30/07/2014

Pensamentos... ... .













Novo aplicativo pode transformar você em um expert de vinhos.

Copo de Vinho é um novo aplicativo, disponível para usuários de iPhone para download por US $ 5, que oferece uma gama de informações para o usuário simplesmente escaneando o nome da garrafa em um banco de dados.

Basta o usuário apontar a câmera para um menu de vinhos, tirar uma foto, em seguida o aplicativo verifica os nomes dos  vinhos usando um banco de dados de mais de um milhão de comentários.

No próximo passo, o Copo de Vinho vai mostrar quanto você deverá pagar por uma garrafa em um restaurante, dar a classificação da bebida  por estrelas, pontuação, qual o sabor aproximado do vinho e o alimento que combina com ele. Bem, depois de mostrar tanto conhecimento quem vai duvidar do seu talento como um verdadeiro somelier, não é mesmo?

E aí, se animou para baixar o aplicativo e sair por aí esbanjando conhecimento de vinhos?

A inteligência das mulheres aumentou mais que a dos homens durante o século XX, diz estudo.


A física nuclear Irene Joliot-Curie e seu marido, o cientista Jean Frederic Joliot-Curie, na primeira metade do século XX.

Viver bem faz bem para o cérebro. Os cientistas – e o senso comum – não têm dúvidas de que melhores condições de alimentação, moradia e lazer, no geral, trazem benefícios à cognição. Durante o século XX, a qualidade de vida melhorou, sobretudo nos países desenvolvidos.  Taxas de desnutrição e mortalidade infantil despencaram, a expectativa de vida se elevou e as pessoas passaram a ter acesso a melhores e mais modernos tratamentos de saúde. As mudanças fizerem bem aos cérebros de todos. Uma parcela da população, no entanto, se beneficiou mais que outra. De acordo com um novo estudo publicado no periódico Proceedings of the National Academy os Sciences, as capacidades cognitivas das mulheres melhoram mais que as dos homens quando aumenta a qualidade de vida. "Quando as condições de vida melhoraram, também melhoram as habilidades cognitivas de mulheres e homens. Mas as mulheres foram as maiores beneficiadas", disse  Agneta Herlitz, coautora do estudo e psicóloga do Instituto Karolinska da Suécia.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas analisaram 30 mil pessoas de 13 diferentes países europeus. Todas nascidas entre 1923 e 1957. Foram avaliadas suas habilidades com números, sua capacidade de recordar momentos e de nomear objetos e lugares. Seus resultados nos testes foram comparados com dados a respeito das condições sociais em que essas pessoas viviam quando tinham 25 anos: taxa de fertilidade, mortalidade infantil, nível educacional, expectativa de vida e produto interno bruto.

A comparação mostrou que os resultados de todos melhoraram, acompanhando a evolução dos indicadores sociais. As capacidades cognitivas das mulheres, no entanto, deram um salto. Foram elas as que mais avançaram, beneficiadas pelas melhores condições experimentadas pela sociedade. Os pesquisadores não sabem explicar por que isso aconteceu. Têm uma teoria: segundo Herlitz, no geral, as mulheres são menos bem tratadas que os homens. As famílias mimam seus meninos mais que suas meninas. Por isso, sobretudo nos primeiros anos do século passado, o ponto de partida é mais baixo para elas. Os incrementos na qualidade de vida funcionam como uma compensação, que permite que elas se desenvolvam mais. Os homens também se beneficiam, mas não mudam tanto.

Os resultados não foram homogêneos. Em algumas habilidades, a performance masculina foi melhor. As mulheres têm piores resultados, por exemplo, na capacidade de lidar com números. Segundo os pesquisadores, essa dificuldade também tem fundo social: no geral, as mulheres são menos encorajadas que os homens a estudar matemática.

Segundo o site The Verge, esse tratamento diferente legado a homens e mulheres ajuda a explicar porque a pesquisa de Herlitz preferiu usar o termo "gênero" em lugar de "sexo": enquanto diferenças sexuais são resultado da biologia, o gênero  é um categoria social. "Gênero" envolve a forma como pessoas são tratadas e vistas e qual lugar ocupam na sociedade.  Influi também no tipo de privilégios a que essa pessoa tem acesso.

Influenciados por esse raciocínio, alguns especialistas em cognição humana preferem dar mais peso a fatores ambientais (como o tratamento social reservado a cada gênero) que a fatores biológicos, ao tentar explicar as diferentes habilidades demonstradas por homens e mulheres: "Se houvesse algum tipo de forte e imutável diferença biológica, nós não observaríamos essa evolução nas habilidades ao longo do tempo, nem as diferenças encontradas em diferentes regiões do mundo", disse David Reilly, psicólogo da Universidade Griffith na Austrália, ao The Verge.

Estudante cria folha artificial que 'fabrica' oxigênio.



Tal como uma folha de planta real, as folhas artificiais desenvolvidas pelo estudante Julian Melchiorri, do Royal College of Art, conseguem transformar água, luz e dióxido de carbono no precioso e tão necessário oxigênio. Melchiorri conseguiu o feito ao extrair e fixar cloroplastos de plantas reais em uma espécie de seda biológica especialmente desenvolvida. O cloproplasto é a organela das plantas onde ocorre a fotossíntese. "Este material tem uma excelente eficiência na estabilização de moléculas. Extraí cloroplastos de células de plantas e as inseri nesta seda feita de proteína. Como resultado, consegui obter o primeiro material com capacidade fotossintética que vive e respira como uma planta real", explicou Melchiorri ao site Dezeen.

