20/11/2014

João Vitor dos Santos - cearense de 16 anos, estudante do 2º ano de uma escola pública - acertou 172 questões das 180 do Enem, o equivalente a 95,5% de acertos.



João Vitor dos Santos - cearense de 16 anos, estudante do 2º ano de uma escola pública - acertou 172 questões das 180 do Enem, o equivalente a 95,5% de acertos.
"Sempre ouvi falar da dificuldade que é o Enem e tinha medo. Mas quando vi, sinceramente, achei muito fácil. Quando corrigi pelo gabarito, não fiquei assustado, apenas lamentei pelas oito questões erradas", afirmou.
A ficha da biblioteca, lugar preferido de João, já vai na segunda folha e ultrapassa os 40 livros. A leitura assídua é o segredo dele. "O que tem de cansativo no Enem são os textos grandes. Então, minha estratégia foi me adaptar à leitura, ler livros grandes, alguns com linguagem rebuscada".
João, cujo maior orgulho é ter estudado a vida toda em escola pública, ainda não sabe se irá cursar o 3º ano, mas quer fazer Ciências Biológicas e sonha em viajar para o Reino Unido pelo Ciência Sem Fronteiras. Aos 16 anos, ele tem muito bem traçados os planos da vida. "Sempre me vejo fazendo especialização em bioquímica e biologia molecular. Quero ser pesquisador e estudar o resto da vida".
Criado pela mãe, a aposentada Ana Maria Santos, morador do bairro Vila União, quarto de cinco irmãos, João será o primeiro da família a ingressar no ensino superior. Os estudos foram, para ele, a forma de transformar o próprio destino.
"Sou um garoto que não conheceu o pai, que sempre sofreu bullying por ser nerd, por causa do cabelo, do sapato, da magreza. O estudo não combateu minha timidez, mas me ajudou a ser feliz".

Pensamentos... ... .














Será???


Decoração... ... .














Diseño
Sala Varanda
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A experiência de ser negra no Reino Unido e no resto do mundo.

A Primeira Secretária para Prosperidade da Embaixada Britânica no Brasil, NneNne Iwuji-Eme, fez um discurso esta semana durante a palestra 'Relações Raciais no Brasil e no Reino Unido', na Fundação Escola de Sociologia de São Paulo. Gostaria de compartilhar aqui esse discurso no Dia da Consciência Negra no Brasil (20/11):

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O assunto da experiência negra na ensino superior no Reino Unido é tão amplo e interessante, que é difícil pensar em um ponto para começar. Por isso, talvez faça sentido começar com minha história, a de uma mulher britânica negra de família Nigeriana, que foi para a universidade no Reino Unido. Qual foi minha experiência no sistema de ensino superior no Reino Unido? Mias importante que isso, como eu cheguei lá e quão comum é a minha história?

Deixe-me começar por dizer, e eu vou explicar por que isso é importante logo. Eu posso dizer que tive uma vida privilegiada. Meus pais eram diplomatas que trabalhavam para a ONU. Ambos tinham mestrado e doutorado. Na minha casa, a questão não era se eu iria para a universidade, mas quantos diplomas você iria conseguir. Eu fiz doutorado, minha irmã está recebendo o dela, meu irmão mais novo tem mestrado e a maior discordância do meu pai com meus irmão mais velhos é que eles não queriam diplomas de pós-graduação depois da graduação. Por que isso é importante? É importante pelas seguintes razões. Quando você olha para a representação de negros e grupos étnicos minoritários em universidades no Reino Unido, ela é alta. Um em cada seis estudantes ou 16% da população estudantil são de minorias. No entanto, quando você olha mais de perto, as circunstâncias econômicas são um fator importante e determinante.

