Quem não troca de idéias, não troca de discurso, evita as próprias contradições.
Morre lentamente: Quem não lê, Quem não ouve música, Quem não encontra graça em si mesmo
Morre lentamente: Quem destrói seu amor próprio, Quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente: Quem se transforma em escravo do hábito Repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, Não se arrisca a vestir uma nova cor.
Morre lentamente: Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos Olhos e os corações aos tropeços.
Morre lentamente: Quem não vira a mesa quando está infeliz
Com o seu trabalho, com amigos e familiares, Quem não arrisca não se aventura para ir atrás de um sonho, quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos...
Morre lentamente:
Quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.
Morre lentamente:
Quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um feito muito maior que o simples fato de respirar. Somente a ardente paciência fará com que conquistemos uma esplêndida felicidade.