As plantas artificiais poderiam ser utilizadas em viagens e explorações espaciais, onde não há outra maneira de se obter oxigênio a não ser a partir de reservatórios não renováveis. Outras aplicações vislumbradas por Julian são na Terra mesmo. Usado em fachadas de edifícios e como revestimento de peças de design, como luminárias (abaixo), o material contribuiria para a renovação de oxigênio nestes ambientes.


Alerta fashion: recorte geométrico e frontal é tendência entre as famosas.



Depois do sucesso do cropped, um novo tipo de recorte começa a dominar as produções das famosas e tem tudo para se tornar a tendência da vez. Em formato triangular e na região do abdômen, ele dá um toque sexy aos vestidos, tops, maiôs e body. Algumas temporadas, vestidos e tops com recortes geométricos estão em alta. O jogo de mostra e esconde começou a aparecer nas laterais do corpo, costas e colo – como uma maneira de aprofundar o decote. Paralelamente, tops cropped também ganhavam cada vez mais adeptas, que queriam revelar um pouquinho mais da silhueta. Mas eis que nas últimas semanas, a tendência surgiu revisitada.
Famosas como Kate Hudson, Allison Williams e Selena Gomez cruzaram os red carpets com looks que carregavam um detalhe novo: um recorte triangular estrategicamente localizado logo abaixo do busto. "Trata-se de uma versão um pouquinho mais fácil de usar do que o cropped", diz Tami Gotoda, editora de moda da Marie Claire. "Mas para investir é preciso estar com a barriga em dia."

Ainda de acordo com a expert, a regra número um na hora de adotar é ficar muito atenta à modelagem, que precisa ser bem justinha. Por isso, "experimente muito para não correr risco de fazer a escolha errada".


DIA X NOITE
Para produções diurnas, Tami sugere um maiô ou body que leve a abertura estratégica. "Use com uma saia longa de georgette, que é um tecido levinho, e arremate com uma sandália flat gladiadora. Fica superbonito", ensina.
Já para a noite, ela aconselha os vestidos com recorte. Além de certeira, é uma opção mais fácil de usar. "Assim como os decotes e as fendas, essas aberturas ficam mais sexies em produções noturnas."

A Colcci já havia anunciado a tendência durante o desfile da temporada de verão 2015 do SPFW, que trouxe Gisele Bündchen usando o recorte.



Bandidos violam túmulos de Monteiro Lobato e Mario de Andrade em cemitério de São Paulo.



Os túmulos dos escritores Mário de Andrade e Monteiro Lobato foram violados no cemitério da Consolação, na região central de São Paulo. Dos mausoléus, os bandidos furtaram portões de bronze e uma peça de enfeite. O Serviço Funerário de São Paulo não informou quando esses crimes ocorreram. Floreiras, bustos, alças de caixão e esculturas também são objetos visados por ladrões que cometem os furtos quase diariamente. A ação acontece durante a madrugada e a percepção do crime só ocorre dias depois. De acordo com um levantamento obtido pela Folha, de janeiro de 2013 até julho deste ano mais de 600 ocorrências foram registradas nos 22 cemitérios da cidade. Uma média de um furto a cada dois dias.
O cemitério mais visado é justamente onde estão enterrados Lobato e Andrade –no total foram 220 ocorrências em um ano e meio. Segundo o Serviço Funerário de São Paulo, o túmulo do criador do Sítio do Pica-Pau Amarelo foi roubado mais de uma vez. "Do [mausoléu] Monteiro Lobato o portão de bronze foi furtado duas vezes. Da primeira vez foi recuperado, recolocado e levado novamente. Também foi furtado o adorno floral de bronze que estampava o túmulo", informou a nota enviada pela prefeitura. Do poeta Mário de Andrade, os bandidos levaram o portão que enfeita a entrada do túmulo. Desde o ano passado, quinze pessoas foram presas em flagrante. ÁREAS VULNERÁVEIS Pessoas ligadas à administração do cemitério da Consolação disseram à reportagem que o maior temor é a ação de vândalos e bandidos em obras valiosas para o mercado clandestino das artes. Dentro do cemitério da Consolação há, por exemplo, uma escultura do artista Victor Brecheret, o mesmo que fez o Monumento às Bandeiras. O valor desta obra que enfeita o túmulo de Olívia Guedes Penteado é incalculável, disse um funcionário do cemitério. A escultura fica na rua 35, próxima ao muro que dá acesso à rua da Consolação, local apontado como vulnerável por pessoas que trabalham no cemitério. Por meio de nota, o Serviço Funerário de São Paulo informou que tem mantido contato permanente com a GCM (Guarda Civil Metropolitana) de forma a aumentar o número de rondas e policiamento fixo nos espaços. O serviço ainda pede que famílias que mantêm os túmulos nos cemitérios da cidade evite o uso de peças com valor comercial, como bronze, cobre, latão e alumínio

Cientista inventou um sorvete que muda de cor.



Manuel Linares é um físico, engenheiro eletrônico e também mestre do sorvete e inventou um sorvete que muda de cor. A fórmula — chamada Xamaleón — é um segredo que está sendo patenteado, mas o inventor afirma que ela é feita com ingredientes totalmente naturais.

As pessoas que experimentaram dizem o sorvete camaleão tem o gosto de uma mistura de frutas. Linares, que criou o sorvete como tese de mestrado, diz que o segredo da mudança de cor está na química: "Qualquer comida pode mudar de cor dependendo da temperatura e da oxidação".

O sorvete é azul clarinho antes de ser servido. Depois, é adicionado um spray chamado "elixir do amor" (olha as ideia) que faz com que ele fique mais escuro; em seguida, ele fica roxo. Aí, enquanto você vai lambendo, ele vai mudando de cor, 

Manuel agora está trabalhando em outros dois sorvetes estranhos que reagem à luz ultravioleta. Um deles muda do branco até o rosa-choque.