18/10/2014

Menopausa, reduza seus sintomas naturalmente.

Menopausa: reduza seus sintomas naturalmente

Se você é uma mulher entre 45 e 55 anos, que está bem perto ou vive atualmente na menopausa, é possível que você se surpreenda ao saber que a menopausa na realidade dura, tecnicamente, somente um dia, o dia que seus períodos menstruais cessam é quando se considera que a menopausa passou, quando o período se detém durante um ano completo. Todo o sufoco, mudanças de humor, ganho de peso, problemas para dormir e outros sintomas tão incômodos que são produzidos durante esta mudança de vida, na realidade ocorrem durante a perimenopausa, que é simplesmente o tempo prévio ao último período menstrual.

Como mulher, você deve estar consciente de que praticamente qualquer mudança relacionada com seu ciclo reprodutivo pode te afetar física e emocionalmente e a menopausa não é diferente. Enquanto algumas mulheres não experimentam absolutamente nenhum sintoma, outras têm que lutar contra uma série de sintomas graves de distração, às veze difíceis.Felizmente, somente cerca de 2% das mulheres experimentam sintomas da perimenopausa que são o suficientemente graves para poder debilitar, mas isso não significa que o resto não vá necessitar um pouco de alívio.

Quais são suas opções?

Apesar do incômodo que se pode ter, é importante lembrar que a menopausa é uma etapa natural da vida, não uma doença. Como tal, não requer nenhum tipo de tratamento. Claro que se você estiver sofrendo o repetido sufoco, insônia e mudanças de humor incontroláveis, é necessário buscar uma solução, especialmente quando a perimenopausa pode durar anos. Ou você pode experimentar os sintomas da "menopausa" durante meses ou anos depois. Isto inclui sintomas tais como:

  • Fadiga
  • Depressão
  • Irritabilidade e ansiedade
  • Dificuldade para dormir
  • Sufoco
  • Dor nas articulações e músculos
  • Perda da libido

Quando você necessitar alívio, a terapia de reposição hormonal (TRH) pode parecer uma opção viável. A maioria dos sintomas da menopausa se produz devido à flutuação dos níveis dos hormônios estrogênio e progesterona.Quando a menopausa começa, os ovários deixam de produzir estes hormônios por completo, por isso que a TRH funciona mediante a reposição por alternativas sintéticas, no entanto, este tratamento pode apresentar problemas secundários.

Felizmente, existem opções naturais livres de efeitos secundários para reduzir os sintomas da menopausa. Estas são algumas:

1. Exercícios

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Se caso você não faça exercícios regularmente, agora é o momento para começar. Os estudos demonstram que o exercício pode aliviar a sensação de estresse, a ansiedade e a depressão pós-menopausa ao mesmo tempo em que ajuda a evitar o ganho de peso. Isto é importante, já que as pesquisas mostram que as mulheres com sobrepeso sofrem mais sufoco.

Recomenda-se realizar pelo menos 2,5 horas por semana de atividade física aeróbica moderada, 1 hora e 15 minutos de atividade aeróbica vigorosa ou alguma combinação dos dois, junto com exercícios de treinamento de força dois dias por semana. O yoga, em particular, também tem apresentado melhoras dos sintomas da menopausa como sufoco e transtornos do sono.

2. Dieta saudável

Uma dieta rica em verduras, proteínas e gorduras saudáveis é essencial para as mulheres que se aproximam da menopausa. Os alimentos que contêm fitoestrogênios presentes na natureza, como as lignanas na linhaça ou as isoflavonas em grãos integrais e feijões, também podem ajudar a proporcionar algum alívio dos sintomas, ao atuar como uma forma fraca de estrogênio no corpo da mulher. Também você deverá limitar ou evitar os alimentos e bebidas que contem açúcar, cafeína e álcool, já que podem exarcebar os sintomas ou desencadear os sufocos.