Até chegar a universidade, eu só conhecia outras pessoas negras com experiências semelhantes as minhas, com pais semelhantes aos meus, graduados profissionais que esperavam todos os seus filhos irem para a universidade. Quando cheguei à universidade eu conheci outras pessoas negras, para quem a realidade era muito diferente, dado o contexto cultural de sua experiência no Reino Unido. Porque classe, cor, cultura e contexto, neste caso contexto econômico devem ser levados em conta. Foi na universidade que eu conheci a primeira negra da minha geração que foi a primeira de sua família a ir para universidade. Estou falando de minha melhor amiga. Sua história não poderia ser mais diferente da minha. Sua família vem do Caribe e seu contexto cultural é focado na importância de terminar o ensino médio para conseguir então um bom emprego e ter segurança. Para sua família, um diploma universitário, por mais que admirável não significa segurança, e mais importante que isso, os pais não tinham meios para sustentá-la durante os anos na universidade. Então, ela era um pouco mais velha que os outros estudantes e tinha trabalhado e guardado dinheiro para poder pagar a universidade.

Há duas histórias da experiência negra nos últimos 70 anos no Reino Unido. Deixe-me ser clara. Sempre houve pessoas negras livres no Reino Unido desde o século 16. Eu estou falando mais sobre os últimos 70 anos – que moldaram a experiência dos negros hoje no Reino Unido. Você tem a história do negro africano e a história do negro do Caribe. Para a maioria dos negros africanos da geração de meus pais, eles vinham para estudar e obter uma habilidade e depois, voltavam para África. Mas os negros caribenhos, como os pais da minha amiga, vieram pós segunda guerra mundial em busca de uma vida melhor, de um trabalho com o objetivos de ganhar melhor. Muitos vieram com sonhos de estudar em uma universidade e tornar-se profissionais. No entanto, a realidade que eles enfrentaram foi dura, um racismo que fechou portas. Foram relegados a empregos que outros não queriam e passaram por circunstâncias econômicas duras. E não tiveram suas qualificações anteriores reconhecidas no Reino Unido. Assim, você pode entender por que os pais da minha amiga não consideraram uma diploma como uma prioridade para a filha deles isso baseado na experiência deles.

O racismo junto com uma dificuldade econômica desfavorecida pode roubar-lhe a confiança em se mesmo, fazer você questionar-se e duvidar de sua capacidade de alcançar seus sonhos. Isso também rouba o país de um maior potencial de sua população maravilhosamente diversificada.

Sem confiança você não pode enfrentar desafios ou você pode perder oportunidades. Minha formação me deu a confiança para ir em qualquer lugar. Se eu quisesse alcançar alguma coisa pergunta a se fazer não e si o consigo, mas sim como? Por exemplo, eu estudei em uma escola particular muito boa privado no Reino Unido e quando eu estava prestes a sair, encontrei-me com conselheiro vocacional da minha escola para discutir meus planos para universidade e o futuro. Ela me disse que eu estava sendo muito ambicioso querendo ir para a universidade e que, em vez disso eu deveria procurar um trabalho. Isso apesar do fato de que eu já tinha sido aceite na universidade ou que os meus pais eram graduados. Quando eu falarei para meu pai sobre a conversa, primeiro ele disse que sua conselheiro vocacional não pagar suas taxas escolares e em segundo lugar você não precisar pedir permissão a ninguém para seguir o seu sonhos, continue trabalhando em buscar do seu objetivo ele disse.

Para muitos dos meus amigos do Caribe, seus pais não tiveram a sorte de ter uma experiência semelhante e acreditaram no conselho da escola e por isso, muitos desistiram ou demoraram para realizar seus sonhos. Eu vi isso quando eu entrei no Ministério das Relações Exteriores e encontrei uma série de minorias, pessoas altamente qualificadas com graduação que tinham entrado nos níveis hierarquicamente mais baixos, não condizente com seus diplomas. Quando lhes perguntei o por que eles disseram que achavam que o exame era muito difícil e não iam conseguir. Quando você não tem confiança, você não consegue ir muito longe. O seu progresso é determinado pelo medo e pelo que os outros pensam de você. Um amigo me falou recentemente de um menino negro de uma condição economicamente desfavorável que será o primeiro a frequentar uma universidade em sua família e foi aceito em Cambridge, mas recusou porque ele estava com medo de não haver ninguém igual a ele lá. Quando eu me candidatei a Oxford há muitos anos atrás, não fui aceita. Então eu escrevi-lhes uma carta e os agradeci. Disse que eles cometeram um erro ao não me aceitar e fui para a Universidade de Manchester, uma ótima universidade e um membro do Russel Grupo – grupo das 20 melhores universidades do Reino Unido. Era a mesma universidade que meu pai frequentou.

