American Express, conforme contou o correspondente da BBC.
O porta-voz do banco Salaam, Said Abukar, explicou que, usando a máquina, as pessoas só poderão sacar dinheiro em dólares.
"Nós poderemos adicionar outras moedas no futuro. Os imigrantes ou turistas estrangeiros receberam a novidade com entusiasmo. Estamos planejando instalar mais desses caixas ATM em Mogadishu", disse ele à BBC.

Mesmo com chuva, níveis dos reservatórios do Paraíba do Sul continuam baixos.

Os especialistas não descartam possibilidade de crise no abastecimento do Rio de Janeiro. Veja as fotos abaixo.








Curiosidades... ... .

O tamanho da Austrália comparado com o  Estados Unidos.

A Austrália e o  Estados Unidos, são compostos por 48 estados, tem una superfície bastante similar. O primeiro tem uma superfície de 7.692.000 km² e o segundo de 7.664.000 km².

Banco Mundial: 'Há pessimismo exagerado com o Brasil'.


Os países emergentes estão claramente sofrendo uma desaceleração econômica, mas tem havido um pessimismo exagerado sobre o Brasil, avalia o economista-sênior do Banco Mundial, Philip Schellekens. "Houve um superotimismo com o Brasil durante o boom das commodities e agora há um pessimismo exagerado sobre a situação da economia brasileira", disse ele em um seminário na Universidade Columbia nesta sexta-feira, 14, sobre perspectivas para os Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
Schellekens destacou que, no geral, são oferecidas três razões para explicar o "superpessimismo" com o Brasil e a atividade econômica fraca: cenário externo ruim, deterioração de indicadores macroeconômicos e falta de reformas estruturais.
Destas três razões, o economista do Banco Mundial afirma que não concorda com as duas primeiras e avalia que só a que atribui o fraco desempenho da economia brasileira à falta de reformas é mais convincente. De fato, diz ele, quando o País cresceu mais em anos recentes, foi porque reformas importantes feitas anteriormente criaram condições para o crescimento mais acelerado.
Sobre a contribuição do cenário externo ruim, Schellekens afirma que não concorda com esta razão. "Vamos lembrar que o Brasil é uma das economias mais fechadas do mundo", diz ele, destacando a baixa participação das exportações e importações no Produto Interno Bruto (PIB). "O crescimento no Brasil ainda decorre, primariamente, do mercado doméstico", afirma.
Sobre a contribuição da deterioração de indicadores econômicos para o pessimismo, Schellekens concorda que os números pioraram nos últimos anos. A inflação não cai e tem ficado no topo da meta ou acima e as contas fiscais estão ruins. Mas, para ele, o Brasil ainda tem alguns números bons, como as reservas internacionais elevadas, sobretudo quando comparadas ao passado. "Os colchões de proteção no Brasil ainda estão lá", avalia.
Apesar de criticar o pessimismo exagerado em relação ao Brasil, Schellekens avalia que ainda há muito para ser feito no País, como melhorar a qualidade da educação, da competitividade e da força de trabalho.
Para o economista, era "totalmente natural" as economias que compõem a sigla Brics reduzirem o ritmo da atividade econômica depois de crescerem em ritmo forte em períodos recentes. Para ele, no médio prazo estes países têm chances de voltarem a se expandir em ritmo maior.