03/10/2012
NOVA BANDEIRA DO BRASIL.

Senhor, tende piedade de nós!
Pelo Marcos Valério e o Banco Rural
Pela casa de praia do Sérgio Cabral
Senhor, tende piedade de nós!
Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar
Senhor, tende piedade de nós!
Pela "queima de arquivo" do Toninho
(de Campinas) e Celso Daniel
Pela compra do dossiê no quarto de hotel
Pelos "hermanos compañeros" Evo, Chaves e Fidel
Senhor, tende piedade de nós!
Pela volta triunfal do Color
Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais
Senhor, tende piedade de nós!
Pela família Maluf e suas contas secretas
Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca
Senhor, tende piedade de nós!
Pela infinita bondade do comandante Zé Dirceu
Senhor, tende piedade de nós!
Pela eterna desculpa da "herança maldita"
Senhor, tende piedade de nós!
Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana
Pelo "compañero" Evo Morales que nos deu uma banana
Senhor, tende piedade de nós!
Pelo Ali Babá e sua quadrilha
Pelo Zé Sarney e sua filha
Senhor, tende piedade de nós!
Para que possamos ter muita paciência
Para que o povo perca a inocência
E proteste contra essa indecência
Senhor, dai-nos a paz!
Sucesso da Broadway, musical "O rei leão" terá montagem brasileira.

O rei leão, que já foi traduzido nos palcos em sete línguas diferentes (japonês, alemão, coreano, francês, holandês, mandarim e espanhol) e visto por 65 milhões de pessoas em 19 produções pelo mundo, agora ganha uma versão em português. A produção, uma parceria entre a Time for fun e a Disney Theatrical Productions, tem estreia prevista para março de 2013, no Teatro Abril (futuro Teatro Renault), em São Paulo.
Eles acompanham de perto todas as montagens fora da Broadway. Pudera. Foram eles que receberam, lá atrás, a difícil missão de levar a história dos cinemas para os palcos. "Meu chefe na Disney me chamou e perguntou se eu tinha alguma ideia de como levar O rei leão para o palco. Eu disse que não sabia, achava a história apenas cinematográfica. Ele, então, me mandou ter uma ideia genial", disse Schumacher, que ainda tem no currículo produções como A bela e a fera, O rei Davi, Tarzan e High School Musical.
O produtor pediu socorro para Julie Taymor, outra especialista em musicais. Ela nunca havia assistido ao filme, e tão pouco conhecia as canções, originalmente compostas, em sua maioria, por Elton John e Tim Rice. "A primeira coisa que pensei, depois de assistir ao filme, foi de como eu colocaria uma manada em cima de um palco", diz Julie. A inspiração veio do teatro antigo. Atores manipulando marionetes, movimentando rodas que fazem o cenário se movimentar.

A coreografia também ganhou atenção especial da diretora, que procurou por algo autêntico, que remetesse ao ambiente das savanas. "Não queria algo da Broadway, procurei alguém que conhecesse danças africanas, mas que tivesse um trabalho próprio", diz Julie. O escolhido foi o jamaicano Garth Fagan. "Ele trabalha com uma técnica de isolamento. A cabeça faz movimentos diferentes do tronco. Isso foi importante para estabelecer a mobilidade dos animais", afirma Julie.
Com a supervisão dos dois profissionais, que já estiveram por aqui algumas outras vezes e que agora vão acompanhar as seletivas dos atores (ainda não há nenhum nome anunciado), pode-se esperar que a versão brasileira tenha o mesmo cuidado da original.