Para ser claro, três gerações atrás minha família era uma família humilde do leste da Nigéria, que não era rica, mas tinha uma forte confiança e fé que cada geração seria mais capaz do que a anterior. Agora eu já faço parte da segunda geração de diplomatas da minha família. E eu tenho grandes expectativas para o meu filho.

No Reino Unido, os candidatos negros tendem a ser aceitos em universidades onde já existe uma presença elevada de minoria étnicas. Embora possamos ter uma boa representação de estudantes negros na universidade, os negros são altamente sub representados entre os professores. Há menos de 100 professores negros nas Universidades do Reino Unido. Além disso, apesar de altas proporções de negros no ensino superior, os estudantes negros ainda são menos propensos a conseguir rapidamente um emprego depois da Universidade, em comparação com seus colegas brancos. Cerca de 55% dos estudantes negros encontram um emprego dentro de um ano de graduação, em comparação com 66% dos colegas brancos.

No entanto, uma coisa que é muito saudável no Reino Unido e que me orgulha é que a representação de minorias no ensino superior é falada abertamente, monitorada e medida pela sociedade e órgãos governamentais.

O Reino Unido tem como política nacional a estratégia e o objetivo de melhorar e aumentar a diversidade nas nossas faculdades e universidades, já que essas são representativas da sociedade. Acreditamos que isso é importante não só para a sociedade, mas essencial também para o desenvolvimento econômico. O progresso deve ser determinado pelo talento e não pela condição socioeconômica. Nossa estratégia nacional para inclusão agora no Reino Unido é aquele que se concentra em melhorar o acesso às universidades, incluindo o envolvimento com as comunidades e as escolas públicas, para que os alunos comecem desde cedo a pensar no que querem estudar na universidade, pensando que também podem entrar em universidades de elite.

Trata-se de garantir que esses estudantes na universidade recebem o apoio que necessitam para se manter nos anos de estudo e que possam pensar em uma pós-graduação. E além disso, percebemos que não é só conseguir atrair mais alunos para as universidades, mas também garantir que eles tenham acesso a empregos de qualidade ao acabarem os estudos. Neste contexto, o setor público e privado tem um papel a desempenhar.

Quando eu estava na universidade, uma das experiências mais ricas que tive foi um estágio fornecido pelo HSBC. Esse foi um estágio que era para negros e difícil de entrar. Por dois meses você tinha que aprender tudo sobre o banco, trabalhar junto com altos executivos, recebendo treinamento em habilidades de entrevistas e a oportunidade de encontrar outros estudantes negros de universidades de todo o Reino Unido. Você teria um bom salário pago e no final do programa, cada estagiário teria garantido uma entrevista para o programa de pós-graduação do HSBC. Foi uma das experiências mais gratificante e positiva que já tive. Programas como esse são incentivados no Reino Unido e uma série de empresas britânicas tem esta forma de responsabilidade social corporativa como uma política.

O que eu também me orgulho é o papel que as minorias negras e étnicas estão trazendo para a próxima geração de líderes através do envolvimento com o governo e aconselhamento dos jovens. Eu mesmo, por exemplo, faço esse aconselhamento de jovens. Eu também continuo a puxar os meus limites para alcançar e contribuir para os objetivos do nosso ministro. Em conclusão, o conselho que eu daria a qualquer pessoa negra no ensino superior é que você é responsável por moldar sua própria experiência. Com o historiador Arthur Slessinger disse: "Auto-conhecimento para um indivíduo, bem como uma nação começa com a história".

Você precisa conhecer a si mesmo. Você precisa saber a história da sua nação e seu lugar nela e seu desdobramento. Armado dessa autoconsciência, você precisa reconhecer o seu potencial. O seu propósito é da contribuição que você quer dar ao seu país, porque é o seu país. E então você precisa equipar-se para atingir o seu propósito com a confiança e tenacidade, inclusive de seus antepassados, como, por exemplo, o que será celebrado no dia 20 de novembro.

Aos 88 anos, morre duquesa de Alba em Sevilha.

