30/08/2014

Lugares.. ... .

Cataratas do Niágara


The Eiffel Tower Paris, France


Kailua - Kona , Hawaii


In Manhattan, NY 



Trindade, Porto Sozopol 


Ponta do Sol; Cabo Verde


Egypt 


Escorregador sensacional na Sicília, Itália


Aldeia de Girona-Costa Brava - Espanha


Camboja Prasat Bayon (templo).


San Boldo Pass, Itália. 


Budapest


Decoração... ... .















Dick Smith - O maior maquiador de Hollywood.

dick_smith_01
 
dick_smith_02dick_smith_03dick_smith_04dick_smith_05dick_smith_06dick_smith_07dick_smith_08dick_smith_09dick_smith_10dick_smith_11


Carta para Josefa, minha avó.: Texto magistral de José Saramago.

Este texto tem sido amplamente divulgado nas escolas de Portugal, até porque durante o mês de outubro comemora-se o mês do idoso. É habitual nas disciplinas de Português e de Formação Cívica os alunos e docentes  tratarem dos direitos das pessoas idosas.
As turmas do 7º ano, quando trabalham o texto normativo "A Carta", gostam de ler o que o autor diz sobre a sua avó. Discute-se se o texto cumpre esses critérios ou se é outro tipo de texto. Em termos de conteúdo, transparece nas suas palavras o amor incondicional por alguém que de tão puro e natural está acima de todas as imperfeições do ser humano. Um exemplo a seguir por uma sociedade que não valoriza as pessoas mais velhas.
A reação dos alunos é sempre muito boa: emocionam-se. Poucos são aqueles que mantêm uma relação tão forte com esta figura, a avó. Vivemos, sem dúvida,  tempos de crise, sobretudo ao nível dos valores.
Trata-se efetivamente de uma crônica que Saramago escreveu e que surge no livro Deste Mundo e do Outro.


Josefa Caixinha

Tens noventa anos. És velha, dolorida. Dizes-me que foste a mais bela rapariga do teu tempo – e eu acredito. Não sabes ler. Tens as mãos grossas e deformadas, os pés encortiçados. Carregaste à cabeça toneladas de restolho e lenha, albufeiras de água. Viste nascer o sol todos os dias. De todo o pão que amassaste  se faria um banquete universal. Criaste pessoas e gado, meteste os bácoros na tua própria cama quando o frio ameaçava gelá-los. Contaste-me histórias d aparições e lobisomens, velhas questões de família, um crime de morte. Trave da tua casa, lume da tua lareira – sete vezes engravidaste, sete vezes deste à luz.
Não sabes nada o mundo. Não entendes de política, nem de economia, nem de literatura, nem de filosofia, nem de religião. Herdaste umas centenas de palavras práticas,  um vocabulário elementar. Com isto viveste e vais vivendo. És  sensível às catástrofes e também aos casos de rua, aos casamentos de princesas e ao  roubo dos coelhos da vizinha. Tens grandes ódios por motivos que já perdeste lembrança, grandes dedicações que assentam em coisa nenhuma. Vives. Para ti, a palavra Vietname é apenas um som bárbaro que não condiz com o teu círculo de légua e meia de raio. Da fome sabes alguma coisa: já viste uma bandeira negra içada na torre da igreja. (Contaste-mo tu, ou terei sonhado que o contavas?) Transportas contigo o teu pequeno casulo de interesses. E, no entanto, tens os olhos claros e és alegre. O teu riso é como um foguete de cores. Como tu, não vi rir ninguém.
Estou diante de ti, e não entendo. Sou da tua carne e do teu sangue, mas não entendo. Vieste a este mundo e não curaste de saber o que é o mundo. Chegas ao fim da vida, e o mundo ainda é, para ti, o que era quando nasceste: uma interrogação, um mistério inacessível, uma coisa que não faz parte da tua herança: quinhentas palavras, um quintal a que em cinco minutos se dá a volta, uma casa de telha-vã e chão de barro. Aperto a tua mão calosa, passo a minha mão pela tua face enrugada e pelos teus cabelos brancos, partidos pelo peso dos carregos – e continuo a não entender. Foste bela, dizes, e bem vejo que és inteligente. Por que foi então que te roubaram o mundo? Quem to roubou? Mas disto talvez entenda eu, e dir-te-ia o como, o porquê e o quando se soubesse escolher das minhas inumeráveis palavras as que tu pudesses compreender. Já não vale a pena. O mundo continuará sem ti – e sem mim. Não teremos dito um ao outro o que mais importava.
Não teremos, realmente? Eu não te terei dado, porque as minhas palavras não são as tuas, o mundo que te era devido. Fico com esta culpa de que me não acusas – e isso ainda é pior. Mas porquê, avó, por que te sentas tu na soleira da tua porta, aberta para a noite estrelada e imensa, para o céu de que nada sabes e por onde nunca viajarás, para o silêncio dos campos e das árvores assombradas, e dizes, com a tranquila serenidade dos teus noventa anos e o fogo da tua adolescência nunca perdida: "O mundo é tão bonito, e eu tenho tanta pena de morrer!"
É isto que eu não entendo – mas a culpa não é tua.

