02/11/2014

Adolescentes vestidos de palhaços aterrorizam pessoas nas ruas de cidades francesas


Policiais realizaram uma série de prisões nos últimos dias em uma tentativa de coibir grupos de jovens armados que se vestem como palhaços, deixando pessoas em pânico em diversas cidades da França. No último sábado, um grupo de 14 adolescentes vestidos como palhaços foi detido na cidade de Agde, no Sul do país, portando pistolas, facas e tacos de beisebol, segundo o jornal Le Figaro.

O grupo teria sido preso no estacionamento de uma escola após ser denunciado por moradores assustados. Os suspeitos, no entanto, teriam sido liberados na manhã do último domingo. Na segunda-feira, de acordo com o jornal Le Parisien, outro fantasiado, um jovem de 18 anos, foi condenado a quatro meses de prisão em Montpellier, também no Sul do país, após ter agredido com uma barra de ferro um homem que voltava para sua casa na madrugada de sábado para domingo.

A polícia vem tentando conter o pânico da população e filtrar denúncias verdadeiras e falsas sobre a aparição de palhaços, enquanto também tenta impedir a ação de outros grupos que vêm se organizando pela Internet para tentar "caçar" os jovens fantasiados.

A divulgação de fotos e relatos sobre palhaços de aparência assustadora tornou-se um fenômeno internacional. No início deste mês, diversos relatos do tipo foram divulgados também nos Estados americanos da Califórnia, Flórida e Novo México.

Qual é o segredo dos hunza, o povo que não envelhece e vive uma média de 120 anos?



Sobre o vale do rio Hunza, na fronteira entre a Índia e o Paquistão, reside uma população que as pessoas conhecem como o "oásis da juventude" – e por mais de um motivo: seus habitantes vivem, em média, 120 anos, quase nunca ficam doentes e sua aparência é sempre jovem. Em relação às nações vizinhas, os moradores de Hunza se destacam por terem uma fisionomia semelhante a dos europeus, um idioma próprio (o burushaski, diferente de qualquer outro no mundo) e uma religião (a ismaelita) muito peculiar, parecida com a muçulmana.

No entanto, o aspecto mais surpreendente dessa pequena nação é sua capacidade extraordinária de se manter sempre jovem e saudável. Seus habitantes tomam banhos imersos em águas geladas a 15 graus abaixo de zero, praticam esportes até os 100 anos de idade, as mulheres de 40 anos têm a aparência de adolescentes e é comum uma mulher dar à luz aos 65 anos. Durante o verão, as pessoas se alimentam de frutas e verduras cruas, enquanto no inverno, consomem damascos secos, grãos germinados e queijo de ovelha.

Robert McCarrison, um médico escocês, foi o primeiro a analisar e descrever a população do "vale feliz" e destacou o fato de os hunza consumirem uma dieta com restrição de proteínas. Ele comem, diariamente, uma média de 1.900 calorias, incluindo 50 gramas de proteína, 36 gramas de gordura e 365 gramas de carboidrato. E é precisamente essa dieta especial que, na opinião de McCarrison, permite a notável longevidade desse povo. Ao contrário dos países vizinhos, que compartilham a mesma condição climática, mas não possuem a mesma alimentação, os hunza não conhecem as doenças e têm uma expectativa de vida duas vezes maior. Os habitantes de Hunza, todavia, não escondem seu segredo: recomendam abertamente uma dieta vegetariana, trabalhar e se movimentar constantemente. Além disso, acrescentam que, entre muitos outros benefícios, o estilo de vida que levam permite estarem sempre de bom humor, sem tensão nem estresse.


Mudança climática extrema poderá erradicar o sexo masculino da raça humana, diz estudo japonês.



Pesquisadores do Instituto de Saúde M&K, de Ako, no Japão, realizaram um estudo que aponta como os fetos do sexo masculino podem ser afetados pela mudança climática do planeta. De acordo com o estudo, quando acontece uma variação incomum da temperatura, há um aumento na morte de fetos masculinos em relação à morte de fetos femininos. A respeito disso, o médico Misao Fukuda, responsável pela pesquisa, disse que a temperatura anual, no Japão, mudou significativamente desde a década de 70. Dessa forma, afirmou que, ao longo desse período de tempo, nasceram cada vez menos homens, em proporção às mulheres.
Os pesquisadores focaram em dois eventos meteorológicos extremos para poder realizar uma análise detalhada sobre as taxas natais: o forte verão de 2010 e o atípico inverno rigoroso de 2011. Com base nas temperaturas registradas pela Agência Meteorológica do Japão, foram comparados os dados com os números de abortos naturais das Estatísticas Vitais do Japão. Os resultados mostraram que, no verão em questão, houve um sensível aumento no número de abortos naturais e, nove meses depois, o nascimento de meninos diminuiu em relação ao nascimento de meninas. O mesmo pôde ser comprovado no que concerne o aumento de mortes fetais e diminuição do nascimento de meninos no inverno de 2011. Embora os resultados sejam categóricos, outras pesquisas, realizadas na Finlândia e na Nova Zelândia, não conseguiram identificar uma ligação entre as condições climáticas e o sexo das crianças nascidas. Na opinião de Fukuda, isso aconteceu porque os países envolvidos, à exceção do Japão, não estão expostos a temperaturas extremas.