Sevilha (Espanha), a duquesa de Alba, Cayetana Fitz-James Stuart, dona de uma das maiores fortunas da Espanha, morreu nesta quinta-feira em Sevilha aos 88 anos, conforme informou o prefeito desta cidade andaluza, Juan Ignacio Zoido. A popular aristocrata, que ostentava o maior número de títulos de nobreza da Europa (46), foi hospitalizada no domingo passado com gastroenterite, pneumonia e arritmia cardíaca. I

A duquesa de Alba era uma das personagens favoritas da imprensa espanhola, que organizou uma grande cobertura em 2011, quando a aristocrata excêntrica, conhecida por seus cabelos brancos encaracolados e sua espontaneidade, casou-se pela terceira vez com um funcionário 25 anos mais jovem.
O casamento foi contestado pelo seus filhos. Acostumada a sempre fazer sua vontade, para convencê-los, a duquesa decidiu distribuir entre eles sua fortuna fabulosa.
Proprietária de vários palácios e numerosos terrenos, sua fortuna, uma das maiores da Espanha, é estimada entre 600 milhões e 3,5 bilhões de euros.
Seu filho mais velho, Carlos Martínez de Irujo, duque de Huesca, vai se tornar o próximo chefe da Casa de Alba, fundada no século XV e uma das famílias mais ilustres da Espanha, mas os títulos da duquesa, mais de 40, deverão ser distribuídos entre seus herdeiros.
Resultado de uma combinação complexa de casamentos entre os seus antepassados em toda a Europa ao longo das décadas, Cayetana, como era conhecida carinhosamente, guardava cinco títulos de duquesa, um de condessa-duquesa, 18 de marquesa 18 de condessa e mais um de viscondessa.


A duquesa de Alba durante seu casamento com Alfonso Diez, 25 anos mais novo, em outubro de 2011 


Um pouco da Síndrome de Down...

Gostaria de saber se a síndrome de Down pode ocorrer em pessoas da raça negra? (pergunta feita por e-mail)

Prof. Dr. Zan Mustacchi: 

A síndrome de Down pode ocorrer tanto em pessoas da raça negra, quanto em qualquer outra raça nas mesmas proporções. Tudo é possível.

Influência da dança na síndrome de Down .

Resposta do Prof. Dr. Zan Mustacchi: 

Vivemos em busca de prazeres e a música, acompanhada por uma extroversão corporal, traduz além de prazer uma grande organização neurológica com controle do equilíbrio e organização de simetria e assimetrias harmônicas e projetadas na nossa mente como elementos que dependem de memória e habilidade. Portanto, todo o ornamento deste trabalho sempre favorecerá a qualquer indivíduo, principalmente aquelas que apresentam algum modelo de comprometimento.

Gostaria de receber mais informações sobre como trabalhar alfabetização com as crianças com síndrome de Down"

Resposta da Psicopedagoga do CEPEC-SP Dra. Vânia Aparecida B. Sanches: 

O tema de sua questão é bastante amplo, mas espero auxiliar-lhe fazendo algumas considerações que julgo como importantes. 

O primeiro passo ao pensar em alfabetização é compreender e respeitar as diferenças individuais. Assim como há diferenças entre as crianças consideradas "normais", há, também, diferenças entre as crianças com S.D. 

Mas, podemos partir do princípio que as crianças com SD, comumente, apresentam dificuldades na aquisição de linguagem, que é essencial no processo de alfabetização. 

Outras habilidades psicomotoras, como o esquema e imagem Corporal, percepção, coordenação motora, orientação espacial e temporal, lateralidade e atenção, são, também, requisitos no processo pedagógico, e podem estar limitadas na criança com SD. Desta forma, a prontidão para a alfabetização se torna imprescindível, e para isto, se faz necessário ter o conhecimento real do aluno, não só em suas limitações, como principalmente, de suas habilidades, ou seja, o seu potencial para o aprendizado. 

Como qualquer criança, o conhecimento acontece, efetivamente, quando é prazeroso e desperte o seu interesse e, para isto, a situação lúdica é essencial. 

As informações apresentadas devem ser graduais, uma vez que a criança com SD apresenta dificuldades em reter muitas informações, assim, para favorecer esta retenção, elas devem ser contextualizadas, e não fornecidas de modo isolado. 

