28/05/2014

Muito interessante... ... .


Cinco motivos que fizeram atores de "Chaves" virarem inimigos.



O mundo inteiro gosta de "Chaves", não é mesmo? E sem querer querendo, se tornou uma das séries mais cultuadas no Brasil por diversas gerações.

Mas, o seriado criado em 1971 por Roberto Gómez Bolaños possui diversas histórias de bastidores que nem todos conhecem, recheadas com intrigas, rancor e traições.

Agora, a TV NaTelinha vai desvendar o 'por trás das câmeras' de "Chaves", revelando a mais intrigante briga de seus bastidores, entre Bolaños, o Chaves, e Carlos Villagrán, o Kiko.


Confira abaixo, resumidamente, os motivos:

1 - Sucesso do personagem Quico;

2 - Carlos Villagrán contratou Dom Ramon, Seu Madruga, para seu programa na Venezuela;

3 - Roberto Bolaños bloqueia Villagrán na Rede Televisa;

4 - Bolaños não paga Royalties para Villagrán. Em frase polêmica, ator de Quico disse: "ele já está pagando pois está trocando dinheiro por saúde".

5 - Trocas de farpas na imprensa e Dona Florinda.


Motoristas fazem fila para comprar gasolina sem imposto em São Paulo.



O Posto Ipiranga da Avenida Sumaré, em São Paulo, teve fila de veículos na manhã desta quarta-feira, 28. Em função do protesto realizado na sexta edição do Dia da Liberdade de Impostos, o litro da gasolina está sendo vendido com desconto de 53% neste posto. A redução do preço equivale à carga tributária do produto.
Sem os impostos, o litro da gasolina, que normalmente sai por R$ 2,899, passa a custar por R$ 1,362.

A gasolina será vendida com desconto até as 13 horas ou até acabarem os cinco mil litros de combustível comprados para o protesto. Cada veículo pode ser abastecido com no máximo 30 litros. Pagamento em dinheiro.

A diferença de preço será paga pelos organizadores do ato: o Instituto Ludwig von Mises e o Movimento Endireita Brasil, fundado por Ricardo Salles, um dos organizadores do evento. Segundo ele, o objetivo do protesto é "demonstrar para a população qual o tamanho da carga tributária brasileira e como ela afeta a vida de cada um".

A data do Dia da Liberdade de Impostos foi escolhida com base em informações do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT). O cálculo indica que 28 de maio é o último dos 148 dias trabalhados no ano pelo brasileiro apenas para quitar seus impostos. "Até então, você trabalhou para pagar o governo", afirma Salles.
O Dia da Liberdade de Impostos foi realizado pela primeira vez em Porto Alegre, há 11 anos. Outras cidades do País aderiram ao evento, que ocorre no exterior com o nome "Free Tax Day". No ano passado, os cinco mil litros de gasolina foram vendidos na capital paulista para 188 carros e 41 motos.

Polícia prende aluna de Direito suspeita de ataques da caixas eletrônicos no ES.



Uma estudante de Direito, o namorado e o cunhado foram presos nesta terça-feira (27), no bairro São Geraldo, em Cariacica, no Espírito Santo, suspeitos de participar de uma quadrilha especializada em arrombamento de caixas eletrônicos no Estado.
Segundo a Polícia Civil, a universitária Luara Viali, 23 anos, o namorado, Anderlan Chagas Costa, 33, e o cunhado Andreivid Chagas Costa, 23, faziam parte de um grupo suspeito de ataques que somaram prejuízo de mais de R$ 2 milhões.

Pelos menos outros quatro suspeitos estão foragidos e são procurados pela polícia. O grupo teria participado do arrombamento de um caixa eletrônico no último domingo (25), dentro de um supermercado, quando foram roubados mais de R$ 80 mil.

Na casa onde os suspeitos foram detidos, os policiais recolheram maçarico, gás de acetileno, pé de cabra, alicates e demais ferramentas que podem ter sido usadas nos crimes.

Luara e o namorado Anderlan, em foto de rede social.


Itália vai incluir tráfico de drogas, prostituição e contrabando no cálculo do PIB.