3. Acupuntura

As mulheres que receberam acupuntura tradicional chinesa sofriam sufocos menos severos e menos mudanças de humor que as mulheres que receberam um tratamento placebo. Estudos recentes de pesquisas anteriores também encontraram que a acupuntura funciona tão bem quanto o medicamento Effexor, que com frequência é utilizado para tratar os sufocos e outros sintomas da menopausa. Além disso, a acupuntura não causou efeitos secundários negativos (enquanto que o Effexor causou náuseas, fadiga, ansiedade, entre outros), mas seus efeitos incluíram um aumento de energia, impulso sexual e a sensação de bem-estar que se prolongou durante 15 semanas.

4. Alivio do estresse

O estresse emocional pode causar estragos no equilíbrio hormonal em qualquer etapa de sua vida, enquanto que faz com que os sintomas como a insônia, a ansiedade e a depressão piorem. É por isso que é importante seguir qualquer estratégia que te ajude a reduzir o estresse. O exercício, o yoga e a acupuntura, junto com a respiração profunda, a meditação guiada, meditação ou, inclusive, relaxar com um bom livro, todos podem ajudar a reduzir o estresse.

5. Remédios naturais

Um número de ervas vem sendo exploradas como possíveis tratamentos para os sintomas da menopausa. Entre as mais promissoras estão:

Cohosh negro

A pesquisa preliminar sugere que o cohosh negro pode ter certa atividade estrogênica no corpo, ainda que estudos posteriores tenha contradito esta versão. No entanto, a evidência atual sugere que o cohosh negro pode ser uma alternativa segura aos hormônios sintéticos para melhorar as mudanças leves de humor, sufocos incômodos. Os estudos clínicos na Europa encontraram que o cohosh negro pode proporcionar alívio sintomático dos calores da menopausa, transpirações noturnas, insônia, nervosismo e irritabilidade.

Ginkgo Biloba

Os estudos clínicos demonstraram que o ginkgo biloba apoia o estado de alerta mental.

Dong quai

Comumente conhecido como o "ginseng feminino", o dong quai pode ser um grande apoio para o tratamento contra os sufocos.

Extrato de folha de sálvia

Pode ajudar a reduzir a transpiração noturna devido aos sufocos da menopausa.

HOTEL CHINO - construção em 15 dias.

O LUGAR É LINDO, A MÚSICA É MARAVILHOSA !!!

O vídeo traz o cantor Andrea Bocelli em Portofino, Itália.



Diabetes: mais conforto no dia a dia.

  Bruna usa uma nova insulina que tem aplicação uma vez ao dia.  Foto: Márcio Alves

Em um país com cerca de 14 milhões de pessoas com diabetes, novos tratamentos e tecnologias surgem para melhorar a resistência dos pacientes ao uso de medicamentos e à mudança do estilo de vida para melhor controle da doença. Acaba de chegar ao Brasil a primeira insulina com 42 horas de ação que ajuda a combater a tão temida hipoglicemia (níveis de glicose no sangue muito baixos) que pode causar desmaios e até levar ao coma. Na outra ponta, a cirurgia bariátrica para diabetes tipo 2 começa a ganhar mais adeptos, mas ainda divide a opinião médica. E, recém-lançado na Europa, ainda sem data para chegar ao Brasil, uma espécie de "scanner" permite a leitura da glicose sem furar o dedo.

Considerado um problema de saúde pública mundial, o diabetes está diretamente associado ao aumento de risco de infarto, acidente vascular cerebral e já aparece como uma das principais causas de cegueira no mundo. A insulina é o hormônio produzido pelo pâncreas, responsável pelo transporte da glicose (açúcar) para o interior das células do nosso organismo, o que fornece a energia indispensável para seu funcionamento. Quando a pessoa tem diabetes tipo 1, o organismo não consegue mais produzir a substância, e o paciente precisa fazer aplicações — mais de uma — diárias de insulina para chegar ao nível adequado de glicose. A tipo 2, a mais comum, adquirida ao longo da vida, ocorre pela inexistência, insuficiência ou resistência à insulina.

Até hoje, o efeito mais longo obtido com uma aplicação de insulina era de 24 horas, o que obrigava o paciente a reaplicar sempre no mesmo horário. Agora, uma nova insulina, a degludeca, que dura até 42 horas e evita os picos glicêmicos, acaba de chegar ao Brasil, produzida pela dinamarquesa Novo Nordisk, ao preço semelhante ao de outras drogas existentes no mercado, R$ 100. Para especialistas, a nova insulina facilitará a adesão ao tratamento. Segundo o endocrinologista Freddy Eliaschewitz, diretor do Centro de Pesquisas Clinicas de São Paulo (CPClin), dois terços dos diabéticos têm a glicemia fora de controle.