Devemos considerar, também, que o professor deve estar atento, constantemente, às reações comportamentais do aluno, ou melhor, às suas reações afetivas, valorizando suas conquistas e incentivando-o às novas. 

Ainda, em sala de aula, proporcionar dinâmicas grupais onde se estimule a cooperação e interação entre os alunos e aceitação social da criança. 

Durante o processo educacional, a interação da escola com a família é extremamente importante, pois permite que esta participe das atividades que o filho vem desenvolvendo, permitindo maior compreensão da criança e maior colaboração no seu desenvolvimento, minimizando, ainda, as suas dúvidas e ansiedade sobre o processo de alfabetização da criança. 

A interação da escola, com os profissionais envolvidos com a criança, vem, também, contribuir para o seu desempenho escolar e desenvolvimento global (terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, psicopedagogo, psicomotricista, médicos, entre outros). 

Aponto algumas "dicas" que poderão te auxiliar neste momento, porém sem a intenção de limitá-las ou finalizá-las: 

Conhecer as limitações do aluno e, principalmente suas habilidades, de maneira que possa explorá-las e ampliá-las por meio de vivências de inúmeras e diversas experiências. 

Os aspectos psicomotores, como já disse, são essenciais para a prontidão da alfabetização; o corpo e suas relações com o meio são referências para qualquer tipo de aprendizagem. Portanto, incentivar e explorar as atividades corporais e expressivas (faça uma parceria com o educador físico da escola). 

Proporcionar situações prazerosas de aprendizagem que facilitem o desenvolvimento de diferentes atividades (motoras, cognitivas, emocionais e sociais) e, conseqüentemente, maior elaboração do pensamento. 

A criança com SD apresenta dificuldades de abstração e, por isso, devemos trabalhar com o concreto; é importante que a criança manuseie os objetos. 

Proporcionar o contato e realização de atividades relacionadas com leitura/escrita. 

O educador deve estar atento ao fato de que a construção da escrita, e compreensão da leitura, se faz necessário que o aluno, não somente adquira a linguagem, como, também, articule corretamente os fonemas, ou seja, fale corretamente, o que, comumente, não é o caso nas crianças com SD. Assim, a parceria com o fonoaudiólogo é muito importante. 

As habilidades manuais e postura corporal devem ser trabalhadas, uma vez que a escrita requer estas funções; embora uma inabilidade nestas áreas pode não impedir o processo de alfabetização, pode, ao menos, dificultá-la. Neste sentido, o contato com o terapeuta ocupacional (T.O.) é bastante vantajoso. 

Incentivar a utilização de conceitos têmporo-espaciais. 

Estimular a identificação de diferenças e semelhanças entre sons iniciais e finais das palavras. 

Identificar os grafemas (símbolos gráficos). 

Favorecer a organização de seqüências da esquerda para a direita. 

Favorecer a organização de idéias em seqüências lógicas. 

Adaptar as atividades de leitura/escrita ao contexto lingüístico da criança. 

Desenvolver hábitos de vida em grupo. 

Evitar situações que possam ser traumatizantes para a criança; enfatizo, novamente, a necessidade de conhecer suas limitações e principalmente seus potenciais. 

Explorar ao máximo cada experiência de aprendizagem da criança. 

O processo de aprendizagem deve ser contextualizado com a realidade do aluno. 

Enfim, desejar alfabetizar crianças com SD significa ter que considerar que há diferenças individuais e saber conhecê-las e respeitá-las é o princípio de tudo. O aprendizado pode ser mais lento, na grande maioria das vezes, não é impossível. 

Bem, penso que teríamos muitas coisas a serem ditas sobre a sua questão, porém não é possível aprofundá-las neste momento, mas espero que algumas de suas dúvidas tenham sido esclarecidas com as considerações feitas. 

Um abraço e boa sorte!
CEPEC- SP

Tokyo Disney.

Tokyo Disney completou 31 anos de existência. E o engraçado é que muita gente não sabe que existe uma filial da Disney no Japão.




A Tokyo Disney fica localizada em Urayasu, a 15km de Tóquio.