A Itália vai incluir a prostituição e o tráfico de drogas no cálculo de seu Produto Interno Bruto (PIB, soma de bens e serviços produzidos) a partir do ano que vem, para tentar melhorar os números de sua economia. O Instituto Nacional de Estatísticas (Istat) do país anunciou que o resultado incluirá também estimativas sobre o valor do contrabando de cigarros e álcool.
Além de incluir essas atividades no cálculo, os dados de anos anteriores serão ajustados para refletir a mudança na metodologia, informou o Istat. A revisão foi feita de acordo com as regras da União Europeia, informou o instituto oficial italiano
Quatro recessões nos últimos 13 anos levaram o PIB italiano a € 1,56 trilhão no ano passado, 2% menor que em 2001, descontando a inflação no período.
— Apesar de ser difícil de quantificar, é óbvio que haverá um impacto positivo no PIB — afirmou Giuseppe Di Taranto, economista e professor da Universidade Luiss, de Roma.
Colocar o novo procedimento em prática não será fácil, já que as atividades são ilegais e suas movimentações não são informadas ao governo. O Banco da Itália estimou em 2012 o valor da economia do crime em 10,9% do PIB do país.
A Eurostat, instituto de estatísticas da União Europeia, estimou que o impacto na economia italiana seria de 1% a 2% em um ano, um significativo aumento em relação à estimativa do governo de crescimento de 1,3% este ano.
Ainda segundo os cálculos da Eurostat, as nações da região teriam aumento médio de 2,4% do PIB com o novo cálculo. As maiores evoluções ficariam com a Finlândia e a Suécia, com aumentos de 4% a 5%, seguidas de Áustria, Reino Unido e Holanda, de 3% a 4%.
A economia da Itália, terceira maior da zona do euro, encolheu em 2012 e 2013. Nos três últimos meses do ano passado, o PIB deu sinais de recuperação registrando crescimento. Porém, já no primeiro trimestre de 2014, a variação registrou recessão de 0,1%. Segundo pesquisa feita pela Reuters, no início deste ano, o PIB local subiria apenas 0,6% em 2014, contra uma previsão de evolução da economia em 0,8% do governo.
Em abril, o governo aprovou decreto reduzindo o imposto de renda de cerca de 10 milhões de italianos que ganham entre € 8 mil e € 26 mil por ano. A medida em grande parte será financiada por cortes de gastos permanentes.

"O iPhone e o Galaxy S não valem US$ 600", diz presidente mundial da Motorola.


A história recente da Motorola mostra como o setor de tecnologia costuma ser cruel com empresas que se acomodam na posição de liderança. A Motorola foi a companhia que inventou o mercado de celulares. Reinou tranquilamente ao longo da década de 90 e início dos anos 2000. Acabou superada pela Nokia, que tinha um produto mais competitivo e fácil de usar. A Nokia experimentou um veneno similar e foi atropelada por Apple e Samsung. Ainda gigante, a Motorola seguiu agonizando até 2010, quando foi comprada pelo Google, interessado em suas patentes. A aquisição ajudou o Google a desenvolver um sistema Android melhor e, ao mesmo tempo, reposicionou a Motorola como uma promissora fabricante de smartphones. No início do ano, porém, veio a notícia surpreendente. O Google anunciou a venda da Motorola para a chinesa Lenovo, maior fabricante de PCs do mundo. A transação foi avaliada em 3 bilhões de dólares, um quarto do que fora pago pelo controle da Motorola três anos antes.

Depois de pelo menos uma década de idas e vindas, a Motorola parece voltar a trilhar uma trajetória de ascensão. Segundo dados da empresa de pesquisas Gfk e repassados pela Motorola, a fabricante ocupa o segundo lugar na venda de smartphones no Brasil, atrás somente da Samsung. Segundo a empresa, o Moto G, smartphone lançado por aqui no ano passado, é hoje o aparelho mais vendido da categoria no país. No comando desta nova fase da companhia está o americano Rick Osterloh, que assumiu a presidência mundial da Motorola no início do último mês de abril. Osterloh veio ao Brasil esta semana para fazer uma anúncio global. Serão dois novos celulares: uma versão do Moto G, lançado no ano passado, que será compatível com 4G. E um smartphone de baixo custo, o Moto E, que terá preço de 529 reais e versão com TV digital integrada. Em entrevista a ÉPOCA, Osterloh falou sobre os lançamentos, sobre a importância do Brasil para a Motorola e sobre o futuro do mercado de smartphones.