Esqueletos humanos enormes são encontrados em um túmulo milenar ao norte do Cáucaso.



Dois homens e duas mulheres de 2,10 metros de altura foram enterrados há aproximadamente 4.500 anos em um túmulo de argila recém-descoberto. A sepultura, encontrada por arqueólogos russos ao norte do Cáucaso, está coberta por um montículo de 40 metros de diâmetro, reunindo o que parece ser um jazigo familiar. A descoberta foi realmente surpreendente já que os cientistas trabalhavam na região para abrir espaço a cabos de energia e acreditavam que todas as tumbas já haviam sido saqueadas.
Os pesquisadores constataram que os ossos estavam "abundantemente salpicados com ocre", aparentemente para realizar um ritual cultural. Em sua representação, o ser humano nasce do sangue e, por isso, ao deixar o mundo, deve ser "marcado" pela cor vermelha. Os homens tinham a cabeça apoiada em um local separado, sugerindo que teriam sido decapitados. Até o momento, a única descoberta complementar que indicaria o tipo de vida desses seres humanos enormes foi uma cabeça de cavalo, encontrada perto da abóboda.
As escavações continuaram, com o objetivo de desvendar a natureza misteriosa do que, até o momento, é conhecido como "a cultura Novotitarovska", por causa do nome da cidade mais próxima. Através do estudo dos ossos, os pesquisadores esperam descobrir a hora exata de suas mortes, como era a família, o tipo de negócios e trabalhos que realizavam, se estavam doentes ao morrer, se possuíam fraturas e se passaram a maior parte de suas vidas a pé ou sobre um cavalo.

Recuperada de câncer, Arlete Salles volta a aparecer em público.



Recém recuperada de um câncer, Arlete Salles voltou a aparecer em público esta semana, quando compareceu a pré-estreia da animação Até Que a Sbórnia nos Separe,  no Rio Grande do Sul.

O longa marcou a estreia da atriz como dubladora no cinema. Além do filme, que estreio na quinta-feira, 30, nos cinemas gaúchos, Arlete também se prepara para voltar a TV. A atriz está confirmada na novela Babilônia, de Gilberto Braga.

Bem disposta e animada, Arlete também retornou na quinta-feira, 30, as apresentações do espetáculo O Que o Mordomo Viu. A atriz chegou a estrear com a peça em janeiro, mas foi substituída por Marisa Orth quando descobriu o tumor maligno.


Jura???


Morre Rafael Soares, filho do apresentador Jô Soares.




Rafael Soares, filho do apresentador Jô Soares, morreu nesta sexta-feira (31), no Hospital Samaritano do Rio de Janeiro, aos 50 anos. Fruto do relacionamento de Jô com a atriz Theresa Austregésilo, ele sofria de autismo.

Rafael vivia com a mãe no Rio e, quando vinha a São Paulo, ficava no apartamento do apresentador em Higienópolis. A causa da morte não foi revelada.

Em nota, Jô Soares declarou: "Rafael foi um menino muito especial, que veio ao mundo para nos ensinar tanta coisa. Devido ao autismo, permaneceu um menino. Nosso menino. E, nesses 50 anos, como nos ensinou... a mim e a Theresa. Ele já estava lutando, com a serenidade dele, há mais de um ano. E agora chegou o momento da passagem. Tenho certeza que ele viveu plenamente, da forma dele, o tempo que esteve conosco".

A cremação do corpo está marcada para as 16h de sábado (1º), no Memorial do Carmo, no Rio de Janeiro. 

No ano passado, Jô contou que sua peça Três Dias de Chuva, que ficou em cartaz em São Paulo, foi inspirada no filho. "Eu tenho um filho autista, com uma série de problemas que se agravam. E isso é uma condição genética. Fica difícil se comunicar com ele", disse ele à época.

Em 2003, quando VEJA SÃO PAULO retratou Jô Soares em um perfil, o apresentador contou que Rafael tocava piano, fazia programa de rádio em casa, falava inglês e tinha aprendido a ler sozinho aos 4 anos de idade.


Rafael tinha o jeito de andar de bonequinho, o humor e a musicalidade do pai. Sofria do chamado autismo "de alto nível", como o personagem vivido por Dustin Hoffman em Rain Man. Ele possuía uma boa capacidade de comunicação e inteligência, mas tinha dificuldades motoras e vivia em uma espécie de mundo particular. "Estávamos em uma loja de livros e o Rafinha separou vinte para levar", conta Jô. "Pedi que escolhesse alguns e ele me respondeu: 'Não quero nenhum. Escolher é perder sempre'", contou Jô, na época da reportagem.

Jô lembrou-se com desvelo de outras boas sacadas do filho, como quando ele disse durante uma partida do Fluminense que o grito de guerra das torcidas estava desafinado. "Ele é genial."

No Rio, ele costumava ir aos finais de semana ao teatro e ao cinema, acompanhado ou da mãe ou das duas assistentes que ajudavam com os cuidados diários.

Outros filhos não aconteceram na vida do apresentador. Theresa chegou a engravidar de gêmeos depois de Rafael, mas a gestação não vingou. "O Rafinha é diferente. Mas hoje eu não queria ter um filho diferente dele", afirmou, em 2003, o apresentador.