O complexo conta com 2 parques: Tokyo Disneyland Tokyo DisneySea. Além disso são 3 hotéis de propriedade da Disney e outros 6 hotéis de outras redes que são considerados "oficiais".

O transporte pelo complexo é feito por um monorail com 4 estações. A principal delas é aResort Gateway Station, onde desembarca o trem que vem de Tóquio.



Magic Kingdom. E até o castelo é praticamente o mesmo. Entre Orlando, Paris e California os castelos são completamente diferentes.

Assim que passa pelas catracas você sai numa área coberta do parque, onde fica localizada o World Bazaar, uma área basicamente de lojas e restaurantes.

Ao sair dessa área você enxerga o castelo ao fundo, localizado, é claro, no centro do parque.

Tokyo DisneylandTokyo Disneyland

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Vamos caminhando em direção à Adventureland onde encontramos muitas atrações semelhantes à Orlando como as concorridas Pirates of the Caribbean e Jungle Cruise e outras mais simples iguais ao Magic Kingdom.

Tokyo DisneylandTokyo Disneyland

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A próxima área é a Westerland, uma mistura de Frontierland Liberty Square de Orlando. Aqui a grande atração é Big Thunder Mountain, que não é exatamente igual à de Orlando, não. Porém, como a prima do Magic Kingdom, a altura mínima é 1,02m. ATENÇÃO: Atração com Fastpass

Tirando essa atração, tudo muito básico. Então vamos andando...

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Próxima parada Critter Country, com basicamente uma atração: a Splash Mountain, que diferentemente da versão da Flórida, tem como altura mínima 0,90m, portanto é um pouquinho mais suave. 
De resto é basicamente isso nessa área.

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Vamos chegando à Fantasyland e se você tem crianças, se prepare para ficar por aqui por muito tempo...

Aqui você encontrará várias atrações iguais ou muito semelhantes ou até mesmo atrações extintas em Orlando como Haunted Mansion (atração com Fastpass), Dumbo the Flying Elephant, Peter Pan's Flight, Castle Carousel, Mickey's PhilharMagic, Pinocchio's Daring Journey, Alice's Tea Party, Pooh's Hunny Hunt (atração com Fastpass), It's a Small World...

É tudo tão parecido, que algumas fachadas são idênticas. Outras mudam um pouco. Alguns nomes iguais, outros como pequenas variações... Mas no geral tudo muito parecido...

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Não tem crianças??? Então pode ir seguindo para Toontown. É uma área bem infantil, mas é diferente em relação à Orlando, então vale a visita.

Aqui você vai encontrar ainda a casa do Mickey, da Minnie, do Donald, Roger Rabitt, Pateta... tudo numa linda cidadezinha. 

Bem bonitinho. 

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E por último, mas não menos importante Tomorrowland, onde você também vai encontrar repetecos como Space Mountain (que tem altura mínima de 1,02m e possui Fastpass), Star Tours, Buzz Lightyear's Astro Blasters (com Fastpass) e Captain EO (com Fastpass).

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Disney Sea, um parque simplesmente lindo.

O parque, como o nome diz, tem inspiração nos mares e oceanos e com isso a Disney conseguiu, inclusive, instalar gôndolas no Japão.   

O parque é divido em 7 áreas: Mediterranean HarborAmerican Waterfront, Misterious Island, Port Discovery, Lost Delta River, Arabian Coast e Mermaid Lagoon. Pelos nomes já deu para perceber que hoje tudo vai girar em torno da água. Então vamos acelerar o passo, pois o passeio é longo.

Ao entrar no parque você já se depara com o Mediterranean Harbor. Essa área não possui nenhuma atração propriamente dita; possui basicamente lojas e restaurantes inspirados na Itália. E é justamente aí que você pode andar de gôndolas.

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A próxima área é American Waterfront, inspirada em portos pesqueiros antigos dos Estados Unidos. Essa área concentra duas ótimas atrações, porém já conhecidas dos parques de Orlando: Toy Story Mania e Tower of Terror. Ambas são concorridas e possuem sistema Fastpass. A Tower of Terror é destinada a maiores de 1,02m.