— Depois do antibiótico, a insulina é o que mais salvou vidas na história da Humanidade. Com a chegada de uma insulina de maior duração, esperamos dar mais qualidade de vida aos pacientes — explica Eliaschewitz.

Com a nova insulina, o paciente ganha um tempo extra de janela entre uma aplicação e outra. Por ter ação estável, ela reduz o risco de hipoglicemia noturna em 25% nos casos de diabetes tipo 1 e 43% nos diabéticos tipo 2, segundo um estudo publicado na revista médica britânica "The Lancet". Apesar da ação de 42 horas, recomenda-se o uso uma vez ao dia.

A estudante Bruna Carvalho, 19 anos, lida com o diabetes tipo 1 há três anos e já usa a degludeca, que aplica uma vez ao dia. Ela aponta como maior ganho a redução dos episódios de hipoglicemia: em vez de uma vez por dia, isso agora acontece apenas uma vez por semana.
— Antes a variação de açúcar no meu sangue era enorme de uma refeição para outra: no almoço eu podia apresentar 215, no lanche 45. Hoje me estabilizei em 100 ao longo do dia e o bem-estar é maior. Com a insulina, exercícios e dieta, eu consigo ter o nível de quem não tem diabetes — conta. Mas Bruna frisa que disciplina é fundamental. — Só a insulina não resolve o problema, tem que ter disciplina, fazer dieta e exercícios.

Em pessoas com diabetes, o quadro de hipoglicemia, principalmente à noite, se desenvolve quando não há glicose suficiente para ser usada como combustível para as células, e muitos pacientes associam a insulinoterapia aos episódios de hipoglicemia noturna, segundo Antonio Roberto Chacra, chefe do Centro de Diabetes da Unifesp.

Os resultados do maior estudo já global sobre hipoglicemia, incluindo 27 mil pacientes, em 24 países, revelam que o índice de hipoglicemia em pacientes com diabetes tratados com insulina é subnotificado. A conclusão foi apresentada no mês passado, durante o 50º Encontro Anual da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes, em Viena, na Áustria.

— A hipoglicemia é uma preocupação importante para os pacientes com diabetes tipo 1 e tipo 2, no entanto é evidente que muitas vezes os pacientes não reconhecem e informam estes episódios graves — disse Kamlesh Khunti, professor de cuidados de saúde primários em Diabetes & Medicina Vascular da Universidade de Leicester, na Inglaterra.

— Os médicos precisam educar melhor os pacientes com diabetes para garantir que eles compreendam plenamente o que um evento hipoglicêmico é, registrar qualquer incidência e, sobretudo, relatá-los ao seu médico — declarou Khunti.

Os pacientes foram avaliados depois da orientação sobre o que era hipoglicemia. A partir disso, o número de relatos aumentou 47% em um ano nos pacientes com diabetes tipo 1 e 20% para os portadores do tipo 2. Segundo o especialista, isso sugere significativa subnotificação de pacientes para todos os tipos de hipoglicemia, inclusive a noturna.


Bruna usa uma nova insulina que tem aplicação uma vez ao dia (a anterior era duas vezes). O grande ganho dessa insulina para ela foi a estabilização do açúcar.

 — Eu sempre tenho por perto uma bolacha para os momentos de hipoglicemia — conta o comerciante Anselmo Luis Lopes dos Santos, 57 anos, que já teve retinopatia diabética, principal causa de cegueira na idade produtiva, e faz uso diário de insulina. — A primeira coisa que me ataca é a vista. Já fiz até tratamento com laser.

Sem picada no dedo
Outra novidade é o monitor de glicose, que elimina a necessidade de uma rotina de picadas no dedo, lendo os níveis de açúcar por meio de um sensor. O paciente tem implantado sob a pele um dispositivo do tamanho de uma moeda, na parte superior do braço. E no dia a dia ele usa um leitor digital e obtém o nível de glicose em segundos. Lançado no mês passado na Europa, o Livre ainda aguarda liberação da Anvisa.

