No mundo das pílulas, uma das mais antigas pílulas usadas até hoje é a aspirina, descoberta no século XIX, com o objetivo de aliviar os sintomas do resfriado, mas sua popularidade foi marcada pela eficácia durante a pandemia conhecida como "Gripe Espanhola" (1918).
Outra pílula, talvez a mais importante da era contemporânea é a anticoncepcional, que ficou conhecida com simplificado nome de "a pílula". Ela permitiu à mulher ter liberdade na sua sexualidade sem preocupações de uma gravidez indesejada. Ela é usada atualmente por mais de 100 milhões de mulheres em todo o mundo e por quase 12 milhões nos Estados Unidos. Lançada em 1960, permite dividir o mundo moderno em o de antes e o de depois da pílula.
Não se pode deixar de fora nesse rol a Viagra, que começou a ser comercializada em 1999, usada no tratamento da impotência masculina, isto é, nas disfunções eréteis. São indubitáveis seus sucessos no domínio da segurança. Os efeitos começam a agir depois de meia hora de sua ingestão e mantém a sua ação por mais de 5 horas.
A última novidade entre pílulas vem do Institute for Aging Research all'Einstein college de New York, onde pesquisadores encontraram uma forma, de através uma pílula, alongar a vida melhorando-lhe também a qualidade, pois será totalmente inútil superar os 90 ou 100 anos, presos a uma cama, com respiradores artificiais e os pés na cova.
Os pesquisadores estadunidenses dirigidos pelo geneticista Nir Barzilai, encontraram a solução para chegar aos 100 anos nos gens dos hebreus askenazim (*), famosos por chegar com maior facilidade a festejar um século de vida Explica Barzilai que na população ocidental existe uma possibilidade em 10 mil de chegar-se aos 100 anos, enquanto entre os askenazim as possibilidades são de um a cada 500 indivíduos.
O fato me faz lembrar a história do sujeito que foi ao médico e lhe disse que queria chegar aos 100 anos. O médico perguntou-lhe se fumava, "nunca fumei em minha vida", foi a resposta; continuando as perguntas quis saber se bebia, "sou abstêmio" disse o paciente e as perguntas continuaram, sobre o sexo, "discreto rotineiro"; sobre farras, "nem falar em libertinagem, era palavra desconhecida em sua vida". Nesse ponto o médico resolveu encerrar e disse: "Então pra que quer viver até cem anos?"
Nenhum comentário:
Postar um comentário