Além disso você encontra a Turtle Talk, semelhante a Orlando também, mas só que aqui a tartaruga fala japonês, então sugiro que você não vá, a menos que entenda a língua :)

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Bem em frente você encontra a Mysterious Island, com as atrações Journey to the Center of the Earth 20.000 Leagues Under the Sea; ambas possuem Fastpass

A primeira intercala momentos de calmaria, com outros bem intensos e de certa forma até radicias. Você encontrá criaturas sinistras. E tudo isso junto pode assustar as crianças. A altura mínima é de 1,17m. 

Já a segunda é algo tranquila para toda a família e trata-se de uma passeio de submarino "pelo fundo do mar".

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Seguindo o passeio, a área seguinte é a Port Discovery, uma área meio futurista, com atrações diferentes em relação a Orlando. Aqui você encontra o Aquatopia, uma espécie de xícara giratória, mas em botes na água. Porém, os botes fazem um percurso, enquanto giram. Pode molhar um pouco.

Além dessa atração, existe a StormRider que é um simulador de voo numa tempestade. Essa atração possui Fastpass e tem altura mínima de 90cm.

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Nada de parar agora... Vamos porque tem duas atrações radicais e exclusivas na sequência. Vamos desembarcar no Lost River Delta, uma área com aspecto bem misterioso.

A primeira atração é Indiana Jones Adventure: Temple of the Crystal Skull, que é uma atração que não existe em Orlando, mas existe na Califórnia. A bordo de um jipe, você vai percorrer cavernas e se deparar com caveiras, serpentes e até com o próprio Indiana Jones. Com movimentos bruscos, a atração tem altura mínima de 1,17m e pode assustar as crianças. Possui Fastpass.

A outra atração é a Raging Spirits, uma montanha-russa num "sítio arqueológico". Ela parece ser de madeira, mas não é e contém um looping. Essa também possui altura mínima de 1,17m e possui Fastpass. Além disso, é uma atração com altura máxima; se você tiver mais de 1,95m não poderá participar.

Nessa Mickey e amigos estão disponíveis para foto em trajes de exploradores.


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Dando continuidade ao nosso passeio, a próxima área é a Arabian Coast, que como o próprio nome já diz, tem como inspiração as "arábias"...

Aqui você vai encontrar apenas 3 atrações infantis, Jasmine Flying Carpets (os tapetes voadores), Sinbad's Storybook Voyage (atração com bonecos, que conta a estória de Sinbad) e Caravan Carousel (carrossel com outros animais além de cavalos).

Além disso,você encontra o The Magic Lamp Theather, que apresenta um espetáculo de 10 minutos que mistura música, números de mágica, filme 3D e muita diversão, com presença de Gênio e Aladdin. É todo em japonês, mas dá para entender o contexto. Possui Fastpass

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E a parte mais engraçadinha do parque e até mais com tema Disney é a Mermaid Lagoon, onde você vai encontrar o reino do Rei Tritão, o pai da Ariel.

Dentro do castelo do rei, existe uma área linda e colorida toda imitando o fundo do mar, com atrações voltadas para as crianças. São elas: a Jumpin' Jellyfish (águas vivas que sobem e descem), Blowfish Balloon Race (peixes que voam), The Whirpool (conchas giratórias) e Ariel's Playground.

É aqui também que fica localizado o Mermaid Lagoon Theather onde é exibido o espetáculoUnder the Sea, com a Ariel

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Já do lado de fora estão localizadas a Scuttle's Scooters, atração similar à clássica centopeia, e a Flounder's Flying Fish Coaster, mini montanha-russa do peixinho amarelo Linguado.

E é por aqui também que fica o Ariel's Gretting Grotto, onde é possível encontrar a Ariel para fotos e autógrafos. 

Área perfeita para trazer as crianças...

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Fast Pass é um sistema que permite reserva de horário para ingresso nos brinquedos ...
Click no vídeo e veja mais um pouco.

A título de curiosidade: 
Parques da Disney pelo mundo.

Orlando> 4 parques temáticos + 2 aquáticos 

Paris > 1 parque temático 

Tokio > 1 parque temático 

Los Angeles > 2 parques temáticos 

Hong Kong> 1 parque temático o equivalente chinês da Disneyland e do Magic Kingdom, é o menor das cinco Disneylândias espalhadas pelo mundo.