— Quando chegar ao Brasil, vai dar um "up" em matéria de inovação. É como se você usasse um scanner para ler a glicose sem precisar de picadas no dedo. Dá para usar por cima da roupa — explica o presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Walter Minicucci. (Colaborou Viviane Nogueira)

Feira reúne carros funerários de luxo e diamante feito com cinzas.

Cerimônia de luxo com violinista, mestre de cerimônias e santinho virtual pode custar R$ 7 mil (Foto: Thais Mendes/ Divulgação)

Tem gente que não dispensa o luxo nem na hora da morte. Para atender esse público, o setor funerário tem investido cada vez mais em artigos modernos e inovadores. Em uma feira que está sendo realizada em Curitiba, o visitante pode encontrar serviços como violinista, revoada de pombos, chuva de pétalas, vídeo com homenagem, tudo específico para funerais. É possível até transformar o ente querido em uma pedra de diamante.
O músico Roger Vaz há 12 anos trabalha tocando violino em funerais. "É o único momento em que as pessoas param mesmo para ouvir a música com o coração", conta. Por dia, o violinista toca em média em três velórios – muitas vezes em cidades diferentes. A profissão entrou na vida de Vaz de uma maneira inusitada. "Eu já era músico e um dia, voltando de uma noitada, passei por um cemitério e decidi tocar em um velório. Todo mundo gostou e eu achei que valia a pena investir neste segmento", explica. 

Já o mestre de cerimônias Jonas Zanzini conta que durante o funeral, o importante é enaltecer as qualidades da pessoa que morreu e reconfortar a família. "O trabalho é bastante gratificante. Todo mundo merece ser homenageado e as pessoas desejam mostrar o quanto foram gratas por aquela pessoa que já foi", diz.
Uma cerimônia de luxo, que conta com música, mestre de cerimônias, revoada de pombos, translado em carro de luxo, santinho virtual e chuva de pétalas, pode chegar até R$ 7 mil. A empresa também pretende disponibilizar o serviço de revoada de borboletas. "Estamos testando. A preocupação é sempre inovar, em tornar em algo melhor", comenta Zanzini.
Há também quem prefira manter a pessoa que morreu sempre por perto e transformar as cinzas em diamante ou em um cristal. Um diamante de um quilate custa em torno de R$ 80 mil e é feito com meio quilo de cinzas. "As cinzas são encaminhadas a uma empresa na Suíça e transformadas em uma pedra de diamante. O processo demora três meses", conta Maria da Glória. Como opção mais barata, a família pode optar por transformar as cinzas em cristais que são feitos em Blumenau, em Santa Catarina. O cristal de tamanho maior, que pode ser usado para decoração, custa mais de R$ 1 mil. Já o pingente, sai no valor de R$ 690.

Cinzas podem ser transformadas em pedras de diamante (Foto: Thais Mendes/ Divulgação)Cinzas podem ser transformadas em pedras de diamante.Mais luxoCarros luxuosos também são adaptados para transportar os caixões. A ideia é permitir com que a família acompanhe o cortejo dentro do carro em que a urna está sendo levada. "O objetivo é que a família vá no veículo com todo o conforto possível.", conta Kennedy Silva. O valor da transformação de um carro normal em funerário varia de R$ 50 a R$ 200 mil. "O dono da funerária me entrega o carro que ele quer que eu faça as modificações e em até 180 dias, eu entrego o carro pronto", explica.Caixões são feitos com madeira nobre e puxadores de ouro (Foto: Thais Skodowski/ G1 PR)Caixões são feitos com madeira nobre e puxadores de ouro.Também não se economiza nos caixões, feitos de madeira nobre e puxadores de ouro ou nos serviços de plano funerário que contam com assistência psicológica após o funeral, caso algum parente não consiga superar a perda. "A morte também é um evento, assim como nascimento, casamento. As empresas estão se especializando para darem uma assistência adequada em um momento tão difícil", explica Celso Moraes, presidente da Associação de Fabricantes e Fornecedores de Artigos Funerários (Affaf).

