17/06/2014

Como envelhecer sem ficar velho.



 Como envelhecer sem ficar velho
Dicas nutricionais de como envelhecer saudável...




Incríveis ônibus escolares do Japão.


    

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Engenheiros querem energia elétrica sem fios de Tesla.



Nikola Tesla foi um dos maiores responsáveis pelo mundo como o conhecemos hoje, principalmente no que diz respeito ao uso da eletricidade. O inventor que deu origem ao estereótipo de "cientista maluco" ajudou no desenvolvimento da corrente alternada, que utilizamos hoje em nossas casas e escritórios. Mas seu principal objetivo era conseguir transmitir eletricidade sem fios.
Contudo, com a tecnologia da época e outros fatores, o máximo que ele conseguiu foi construir uma torre gigante para demonstrar a transmissão transatlântica de eletricidade. O projeto, no entanto, acabou não indo para frente.


Agora, segundo informações do Dvice, um grupo de engenheiros russos querem concluir o trabalho de Tesla. Para isso, eles lançaram uma campanha no Indiegogo para arrecadar fundos para o projeto.
Os engenheiros são Leonid e Sergey Plekhanov, que se formaram no Instituto de Física e Tecnologia de Moscow (MIPT, em inglês) e passaram anos estudando os trabalhos e patentes do inventor austríaco. Concorrente aos estudos, eles realizavam experiências para verificar se as ideias de Tesla funcionavam.
Depois de todos esses anos estudando tudo, os dois chegaram a conclusão de que é possível sim construir um sistema para a transferência de energia a longas distâncias e que isso resolveria muitos problemas de energia pelo mundo afora.
Segundo a dupla, pouco mais de 100 mil quilômetros quadrados de painéis solares seriam o suficiente para suprir toda a demanda mundial de energia elétrica atual. Mas imaginar uma estrutura quadrada de 320 km de lado fica difícil em qualquer país, exceto em áreas desérticas, como o Saara. E é aí que entraria o trabalho de Leonid e Sergey (e de Tesla). Com as fazendas de painéis solares nessas áreas remotas e inóspitas, um sistema de transmissão de energia sem fio de longo alcance poderia levar o que é produzido ali para outras partes do mundo.

Para alcançar o feito, a primeira tarefa da dupla será construir uma nova torre de transmissão, similar à Torre Wardenclyffe, que Tesla construiu em Nova Iorque nos idos de 1900. À época, a torre tinha 56 metros de altura e funcionava como uma antena gigante para comunicações sem fio e para a transmissão da energia. Para reproduzi-la, os engenheiros lançaram uma campanha no Indiegogo, site para arrecadação de fundos, com o objetivo de conseguir US$ 800 mil para financiar a construção.
Eles ainda estão bem longe do objetivo, mas falta 1 mês para o término do prazo, então pode ser que consigam arrecadar toda a quantia necessária.
Confira abaixo um vídeo da dupla explicando o projeto e, caso tenha interesse em contribuir, basta clicar no link.


Abertura da Copa: cerimônia inaugural austera.



Ficou com a impressão que a abertura da Copa do Mundo de 2014 foi sem-graça, estranha ou muito rápida? Você não foi o único.
Enquanto a maioria dos veículos destacou o colorido e as belezas naturais da cerimônia, alguns jornais e sites criticaram a apresentação preparada para a estreia do mundial.

A celebração foi "quase um papelão", cravou o jornal argentino Olé em texto de sua cobertura do torneio.

"A ideia de resumir regiões, estilos e enquadrar o DNA de um país tão grande e diversificado não deu muito resultado", disse o texto. "Por que não apostaram mais forte na música?", questionou.

No jornal La Gazzetta dello Sport, da Itália, a manchete destacava a presença de Jennifer Lopez - e a duração de apenas 25 minutos do show.

Já o Mashable classificou a cerimônia como confusa para os espectadores, ainda que tenha gerado momentos inesperadamente divertidos com as fantasias dos bailarinos.

"E em algum lugar, Vladimir Putin e seu amigo urso gigante de Sochi estão sorridentes, pensando que finalmente perderam o posto de pior cerimônia de abertura de todos os tempos", afirmou o texto.

Ganharam destaque a falha do globo gigante durante a entrada da cantora Jennifer Lopez, o visual de gosto duvidoso dos bailarinos e a atenção ínfima dada ao exoesqueleto que deu o chute inaugural da competição, um projeto científico do brasileiro Miguel Nicolelis que recebeu pouco destaque eu seu grande momento. 



Cristiano Ronaldo antes e depois... ... .

Bom dermatologista, bom dentista, bom cirurgião plástico, tudo resolvido. Quase esqueci dos €€€€$$$$.

Uma nova safra de estudos investigou a conhecida e temida rivalidade feminina. Constatou que não é mito.