Mais de 8,5 mil escolas ainda não escolheram livro didático



Mais de 8,5 mil escolas públicas de ensino médio em todo país ainda não escolheram os livros didáticos que serão usados por seus alunos a partir do próximo ano, segundo balanço parcial divulgado nesta tarde pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). O prazo para escolha dos livros termina segunda-feira (1º).

Professores, diretores e coordenadores pedagógicos devem fazer as opções pela internet, no sistema eletrônico do FNDE.

Cerca de 10.800 escolas já fizeram a escolha. Em alguns estados, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o percentual de escolas que já concluíram a escolha ultrapassa a marca de 70%. Outras unidades, no entanto, apresentam índices abaixo de 50%. No Amapá, 76% ainda não fizeram a escolha; no Pará, 65%.
Nesta edição do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), serão selecionadas obras destinadas a alunos e professores do ensino médio de todas as disciplinas: português, matemática, história, geografia, física, química, biologia, filosofia, sociologia, língua estrangeira (inglês e espanhol) e arte. Devem ser escolhidas duas opções de cada componente curricular, de editoras diferentes. Caso não seja possível a aquisição dos livros da editora da primeira opção, o FNDE comprará as obras da outra opção.

Para que os professores possam escolher os livros mais adequados ao sistema de ensino de cada escola, o FNDE disponibilizou em seu portal eletrônico o Guia de Livros Didáticos 2015, que contém resenhas e informações de cada uma das obras selecionadas pelo Ministério da Educação para o PNLD 2015.

A previsão do FNDE é comprar cerca de 90 milhões de exemplares destinados a 7 milhões de alunos do ensino médio. Também haverá aquisição de livros do ensino fundamental para reposição e complementação.

Pelo PNLD, a cada ano, um grupo de séries é beneficiado com os livros reutilizáveis. Em 2015, o escolhido é o ensino médio. As demais séries recebem a reposição dos chamados livros consumíveis, que contêm exercícios e são utilizados apenas por um ano.

Casal do Texas processa creche que amarrou o filho deles de 2 anos com fita adesiva.



Kristi e Brad Galbraith entraram com um processo por fraude e negligência e pedem uma indenização de US$ 1 milhão. O caso aconteceu em junho na Academia Montessori Heart2Heart, em Willow Park, mas só agora o casal soube o que havia acontecido com o menino. Um ex-funcionário da creche enviou foto à família e avisou que quem aparecia na imagem era o filho deles.

"Esse é um pesadelo dos pais", disse o advogado Larry Rasansky. "Os pais entregam seus filhos aos cuidados de outras pessoas em confiança, e é preocupante que algo assim aconteça com as crianças, que são muito pequenas para falar por elas mesmas."

A creche não quis comentar o assunto, e disse apenas que está cooperando com as autoridades. Já o casal alega no processo que seu filho é mesmo a criança retratada na foto que circulou pela internet e ganhou a atenção da mídia na época, onde aparece uma criança enrolada em um cobertor e amarrada com fita adesiva a um pequeno colchão.