Duas importantes canções já foram apresentadas: "Dá para ver o amor aqui?" ("Can you feel the love tonight?") e "Ciclo da vida" ("Circle of life"). Gil também pretende acompanhar, vez ou outra, os ensaios. "Pode ser que as músicas precisem de ajustes, trocar uma palavra ou outra", diz o compositor.
O fato de já existirem versões para o filme – Zezé Motta, por exemplo, gravou "Ciclo da vida" para o cinema – não preocupa Gil. "Eu trabalhei com as canções do musical, que já são diferentes da do filme. Quem ganha é o público, que vai conhecer mais uma versão", disse Gil. O compositor ainda filosofou. "Traduzir é sempre arriscado. O tradutor arrisca perder a sua alma. Mas é preciso atravessar essa ponte entre as duas línguas."
Gil, pelo trabalho ou pela teoria, acabou ganhando um elogio público do produtor Thomas Schumacher. "A versão em português já é a minha preferida. Ela me pareceu mais soft, mais carinhosa", disse.
Apesar de não haver uma data certa para a estreia – sabe-se apenas que será em março de 2013–, o musical já tem dias e horários definidos: quartas, quintas e sextas-feiras, às 21h, sábados, às 16h30 e 21h, e domingos, às 15h30 e 20h. Os preços também já foram divulgados, de R$ 50 a R$ 280. As vendas começam no dia 20 de outubro para quem tem os cartões do banco Bradesco, um dos patrocinadores. A Time for fun promete, para depois de "O Rei leão", as montagens de "A pequena sereia" e "Marry Poppins".
7 erros do professor em sala de aula.

O problema Deixar a turma sem fazer nada ao corrigir exames ou propor que os alunos confiram as avaliações.
A solução Nesse caso, o antídoto é evitar a ação. Corrigir provas é tarefa do educador, para que ele possa aferir os pontos em que cada um precisa avançar. E o momento certo para isso é na hora-atividade.

2. Exigir que todos falem na socialização
O problema Durante um debate, pedir que todos os estudantes se manifestem, gerando desinteresse e opiniões repetitivas.
A solução O ideal é fazer perguntas como "Alguém tem opinião diferente?" e "E você? Quer acrescentar algo?". Assim, as falas não coincidem e os alunos são incentivados a ouvir e a refletir.

3. Não desafiar alunos adiantados
O problema Crianças que terminam suas tarefas ficam ociosas ao esperar que os demais acabem. Além de perder uma chance de aprender, atrapalham os colegas que ainda estão trabalhando.
A solução Ter uma segunda atividade relacionada ao tema da primeira para contemplar os mais rápidos.

4. Colocar a turma para organizar a sala
O problema A arrumação de carteiras e mesas para trabalhos em grupo e rodas de leitura acaba tomando uma parte da aula maior do que das atividades em si.
A solução Analisar se a mudança na disposição do mobiliário influi, de fato, no aprendizado. Em caso positivo, vale programar arrumações prévias à aula.

5. Falar de atualidades e esquecer o currículo
O problema Abordar o assunto mais quente do momento por várias aulas, o que pode sacrificar o tempo dedicado ao conteúdo.
A solução Dosar o espaço das atualidades e contextualizar o tema. Em Geografia, por exemplo, pode-se falar de deslizamentos de terra relacionando-os aos tópicos de geologia.

6. Realizar atividades manuais sem conteúdo
O problema Pedir que os alunos façam atividades como lembrancinhas para datas comemorativas sem nenhum objetivo pedagógico.
A solução Só propor atividades manuais ligadas a conteúdos curriculares - nas aulas de Artes, por exemplo, para estudar a colagem como um procedimento artístico.

7. Propor pesquisas genéricas
O problema Pedir trabalhos individuais sobre um tema sem nenhum tipo de subdivisão. Como resultado, surgem produções iguais e, muitas vezes, superficiais.
A solução Dividir o tema em outros menores e com indicações claras do que pesquisar. Isso proporciona investigações mais profundas e dinamiza a socialização.
Resta lembrar que nem tudo o que foge ao planejamento é perda de tempo. Questionamentos, por exemplo, são indícios de interesse no assunto ou de que um ponto precisa ser esclarecido. "Para esse tipo de desvio de rota, vale, sim, abrir espaço. Afinal, são atividades reflexivas e que auxiliam na aprendizagem", afirma Cristiane Pelissari, formadora da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo.