"As mulheres lutam com fofocas e rumores." É com essas palavras que o advogado da personagem principal da série americana Orange is the new black, sucesso no serviço de vídeo on-line Netflix, acalma sua cliente sobre o risco de violência física dentro da prisão. Uma recente safra de estudos com o objetivo de desvendar as raízes da rivalidade entre as mulheres sugere que isso não é só piada. Eles mostram que as mulheres estão em constante estado de alerta em relação às outras – e são capazes de estratégias elaboradas de manipulação para se sair melhor que as concorrentes. O objetivo, dizem os estudos, é um só: conquistar o melhor partido, que garantirá filhos saudáveis e o sustento da prole. Parece cada vez mais uma velha piada machista. Novamente, a pesquisa sugere que é verdade. O nobre ideal de perpetuar a espécie deve ser entendido, porém, dentro de um contexto maior: a evolução biológica. "Apesar de ter sido negligenciada por muito tempo, há cada vez mais evidências da importância evolucionária da competição feminina", escreveu a bióloga britânica Paula Stockley na introdução de uma revista da Royal Society de Londres, uma das sociedades científicas mais prestigiadas do mundo. A edição foi dedicada a compilar estudos recentes sobre a rivalidade feminina em várias espécies.
A ciência só tem em mãos o mais completo retrato de como as mulheres se comportam diante das outras porque se debruçou sobre o assunto de forma persistente, num reflexo do aumento de mulheres nas bancadas acadêmicas. Elas querem analisar comportamentos que durante muito tempo foram estudados apenas nos homens: as estratégias para escolher parceiras, tornar-se dominantes e garantir o sucesso reprodutivo. Agora, novas pesquisas mostram que as mulheres, a seu jeito, são capazes de usar métodos refinados de competição. Pode-se chamar de "guerra fria". Os cientistas preferem um termo mais técnico, "agressão indireta", para qualificar os olhares de canto (avaliação), os risinhos (escárnio) e os comentários (maldosos) que cobrem todas as facetas – da aparência às atitudes e à personalidade – das colegas de sexo.

A psicóloga Tracy Vaillancourt, pesquisadora da Universidade McMaster, no Canadá, conseguiu flagrar em sua pesquisa essa forma sofisticada de agressão. Separou as participantes do estudo em pares e as levou para o laboratório para responder a um questionário. Antes de começar, foram interrompidas por uma terceira mulher. Em metade dos grupos, essa intrusa tinha o cabelo preso, estava vestida com uma camiseta azul e calça cáqui. Era quase o que se pode chamar de desleixada. Os outros grupos foram interrompidos pela mesma mulher. Desta vez ela usava uma blusa decotada, saia preta curta, botas e o cabelo solto, no melhor estilo sensual. O resultado? A dupla de mulheres sempre tecia algum comentário maldoso sobre a intrusa que entrava na sala quando ela estava em sua versão sexy, não na desleixada. "As mulheres se sentem ameaçadas por rivais que parecem sexualmente disponíveis e agem para desencorajar esse tipo de atitude", diz Tracy.
Em outro estudo, a psicóloga Joyce F. Benenson, do Emmanuel College, em Boston, afirma que as mulheres competem usando estratégias indiretas para minimizar o risco de retaliação. Elas disfarçam a competição – a não ser que tenham uma posição mais alta na comunidade – e excluem a outra socialmente. Segundo Joyce, esse comportamento reflete uma demanda por igualdade no interior da comunidade feminina. "As mulheres reduzem a competição ao punir aquelas que querem obter mais que as outras", diz ela no texto. "A exclusão social é uma estratégia para aumentar os recursos e as oportunidades, diminuindo a competição."

No livro The evolution of desire: strategies of human mating, o psicólogo americano David Buss, uma das referências mundiais em estratégias reprodutivas, diz que a maledicência feminina é fruto da pressão evolutiva. As mulheres atacam aquelas que parecem dispostas a fazer sexo casual, porque elas atrapalham seu objetivo de conseguir um relacionamento longo e monogâmico que garanta o sustento dos filhos. Pode parecer um comportamento primitivo. Os pesquisadores afirmam que, quando o assunto é sucesso reprodutivo, nem homens nem mulheres escapam. "É nosso lado primata", diz a bióloga Mercedes Okumura, pesquisadora do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo. "Muito do comportamento humano está relacionado a necessidades primitivas de reprodução, nutrição e sobrevivência."

