28/06/2014

Avanço ou segregação?



Cidade holandesa estuda a criação de povoado fechado só para homossexuais. A proposta da cidade, que funcionaria em Tilburg, no sul da Holanda,  provocou reações negativas nas redes sociais, principalmente entre participantes da Comunidade LGBT . Para muitos essa história está cheirando a discriminação.

No entanto, a intenção da cidade exclusiva seria permitir que lésbicas, gays, transexuais e bissexuais "possam viver com segurança", ressaltou o jornal "Brabants Dagblad", que destacou a realização de estudos para determinar se "há interesse suficiente"  em se criar uma cidade com estas características.

Segundo o jornal holandês ,centenas de pessoas opinaram sobre o polêmico projeto nas redes sociais. O jornal ainda destacou que Amsterdã é considerada uma cidade 'gay friendly' portanto não há necessidade de formalizar uma outra cidade gay.

Já há nos EUA, em estados como Flórida e Alabama, estudos para a criação de cidades gays, enquanto na França já existem planos para colocar para funcionar a primeira desse tipo.

A psicologia por trás da habilidade de craques do futebol.



Durante a Copa do Mundo, é difícil não se impressionar com o que os jogadores fazem em campo. Muitas vezes, até parece que os atletas têm acesso a talentos que vão além da própria consciência deles. Mas acredite: momentos mágicos como os dois gols do Messi nesta quarta-feira, 25, têm muito a ver com inteligência.

Quando dizemos que, nos gramados, jogadores agem somente por instinto, força do hábito ou devido a seu treinamento, esquecemos que esse tipo de "memória muscular" também é armazenada no cérebro. Segundo o psicólogo Tom Stafford, em um artigo para a BBC, isso iguala as habilidades esportivas a qualquer outro tipo de memória.

Estudos sobre a forma como o cérebro incorpora novas habilidades podem ajudar a compreender o cenário. Sabemos que atletas praticam durante anos até participarem de um evento como o Mundial. Depois de um tempo, os movimentos são adsorvidos com menos esforço e os atletas têm mais controle sobre o que fazem.

"Isso não significa que nós pensamos menos quando estamos altamente qualificados", diz Stafford. "Pelo contrário, esse processo chamado de 'automatização' significa que pensamos de forma diferente." Ou seja, o jogador pode não precisar calcular os movimentos de seus pés, mas direciona a atenção para outros fatores: o vento, a aproximação dos adversários, a localização de seus colegas de time.
"Talvez gostamos de pensar que jogadores de futebol não pensam porque queremos nos sentir bem em relação a nós mesmos, e muitos jogadores de futebol talvez não sejam tão articulados como alguns dos intelectuais que tradicionalmente são associamos à inteligência. Mas todas as evidências sugerem que os feitos que vemos na Copa do Mundo têm uma imensa quantidade de pensamento por trás deles", afirma Stafford.

O psicólogo compara a atividade com dirigir um carro. Não é só porque a condução depende de habilidades automáticas que você não esteja pensando. "Os melhores condutores, assim como os melhores jogadores de futebol, estão fazendo mais escolhas cada vez que mostram seus talentos, não menos."

Babá adoece, recusa-se a trabalhar e ainda quer expulsar família da própria casa... ... .


Morando com a inimiga.


Parece até história de filme, mas o fato é que Diane Stretton, de 64 anos , está estabelecida na casa de Marcella e Ralph Bracamonte em Upland, Califórnia, e de lá já disse que não arreda pé. Pior! Está acusando a família de abuso e quer que eles saiam da casa. Tudo aconteceu quando o casal Bracamonte contratou Stretton em 4 de março usando o Craigslist para que ela cuidasse de seus três filhos, com idades de um, quatro e onze anos . Os dois disseram que, no início, Stretton mostrou-se super eficiente fazendo questão de ficar à frente de todo o trabalho de casa além de cuidar das crianças.

Mas, segundo eles, de repente, ela mudou tornando-se um verdadeiro pesadelo. Começou sem querer sair do quarto alegando estar sofrendo de doença pulmonar obstrutiva crônica, e que por isso era incapaz de ajudar com as crianças. Daí para frente foram só problemas. O casal Bracamonte propôs pagar a ela para que saísse e fizesse um tratamento assinando uma carta de demissão.

Stretton recusou-se a assiná-la e o casal resolveu então entrar na justiça. Stretton contra-processou os dois e um juiz decidiu a seu favor, porque os Bracamonte não teriam completado o aviso prévio como manda a lei. "Quando eu perguntei por que ela não iria assinar a carta ela disse: 'Não é legal', e bateu a porta do quarto na minha cara, disse a Sra.'Bracamonte à ABC News. John Moore do Departamento de Polícia de Upland confirmou  que não se pode fazer nada no momento, porque, "em geral, uma vez que alguém tenha estabelecido residência, você tem que passar por um processo de expulsão formal." Ralph Bracomnte disse que a sua frustração é como um pesadelo.

A família descobriu que esta não foi a primeira vez que Stretton entrou em conflito nos tribunais pelo mesmo motivo.  Ela esteve envolvida em 36 processos judiciais. 'Qualquer um que olha para ela torto, ela processa, disse o casal Bracamonte. Stretton está agora ameaçando a família alegando abuso de idosos, o que o casal alega ser injusto já que ela come sua comida e dorme em sua casa confortavelmente. A família diz que sabe que o processo de despejo pode levar um tempo, mas eles quiseram denunciar o caso para alertar outras famílias.

Artesanato milionário.



Quem diria que em tempos de gadgets e computadores sofisticados um dos brinquedos mais populares do mundo no momento sejam pulseiras de elásticos coloridos entrelaçados à mão. Em vários países as pulseiras multicoloridos estão por toda parte: nos parquinhos, nas escolas e espalhados por todos os cômodos da casa.

O Rainbow Loom, um tear de plástico transparente destinado a transformar a matéria-prima em bijouteria, já vendeu mais de três milhões de unidades em todo o mundo. A dimensão da sensação causada pelo acessório pode ser medida pelas estatísticas do site britânico da Amazon. Entre os 30 brinquedos mais vendidos, todos estão ligados aos elásticos e às pulseirinhas, cujo o nome em inglês é "loom bands".



Apesar de ter como público alvo crianças com idades entre oito e 12 anos, as loom bands também já são moda entre adultos e celebridades. Em recente visita à Nova Zelândia, Kate Middleton exibiu a sua, vermelha e azul. Na Grã-Bretanha, é possível comprar 1,8 mil elásticos por 1,99 libra (R$ 7,5). O tear está a venda por menos de 20 libras (R$ 75).

O Rainbow Loom foi criado em 2011 por Cheong Choon Ng, um americano nascido na Malásia que trabalhou em empresas de tecnologia em Michigan. Ao observar as filhas entrelaçando pequenos elásticos com os dedos para fazer suas próprias pulseiras, ele tentou fazer o mesmo, mas seus dedos eram grandes demais. Ele então decidiu construir seu próprio tear à moda antiga, usando pinos sobre uma base de madeira. Suas filhas ficaram impressionadas como, usando o tear, era possível criar formas mais sofisticadas com os elásticos e em pouco tempo o tear artesanal virou mania mundia fazendo de seu inventor um milionário.