20/10/2014

O mistério da tampa amarela da Coca-Cola.

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Se você percebeu que algumas latas e garrafas de Coca-Cola contam com tampas e aros da cor amarela em março e abril, o que você está vendo é o resultado de um mercado em expansão: o refrigerante kosher (alimento judaico) bebido durante a Páscoa judaica. Judeus não se alimentam de produtos feitos a partir de trigo, milho ou muitos outros grãos durante os oito dias da Páscoa. Assim, a maioria dos refrigerantes comerciais, com as suas altas doses de xarope de milho e vestígios de outros grãos, são proibidos.
De acordo com uma das principais empresas certificadoras de kosher, OU Kosher, a Coca-Cola de Páscoa estará disponível no ano que vem em toda a área metropolitana de Nova York, Boston, Baltimore-Washington, Miami, Atlanta, Houston, Filadélfia e Los Angeles, nos EUA. Já no Brasil, encontrar uma dessas é bem difícil. Mas não é só a Coca que tem essa tradição. A Pepsi, a Sierra Mist e muitas outras bebidas estão agora disponíveis também como kosher para a Páscoa.

Sem medo da calça jeans depois dos 40 (50, 60...): Gloria Kalil mostra como usar a peça mais democrática de todas.



A calça jeans pode entrar no guarda-roupa das mulheres acima dos 40? Sem dúvida!

"Mulheres mais velhas podem usar jeans tranquilamente, desde que em ocasiões informais. Na medida que a coisa vai se tornando um pouco mais formal, não é mais o caso de usar porque ela não está a fim de chocar ou fazer graça com a ideia de desafio e nem chamar atenção", explica Gloria Kalil. 

40 ANOS: LETÍCIA SPILLER (41), MALU MADER (48) E ANA FURTADO (40)

  

O principal pensamento na hora de escolher seu jeans é ter consciência de que ele é o aliado das horas de lazer. "

40 ANOS: IVETE SANGALO (42), CAROLINA FERRAZ (46) E FLÁVIA ALESSANDRA (40)

  

É bom apostar no certeiro e evitar modelagens largas e lavagens e recortes exagerados. "As mais ajustadinhas, sem grandes lavagens, furos ou oversized, são a melhor pedida. É um uso de uma calça cômoda e mesmo as famosas vão por este código. Notamos que o uso é sempre informal, nenhuma delas vai a um tapete vermelho vestindo jeans".

50 ANOS: LUIZA BRUNET (52), MAITÊ PROENÇA (56) E CLAUDIA OHANA (52)

  

"Não é roupa para casamento ou jantar fora, em uma ocasião mais séria e formal. Jeans é informal e o código é  este".

50 ANOS: MADONNA (56), SHARON STONE (56) E KIM CATTRALL (58)

  

Os exemplos confirmam que a informalidade é o que marca as escolhas nesta faixa. "O uso do jeans na questão da idade vai diminuindo à medida que a formalidade aumenta. Quando o evento passou de um cinema para um jantar, um teatro, um jantar fora com as amigas ou uma festa, não cabe mais".

60 ANOS: ANGELA VIEIRA (62), JESSICA LANGE (65) E SALLY FIELD (67)

  

Conforto e descontração são o que marca as peças que ficam para os momentos de lazer. "O uso do jeans está iconicamente ligado à ideia de juventude e trangressão. Evidentemente quanto mais detonado, rasgado, é mais próprio de um uso mais jovem, mais desafiador. Uma mulher dessa idade com um jeans não está querendo desafiar o mundo, ela quer uma roupa cômoda. Para as com mais idade, o jeans fica mais restrito a situações informais. Serve para a manhã, para passar o dia, ir ao supermercado, ao cinema nos fins de semana, tudo bem".


Gloria Kalil  é jornalista, empresária e consultora de moda brasileira. (71 anos)

Revendo As Nossas Origens - Göbekli Tepe -



Há 12.000 A.C., os homens não estavam 
apenas nas cavernas, mas já estavam 
erigindo construções de grande complexidade
 arquitetônica. Estamos falando de Göbekli Tepe,
 até agora o assentamento humano mais 
antigo que se conhece  junto com o sítio de Nevalı Çori
Este achado revolucionou o conhecimento do 
Paleolítico oficial e as teorias sobre o início da civilização.
As descobertas também têm um importante impacto 
sobre a história das religiões, já que nem na Bíblia e 
nenhum outro livro sagrado há menção sobre este 
local, o que nos faz repensar sobre a verdadeira origem 
dos antigos cultos da humanidade.


Desde 1994 escavações tem sido conduzidas pelo 
Instituto Arqueológico Alemão e pelo Museu de Şanlıurfa,
sob a direção do arqueólogo alemão Klaus Schmidt 
(1995-2000: Universidade de Heidelberg, desde 2001: 
Instituto Arqueológico Alemão).

As escavações sugerem fortemente que Göbekli Tepe 

era um local de culto - o mais antigo já descoberto 

até hoje. Até que as escavações tivessem 

começado, não se imaginava possível um complexo 

nessa escala para uma comunidade tão antiga.

Previamente arqueólogos e antropólogos não 
quiseram admitir, mas logo se renderam diante das 
irrefutáveis provas. Há 12 mil anos, no final do 
período Paleolítico seres humanos como nós 
construíram Göbekli Tepe.

 


ENIGMA MUNDI

Decoração... ... .























Dona das marcas Sadia e Perdigão é multada em R$ 4 milhões por abuso em jornada de trabalho.



A BRF (Brasil Foods), dona das marcas Sadia e Perdigão, foi condenada em segunda instância a pagar R$ 4,4 milhões como multa por descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado em 2001 com o Ministério Público do Trabalho no Paraná (MPT-PR). Desde fevereiro, a empresa, oitava maior companhia de alimentos do mundo, com faturamento anual de R$ 7,69 bilhões, vem sendo condenada em diversas ações envolvendo a segurança, trabalho análogo a escravidão, não cumprimento de TACs, danos morais coletivos devido a irregularidades em locais de trabalho e jornada superior ao limite diário estabelecido em lei em fábricas localizadas no Paraná, Mato Grosso, Minas Gerais e Santa Catarina. A empresa ainda pode recorrer ao Tribunal Superior do Trabalho (TST).

Com o TAC firmado com o MPT-PR, a BRF se comprometia a não prorrogar a jornada de trabalho dos empregados além do limite de duas horas extras diárias, a conceder a todos os funcionários intervalo de no mínimo 11 horas consecutivas para descanso entre as jornadas e o descanso semanal remunerado de 24 horas consecutivas a todos os funcionários. Caso descumprisse qualquer um dos itens, uma multa de R$ 1 mil por obrigação descumprida por trabalhador e por dia foi estabelecida. Ainda que instituído o pagamento de multa, a empresa continuaria obrigada a regularizar a situação dos trabalhadores.

Procurada, a BRF informou, por meio de nota, que não concorda com a decisão e que já interpôs recurso de Revista ao Tribunal Superior do Trabalho.