Entender que o sucesso da espécie depende da competição entre mulheres não foi uma desculpa boa o suficiente para que a auxiliar administrativa Simone Henrique, de 33 anos, perdoasse sua (ex) melhor amiga. Elas eram confidentes desde o ensino fundamental, mesmo com personalidades diferentes. Extrovertida, Simone sempre foi considerada uma garota popular no colégio. A amiga era mais reservada. Depois de adultas, a cumplicidade persistiu. Tanto que Simone se sentiu na obrigação de avisar que a amiga era traída pelo marido. Quando a amiga decidiu se separar, Simone diz ter ficado sempre ao lado dela, nos piores momentos de depressão. Ela não esperava que, meses depois, a amiga fosse capaz de ter um caso com seu marido, logo após o nascimento do primeiro filho do casal. Tudo parecia não passar de uma vingança. "Ela não cansava de me falar que era um troco: 'O patinho feio ficou com o marido da gostosona'", diz Simone. A amizade acabou, e Simone deu uma segunda chance ao marido.

A competição feminina não se restringe às disputas amorosas. Como acontece com os homens, é natural que a rivalidade se transfira para os relacionamentos profissionais. A paulistana Fernanda Malta, de 27 anos, passou por essa experiência. Ela diz que a inveja da chefe causou sua demissão. "Na época em que tudo aconteceu, eu havia comprado um apartamento", diz. "Ganhando mais do que eu, ela não se conformava que eu tivesse casa própria, e ela não. Ouvia ela dizer isso inclusive a minhas amigas." O clima ficou tão desagradável que Fernanda foi demitida. "Brigávamos todos os dias, até que ela disse que me dispensaria por motivos pessoais", diz Fernanda.


A competitividade, claro, não é exclusiva das mulheres. "Ela está presente em qualquer sexo, em qualquer idade", diz a psicóloga Paula Peron, professora da PUC de São Paulo. O que muda é a forma como homens e mulheres manifestam essa competitividade. Os homens tendem a usar formas diretas de violência. As mulheres lançam mão de táticas sutis. Abalam a confiança da concorrente tecendo comentários maldosos ou espalhando boatos para deixá-la isolada. "Essas diferenças estão relacionadas à maneira como evoluímos", diz o psiquiatra Paulo Castro, professor da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). "Os homens precisavam eliminar quem competia com eles por comida e por parceiras para reprodução. As mulheres só precisavam sobressair diante das outras para ser escolhidas."
Os estudos sobre a rivalidade entre as mulheres são importantes porque ajudam a entender – e talvez evitar – padrões de comportamento que causam sofrimento. Essa competição está na origem da obsessão com o corpo, que pode levar a distúrbios alimentares. "A rivalidade pode levar as mulheres a perseguir padrões impossíveis e a adotar atitudes que prejudicam a saúde física e mental", diz Castro, da Unicamp. O psicólogo Christopher J. Ferguson, da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, descobriu em sua pesquisa que a insatisfação das mulheres com o corpo estava mais relacionada a pessoas de seu círculo social do que à imagem perfeita das celebridades que aparecem na televisão e nas revistas. Ter consciência do mecanismo competitivo que desencadeia esse padrão de comportamento pode ajudar a controlá-lo. "Quando você entende como e por que age, pode aprender a filtrar a agressividade e a competição de maneira saudável", diz a psicoterapeuta Maria Helena Paulino, da PUC-SP.

Partidas dos jogos de futebol da copa, hoje dia 17/06/2014.


Jornal diz que Schumacher se comunica com os olhos e já perdeu 20 kg.

Após a boa notícia da segunda-feira (16), quando a porta-voz de Michael Schumacher anunciou que o ex-piloto saiu do coma e foi transferido do hospital de Grenoble, na França, para o Hospital Universitário de Lausanne, na Suíça - que fica a 40 km da residência da família, o jornal alemão Bild deu mais detalhes do estado de saúde do heptacampeão.

De acordo com a publicação, Schumacher consegue se comunicar com os médicos e com a família por meio dos olhos. A mulher Corinna, que esteve todo o tempo ao lado do marido falando sobre o filho e do amor que sente por ele, é o principal alvo da comunicação do alemão.



O ex-piloto também apresentou melhora no pulmão e já não precisa de auxílio na respiração, por mais que algumas vezes os médicos optem por deixá-lo com respiração assistida.

A preocupação da equipe médica agora é animar a parte física de Schumacher e fazer um reforço muscular, já que nesses seis meses internado o alemão perdeu 20 kg e estaria pesando 55 kg. Durante o tempo em que ficou internado, o ex-piloto passou por várias cirurgias para tentar diminuir a pressão do cérebro e normalizar as atividades.

No dia 29 de dezembro, Schumacher sofreu um acidente em uma estação de esqui na França e bateu com a cabeça em uma rocha. Schumacher estava fora da pista regular, mas não muito, coisa de 8 ou 9 metros. Havia sinalização e ele sabia onde estava. A velocidade era compatível com a praticada por esquiadores bons e experientes. E Michael não tinha saído da pista para ajudar ninguém. No fim das contas, a conclusão é que foi um acidente e não há culpados.