






Um estudo realizado por cientistas da Universidade de Southampton, na Inglaterra, revelou que a consciência humana pode continuar mesmo após seu cérebro morrer. A pesquisa é a maior já feita na área e foi realizada com 2.060 vítimas de ataques cardíacos. Cerca de 40% dos pacientes sobreviventes contaram que estiveram conscientes no período em que foram declarados clinicamente mortos, antes de serem ressuscitados pelos médicos.
"Não há um momento da morte; ela começa quando seu coração para, e continua por um tempo", diz o Dr. Sam Parnia, que liderou o estudo, ao Daily Telegraph. Alguns pacientes relatam que chegam a ouvir o barulho das máquinas usadas pelos médicos e suas conversas na sala de cirurgia.
"Nós sabemos que o cérebro não pode funcionar quando o coração para de bater. Mas nesse caso, a consciência parece ter continuado por até três minutos enquanto o coração não batia, apesar de o cérebro tipicamente desligar após um período de 20 a 30 segundos depois de o coração parar", diz Parnia, referindo-se à experiência de um homem de 57 anos.
Entre os pacientes sobreviventes, houve relatos de "luzes brilhantes" e "mudanças na percepção do tempo". Dos 2.060 examinados, 330 sobreviveram e 140 reportaram consciência durante a ressuscitação. Um em cada cinco pacientes descreveu ter sentido paz e outros relataram como se estivessem se afogando.

Foi em uma cela no castelo de Tokat, localizado na região centro-norte da Turquia, que o jovem Drácula ficou encarcerado por cinco anos, até 1447. Na ocasião, ele nutria um ódio profundo contra os otomanos, sentimento que no futuro lhe renderia o título macabro de "o Empalador".
Arqueólogos turcos afirmam ter conseguido escavar as celas durante obras de restauração na fortaleza. Depois de libertado, Vlad III conseguiu chegar ao trono em 1456, quando teve início seu reinado de horror e barbárie. Seus inimigos eram estripados, decapitados, esfolados e até fervidos vivos.
Já em guerra aberta contra os turcos, em 1462 Vlad III levou a cabo o que lhe renderia o seu título eternizado: ele ordenou que 20 mil otomanos derrotados em uma batalha fossem empalados em frente à cidade romena de Targoviste. Horrorizado, o sultão Mehmed II bateu em retirada com suas tropas para Constantinopla, então capital do império. Naquele mesmo ano, Drácula seria preso novamente, desta vez na própria Romênia e por mais de dez anos.
"O castelo é completamente cercado por túneis secretos, é muito misterioso", disse Cetin a respeito da construção de Tokat. A "estada" no local parece ter perturbado profundamente Vlad, o Empalador: depois de sua morte em 1476, a lenda em torno da figura do monarca foi crescendo e se consolidando. Diziam que ele jantava os corpos empalados de suas vítimas e ainda mergulhava pedaços de pão no sangue delas e comia.
Se são verdadeiras ou não, ninguém sabe, mas as histórias inspiraram o escritor irlandês Bram Stocker a criar em 1897 o personagem Conde Drácula, que talvez tenha se consagrado como o mais clássico livro de terror de todos os tempos. E o retrato dele encontrado é este aqui abaixo.


A socialite e ex-executiva da indústria farmacêutica Gigi Jordan, acusada de matar o filho autista no quarto de um luxuoso hotel em Nova Iorque confessou o crime, mas negou que tivesse apertado sua garganta para que o coquetel letal de drogas descesse goela abaixo.
Ela está sendo julgada pelo tribunal do juri, quando a promotoria tenta convencer os jurados da monstruosidade do crime. Enquanto Gigi descreve a morte do filho como um assassinato-suicídio, um ato desesperado que ela acalentava há muito tempo, porque temia pelo futuro de menino.
O juri viveu momentos de emoção quando um dos advogados de Gigi perguntou-lhe: "você tomou e deu a seu filho uma quantidade de drogas que acreditava seria suficiente para acabar com a vida dos dois?" . Com a voz trêmula, ela admitiu; "sim, é verdade".
Mas ela se recusou a admitir o cenário criado pela promotoria, segundo o qual ela teria montado em cima do filho e apertado sua garganta para obrigá-lo a engolir a dose fatal.
Se condenada, Gigi pode pegar de 15 anos à prisão perpétua.

Um homem não identificado que viajava dos Estados Unidos para Punta Cana, na República Dominicana, causou pânico dentro de um avião, ao simular que havia contraído o vírus Ebola em recente viagem à Africa..
De acordo com informações do aeroporto, quando a aeronave se preparava para pousar, o passageiro começou a gritar que estava com febre e que tinha acabado de voltar da África, aterrorizando os outros passageiros. O piloto avisou às autoridades locais, que imediatamente adotaram as medidas necessárias para lidar com um possível caso de ebola. Uma equipe especializada invadiu o avião com máscaras e roupas especiais, enquanto os passageiros tentavam cobrir o rosto.
Já em terra, as autoridades examinaram o passaporte do passageiro e nada encontraram que comprovasse a viagem à Africa, bem como o pessoal da saúde convocado ao aeroporto constatou que ele não tinha febre coisa nenhuma.
A nacionalidade do homem não foi revelada e um passageiro disse às autoridades que ele teria confessado tratar-se uma brincadeira. A notícia informa que o irresponsável não chegou a ser detido. Mas que ele merecia receber algum tipo de punição, ah, isso ele merecia..
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