Emagreça comendo… macarrão!!!


Eu sei que o título parece "sensacionalista" para as amantes de um bom prato de massa, e, na verdade, esse assunto é bombástico mesmo. Uma experiência feita no programa "Trust me, I am a Doctor", da BBC, intrigou o mundo ao afirmar que é muito mais saudável você comer uma massa "reaquecida" do que aquela feita na hora, inclusive impactando na perda de peso.

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Eles demonstraram que cozinhar, deixar esfriar e aquecer novamente a massa aumenta a resistência do amido. Isso resultou em uma redução de 50% do açúcar no sangue de voluntários.

Ou seja, sem mudar um ingrediente da refeição, o prato de macarrão do dia seguinte se transforma em um carboidrato resistente, e com digestão mais lenta, do que aquele fresquinho saído da água quente, melhorando a saúde e fazendo você, consequentemente, emagrecer com maior facilidade e prazer.

A experiência foi conduzida pela especialista Dra. Denise Robertson, da Universidade de Surrey.



A toxina botulínica, mais conhecida como Botox... ... .

A toxina botulínica, mais conhecida como Botox, entrou para a rotina de beleza de quem quer esconder os sinais da idade, como rugas e linhas finas. Apesar de melhorar a aparência em alguns casos, o uso exagerado do recurso pode deixar a pessoa sem expressão, como já aconteceu com a atriz Nicole Kidman. "Eu tentei o Botox, infelizmente, e agora que acabou o efeito finalmente eu posso mexer meu rosto de novo", declarou a atriz ao La Repubblica no começo de 2013.

Mas, afinal, o uso exagerado da toxina pode causar paralisia permanente? Ou pode diminuir o efeito depois de um tempo? A dermatologista Dra Mônica Aribi, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, responde a essas e outras dúvidas sobre o assunto. 
 
1. O Botox pode levar à paralisia muscular definitiva nos casos de aplicações em alta concentração.
FALSO
"O Botox tem efeito limitado, independente da dose usada." 

2. O Botox pode deixar o paciente sem expressão.
VERDADEIRO
"Se for mal aplicado ou usado em excesso pode, sim. O ideal é retocar a cada três ou seis meses."

3. O Botox substitui a cirurgia plástica. 
FALSO
"Ele só trata rugas de expressão e não a flacidez. Em uma cirurgia plástica a flacidez também é tratada."

4. Os efeitos do Botox são imediatos. 
FALSO
"Demora no mínimo quatro dias para mostrar o efeito e em média sete dias para o resultado completo da aplicação."

5. A toxina botulínica pode ser aplicada em qualquer lugar com rugas.
FALSO
"A toxina botulínica só pode ser aplicada em rugas de expressão, as que são feitas pela contração dos músculos. Além do rosto, pescoço e colo também são preenchidas com a toxina."

6. O efeito do Botox é permanente.
FALSO 
"Dura até seis meses."

7. Se deixar de retocar o Botox, a pele pode ficar pior do que era.
FALSO
"A toxina botulínica não forma colágeno e por isso a pele volta ao normal mesmo depois de várias aplicações ao longo da vida da pessoa."
 
8. A aplicação de Botox pode gerar hematomas. 
VERDADEIRO
"Como qualquer incisão, a aplicação da toxina pode deixar hematomas que devem ser tratados com compressa gelada."

9. O Botox pode ser usado para diminuir o suor.
VERDADEIRO
"Para controlar a hiperidrose, a toxina botulínica é aplicada nas glândulas sudoríparas e diminui a contração dessas glândulas e o suor."
 
10. Em alguns casos o corpo se acostuma com a toxina e o Botox perde o efeito. 
FALSO
"O paciente pode usar a toxina botulínica por quanto tempo desejar ao longo da vida e o efeito será sempre o mesmo."


Inicio do Horário de Verão 2014.



Final do horário de Verão 2014.
O horário de verão 2014 termina na noite sábado dia 15 de fevereiro para o domingo dia 16 de fevereiro e os relógios devem ser atrasados em uma hora a partir da meia noite.

Beleza.... ... .







Esmalte Holográfico.














Dia do Médico.