ÉPOCA – Como está o processo de transição para o controle da Lenovo?
Osterloh – Por enquanto ainda fazemos parte do Google. A aquisição está em análise pelas autoridades competentes e estamos esperando tudo isso acontecer para concluir a migração. Deveremos estar com tudo concluído até o final deste ano. É o nosso objetivo. Temos feito alguns avanços já, mas, por enquanto, estamos separados da Lenovo. 

ÉPOCA – Depois da aquisição da Nokia, a Microsoft optou por "matar" a marca finlandesa e transformar a empresa em Microsoft Mobile. A Lenovo repetirá essa estratégia com a marca Motorola?
Osterloh – A nossa intenção é que a marca Motorola continue a ser usada. A Lenovo enxerga valor na marca Motorola. Somos a empresa que inventou o negócio de aparelhos celulares. Achamos que isso é uma característica forte o suficiente para nos mantermos como uma marca separada.

ÉPOCA – A quais fatores o senhor atribui o crescimento recente da Motorola no Brasil? Existe uma estratégia específica para o mercado local?
Osterloh – Por muitos anos o Brasil tem sido um dos nossos principais mercados. O fato de a gente fazer um anuncio global no Brasil diz muito sobre a importância que o país tem para os negócios da Motorola. Os aparelhos que estão sendo lançados hoje são fruto de uma estratégia que vem desde a aquisição do Google. Começamos essa jornada nove meses atrás, quando lançamos o Moto X, nosso primeiro produto totalmente criado dentro do Google. Depois veio o Moto G, que é um smartphone com preço mais acessível e que se tornou o mais vendido no Brasil. Acho que conseguimos encontrar o melhor balanço entre desempenho e preço e foi o que nos ajudou a relançar a empresa globalmente.

ÉPOCA – Em que países a Motorola está presente hoje?
Osterloh – Logo depois da aquisição do Google, decidimos reduzir nossa atuação global. Passamos a atuar somente em 10 países, incluindo o Brasil. Agora, estamos começando a expansão para 40 países. Queremos repetir o desempenho que tivemos no Brasil e em alguns lugares da Europa. Na Inglaterra temos 6% de participação do mercado de celulares. Há um ano, tínhamos zero. Do ultimo trimestre de 2013 para o primeiro trimestre de 2014, tivemos globalmente um crescimento na venda de smartphones de 61%. Nossa estratégia de reinventar a empresa com poucos e bons aparelhos em países estratégicos deu certo. O desafio agora é repetir isso em outros mercados.

ÉPOCA – O que vocês estão lançando no Brasil hoje?
Osterloh – São dois modelos de aparelhos que terão como principal foco a relação custo-benefício. Um smartphone custa em média no mundo US$ 347. É muito dinheiro. Queremos conquistar um público que ainda usa celulares comuns, que respondem por 70% da base mundial de aparelhos. O Moto G custa um terço do preço de um iPhone ou de um Galaxy S4 e agora estamos lançando uma versão com 4G LTE. O segundo anuncio é um novo produto, o Moto E, que também está dentro da estratégia de conquistar aqueles usuários que ainda têm um celular comum. O aparelho tem tela de 4,3 polegadas e resolução HD. Terá espaços para dois chips e mais de 20 capinhas diferentes para a traseira. O versão do Android também será a Kit Kat e garantimos a atualização por pelo menos 18 meses. Vamos lançar o Moto E por R$ 529.

ÉPOCA – O senhor disse numa entrevista recente que a era dos smartphones de U$ 600 estava no fim. Quando o senhor acha que os preços dos aparelhos mais sofisticados irão cair?
Osterloh – Eu acho que sempre haverá gente topando pagar mais por celulares mais sofisticados. Dito isso, eu não acho que seja justo smartphones como o iPhone e o Galaxy S custarem mais do que U$ 600. Eles não valem isso. O principal desafio da Motorola é mostrar essa questão na prática. Lançar aparelhos tão sofisticados quanto e com preços mais acessíveis.

ÉPOCA – Além do fator preço, qual é o grande desafio para ter sucesso num mercado de celulares. Qual a estratégia da Motorola para voltar a ser a potência do início dos anos 2000?
Osterloh – Além do preço do aparelho, é preciso tornar toda a experiência de usar o celular mais barata. Quando colocamos slots para dois chips de operadoras, conseguimos tornar as ligações mais baratas, por exemplo. O design também é importante. Todos têm a mesma linha de design, permitem trocar a cor da capinha traseira. Por fim, outro ponto critico é a questão do software. Nossa maior preocupação hoje é oferecer as atualizações do sistema Android o mais rápido possível para os nossos telefones.

ÉPOCA – Muitos fabricantes têm uma estratégia de desenvolver uma nova camada de software sobre o Android. A própria Motorola tinha o polêmico Motoblur. Com o Google, a empresa abandonou essa estratégia, optando por usar o Android puro. Permanecerá assim com a Lenovo?
Osterloh – Achamos que as camadas de software são terríveis para os usuários de smartphone. Removemos o Motoblur e passamos a respeitar a experiência original do Android. Nossa estratégia de software é justamente "abraçar" o Android puro de modo a conseguir fazer as atualizações dos aparelhos de forma mais rápida do que nossos concorrentes. Hoje, 80% de nossos usuários de Moto X e do Moto G têm a versão mais recente do Android, a Kit Kat. A participação do Kit Kat na base geral de smartphones com Android é de apenas 10%.

ÉPOCA – Como a Motorola está se preparando para o futuro do mercado de dispositivos conectados?
Osterloh – Estamos estreando nesse mercado com um relógio inteligente, o Moto 360. Ainda é uma categoria recente e muitos relógios que existem no mercado são horríveis e difíceis de usar. O nosso desafio com o Moto 360 foi fazer um aparelho que realmente pareça um relógio moderno. Ele é só o começo de um mercado que ainda vamos explorar muito.


MOTO E: O smartphone custará R$ 529

Londres é sondada como "plano B" para a Olimpíada do Rio, diz jornal.


O esgrimista Andrea Baldini, da Itália, comemora medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012.

 Os atrasos nas obras para a Olimpíada do Rio, em 2016, fez com que o Comitê Olímpico Internacional (COI) sondasse autoridades de Londres para saber se a capital britânica teria condições de sediar o evento no lugar do Rio. A informação é do jornal britânico Evening Standard. Segundo o jornal, membros do COI tiveram uma conversa informal sobre a possibilidade de Londres se tornar um "plano B" da Olimpíada de 2016.

O Comitê Olímpico critica fortemente os preparativos dos Jogos Olímpicos no Brasil. No final de abril, o vice-presidente da entidade disse que a preparação para Rio-2016 é "a pior de todas". Uma comparação com jogos recentes mostra o quanto o Rio está atrasado. Faltando dois anos para os Jogos, Londres estava com 60% das obras prontas, Atenas estava 40%. Já o Rio, neste momento, fez apenas 10% dos preparativos.
Apesar das conversas informais, a fonte do Evening Standard diz que a possibilidade do COI trocar o Rio por Londres é pequena. Deixar uma cidade-sede de fora por conta nos atrasos em obras seria inédito, mas já aconteceu de Londres substituir uma cidade durante os Jogos Olímpicos. A Olimpíada de 1908 foi transferida da Itália para a Inglaterra por conta da erupção do Monte Vesúvio.
Oficialmente, o Comitê Olímpico Internacional negou que haja qualquer conversa sobre tirar a Olimpíada do Rio ou em um plano B para 2016. "Essa notícia é totalmente sem fundamento. Não há um pingo de verdade", disse a entidade.